Mistérios por Revelar...

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Aqui voçê vai encontrar-se com o insólito!

 Ovnis - Objectos Voadores não Identificados

Tema aqui  informação diversificada sobre UFOS/OVNIS, quer de âmbito nacional quer estrangeiro. Pode observar videos e muito outra informação acerca do assunto que de certo é um tema apaixonante.


  Fantasmas

Quem nos dias de hoje não terá medo de ir sozinho a um cemitério durante a noite ou até mesmo de dia? Porque sucederá isso, se os mortos não fazem mal? Não estará esse medo apavorante relacionado com a alma, segundo conceito geral, estará aí por perto noutro plano? Não será no funda das almas que temos medo?


  Triângulo das Bermudas

O Triângulo das Bermudas é porventura o lugar do mundo onde mais desaparecimentos se deram, quer de pessoas, quer navios ou aeronaves. O desaparecimento do vôo 19 (05Dez1945) será talvez, até hoje, um dos mais interessantes ali verificados, quer pela quantidade simultãnea de aviões  Grumman TBF Avenger desaparecidos (5), quer pela qualidade  técnica dos envolvidos...


 Outros assuntosHistórias de Fantasmas - T2 Ep. Nº 006

Os três tópicos acima referidos, são somente um pouco do muito que por aqui vai encontrar na área do insólito. Se o mistério aguça a sua curiosidade... está no sitio certo! 

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Introdução

É verdade, como muitos outros, não sou perfeito pensarão os adeptos de outros clubes! 

Como qualquer português que se preze também tenho um clube de coração, ou   melhor dizendo no coração...

Perdão tenho dois, pensando bem!  Um pequeno e outro grande e ambos com riscas... umas pretas e outras verdes, umas na vertical outras na horizontal, mas sempre com riscas! provávelmente é sina.

Um porque as minhas raízes estavam ali e porque "dei por ele o corpo (ainda hoje tenho vestigios físicos disso), a alma e a mente... como atleta" o outro porque foi sempre "o outro" qual amor impossível e longe na distãncia do local onde nasci!! aquele que  sempre amei, desde que tenho consciência de mim próprio enquanto pessoa. Curiosamente, mesmo em miúdo, numca mudei de clube, qual teimoso sem remédio e em "estado terminal". 

Porquê... sinceramente não sei, havia o meu clube na terra, e quando jogava por ele representava cada centimetro da minha terra... e aquele, o outro, que representava o meu país quando discutia os jogos lá fora em terras distantes, ou então representava as minhas cores, com os outros grandes de Portugal!

Sei que foi aquele, e não outro qualquer, o meu primeiro amor clubístico. 

Lembro-me que dei comigo a ver televisão, naquela altura ainda a preto e branco e a festejar um cesto, num jogo de basquetebol, gritando que nem um louco  os "3 pontos" logo eu que ainda hoje, nem ligo ao Basquetebol. Seriam três ou quatro horas na tarde de um sábado qualquer. Isto passou-se na rua da Filarmónica Nº9 numa pobre casa, em Riachos. Percebi que quanto mais os dias iam passando mais me identificava com o clube.

Porquê? Não sei.

Não tenho amor a estes dois clubes por pensar que são os melhores ou maiores...do Mundo! 

Não! sou deles, somente porque sou, sobretudo porque os amo! e que como alguém já disse... o amor não se explica, sente-se!

Porquê? Não sei!


Clube Alético Riachense 

1932

            


Equipamento



Campo de Jogos Coronel Mário Cunha


Corri muitas centenas de kilómetros neste campo ao longo de muitos anos... 

Na altura era um campo pelado, sem relva...


Clube Atlético Riachense,  é um clube português, que milita habitualmente nos distritais na Associação de Futebol de Santarém, e localizado na freguesia de Riachos, concelho de Torres Novas.

Data da Fundação: 1932. 

Equipas mantidas de forma constante: Seniores, Juniores, Juvenis Iniciados, Infantis, Escolas e Escolinhas. 

Estádio - A equipa disputa os seus jogos caseiros no Campo Coronel Mário Cunha. 

Um dos pontos altos aconteçe na época de 2009-2010, onde a equipa de seniores participa no campeonato Nacional da Divisão de Honra. 


Curiosidades:

Lista de 41 Clubes fundados no mesmo Ano (1932)

Nacionais:  

Clube de Futebol Estrela da Amadora / Clube Cesarense / Clube de Futebol de Oliveira do Douro 

Clube de Futebol União de Lamas / Sport Clube de Esmoriz / Sporting Clube de Esmoriz                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                         


Internacionais:

A Agrotikos Asteras / AmaZulu Football Club / Arsenal Futebol Clube (Frutal) / Bloco Esportivo Morgenau

Cruzeiro Futebol Clube (Rio de Janeiro) / Danubio Fútbol Club / Esporte Clube Democrata / Eastern AA

Fabril Esporte Clube / FC Molenbeek Brussels / Fiães Sport Clube / FK Makedonija Gjorče Petrov

Fußball Club Vaduz Futebol / IJsselmeervogels / Club Independiente Petrolero / BK Kenty / Manfredonia Calcio

Maranhão Atlético Clube / FK Mjølner / Mogi Mirim Esporte Clube / SK Nord / IK Oddevold / Real Zaragoza Club

Atlético River Plate (Uruguai) / Sandåkerns SK / SK Herd / Sport Club Oriente (Brasil) / Sul América Esporte Clube

Tollnes BK / Tout Puissant Mazembe / Unione Sportiva Pergocrema 1932  

Vera Cruz Futebol Clube  (Brasil) /  Wigan Athletic Football Club



Sporting Clube de Portugal

1906


O Sporting Clube de Portugal é um dos denominados três grandes do desporto português, no entanto, ao nível do palmarés é de longe A Maior Potência Desportiva Nacional, com mais de 14 mil títulos conquistados, 22 taças europeias (em 4 modalidades distintas), 109 atletas olímpicos (com 8 medalhas) e um vasto conjunto de recordes nacionais, europeus e mundiais ainda em vigor.





No momento da fundação do Clube, em 01 de Julho de1906, aos 21 anos de idade, sócio nº1 e fundador do Sporting Clube de Portugal Visconde  José Alvalade, proferiu o célebre voto:

 ‘Queremos que o Sporting seja um grande Clube, tão grande como os maiores da Europa’. 





Foi assim que escreveu com o seu próprio punho:


“ Queremos que o Sporting seja um grande Clube, tão grande como os maiores da Europa. ”


Tendo como data oficial de fundação 1 de Julho de 1906, o Sporting Clube de Portugal nasceu verdadeiramente a 8 de Maio do mesmo ano, data da primeira Assembleia Geral onde o Visconde de Alvalade foi eleito Presidente.
O Clube atingiu um século de existência na qualidade de um dos maiores de Portugal e de histórico no Mundo, conforme o demonstra o facto de ser a seguir ao Barcelona, o Clube europeu com mais títulos no conjunto das modalidades que pratica ou praticou na sua condição de Clube ecléctico, apesar de o futebol ser a modalidade principal.
Sediado em Lisboa, o Sporting é um Clube de grande implantação nacional com um número superior a 300 Núcleos, Filiais e Delegações, estimando-se que possa ter cerca de três milhões de adeptos espalhados por todo mundo.
O verde é a cor do Clube, que tem como equipamento principal a camisola e meias de listas horizontais alternadas de verde e branco e os calções pretos.
O símbolo em destaque no emblema é o Leão, e o seu lema é "Esforço, Dedicação, Devoção e Glória!"
Eis o Sporting Clube de Portugal.
Emblemas

Desde a sua fundação, a 1 de Julho de 1906, o Sporting já contou com cinco emblemas, para além dos dois comemorativos dos 50 e 100 anos de existência, mantendo sempre presentes a cor verde e o leão rampante (por vezes descrito como "rompante") que tanto o caracterizam.
1907 - O primeiro emblema
O emblema do Sporting teve origem no Verão de 1905, em Cascais e no passeio D. Maria Pia, nas conversas entre José Holtreman Roquette (José Alvalade), os primos José Roquette, António Rebelo de Andrade e D. Fernando de Castelo Branco (Pombeiro).


O 1º emblema, criado a 1907


O 2º emblema, criado a 1913


O 3º emblema, criado a 1930


O 4º emblema, criado a 1945


O emblema comemorativo dos 50 anos, criado em 1956


O 5º emblema, criado em 2001


O emblema comemorativo do Centenário, criado em 2005
A inspiração para o emblema veio-lhes do Anel com Brasão de Família de D. Fernando de Castelo Branco (Brasão de Pombeiro): Um Leão Rampante (ou rompante) em campo azul [1], uma descrição heráldica do inglês "lion rampant" - um leão de perfil, erecto, repousado na sua garra esquerda [2].

A pedido do mesmo, o fundo azul não foi adoptado, pelo que os quatro acordaram que a melhor solução seria adoptar a cor verde e o Leão Rampante como símbolo.
Embora o uso de emblemas não estivesse generalizado em Portugal, em 1907, a Casa Anjos de Lisboa apresentou o símbolo: um emblema circular com fundo verde e com um leão rampante sobre a inicial da palavra Club, com a inicial da palavra Sporting à esquerda e a de Portugal à direita, em prata. Prontamente sócios e adeptos usaram-no na lapela do casaco.
Na singeleza dos símbolos do Sporting há muito de nobre e dignificante.
O branco e o verde são cores que materializam os princípios éticos dos seus ideais desportivos, sociais e culturais; acompanham a vida espiritual do mundo leonino e transmitem aos seus milhões de sócios e adeptos a fé, o amor e o orgulho no seu passado de sonhos de grandeza materializados no presente, e de sonhos de glória projectados no futuro.
O Leão Rompante assinala a perenidade da força Sportinguista que alcançou para o clube um lugar proeminente no desporto português.
1913 - A inspiração germânica
Em 1910, Hugo Morais Sarmento regressou da Alemanha para ingressar no Sporting, como guarda-redes, por proposta de Manuel Monterrozo Carneiro. Aquando a sua chegada, trazia vestido um casaco azul onde se alinhavam quatro emblemas germânicos na lapela.
Daqui surgiu a ideia de se mandar confeccionar naquele país os emblemas do Clube, sendo o próprio Morais Sarmento o responsável pelo desenho e pela encomenda.
Os novos emblemas chegaram ao Sporting a 1 de Abril de 1913: tecnicamente perfeitos e de óptimo esmalte, compunham-se de um leão rompante branco num escudo de fundo verde, envolvidos por uma cercadura circular preta e nesta o nome do clube a branco.
1930 - A génese dos anos seguintes
Em 1923, a direcção do Sporting mandou confeccionar, na Alemanha, uma nova remessa de emblemas. Contudo, a assembleia geral realizada em Janeiro desse mesmo ano nomeou uma comissão que viria a rejeitar os quatros modelos apresentados, um dos quais da autoria de Júlio de Araújo.
Em 1930, o emblema foi oficialmente adoptado, estando na génese dos emblemas posteriores: um leão rompante de pé, a branco, com as iniciais a branco por debaixo do leão, em fundo verde.
1945 - A sigla do Clube em coroa
Em 1945, surge um novo emblema, destacando a sigla do Clube a coroar o símbolo.
O emblema mantinha o fundo verde, com o leão rompante e a sigla a branco, porém, adopta uma forma recortada, em forma de escudo.
1956 - Comemoração do cinquentenário
Em 1956, para assinalar a comemoração do cinquentenário do Clube, a direcção criou um emblema constituído por um laurel dourado com cercadura em esmalte verde onde se lia a legenda dourada "50 anos ao serviço do desporto e da Pátria". Na circunferência central, em esmalte branco, impunha-se o emblema oficial do clube.
2001 - Um Sporting para o século XXI
Em 2001, por forma a consolidar o Sporting como um grande clube profissionalizado, foi apresentada uma nova imagem gráfica, mais estilizada, rejuvenescida e adequada ao perfil actual dos milhões de sócios e adeptos sportinguistas. Apesar de mais moderno, o emblema continua a assentar nos valores tradicionais do clube - "Esforço, Dedicação, Devoção e Glória" - e no símbolo e cor desde sempre associados ao Clube - o leão e o verde.
Os diferentes nomes utilizados para definir o clube (no estrangeiro, muitos conhecem-no como Sporting de Lisboa) colaboraram para criar uma anarquia pouco consentânea com a identidade de um clube que assume como objectivos a liderança no panorama nacional e a notoriedade internacional.
Assim, neste sexto emblema, o enquadramento foi simplificado mantendo, no entanto, a cor verde e o escudo; foram introduzidas três listas brancas horizontais que remetem para o simbolismo da camisola do clube; as palavras 'Sporting' e 'Portugal', agora escritas por extenso, enfatizam a dimensão nacional do clube e unificam o seu nome a nível internacional; o leão surge mais estilizado e com um impacto reforçado que lhe é conferido pela cor dourada. Como uma coroa, a sigla SCP continua a perpetuar um nome com mais de um século de história.
2006 - Comemoração do centenário
Foi criado um emblema comemorativo do primeiro centenário do Sporting Clube de Portugal, que seria apresentado em 21 de Abril de 2005 quando foi divulgado o programa da comemorações da efeméride que se aproximava.
Neste emblema com uma forma redonda à semelhança do primeiro emblema do Clube, e um fundo bipartido de verde e branco, estão presentes o escudo com o Leão, os anos da fundação e do centenário e uma assinatura "Sporting 100", como imagem mais comercial.


Ler mais: http://www.forumscp.com/wiki/index.php?title=Sporting_Clube_de_Portugal#ixzz2tiqlL1RG

 A sua ambição representou sempre, ao longo desta história centenária, uma meta permanente no horizonte de todos os Sportinguistas e frequentemente atingida, tanto por fantásticas equipas como por atletas verdadeiramente excepcionais.


Com milhões de simpatizantes em todo o Mundo, mais de 87 mil associados e perto de 11 mil praticantes que diariamente treinam com o símbolo do Clube, o Sporting Clube de Portugal assume a sua dimensão verdadeiramente mundial quando olhamos para os mais de 380 Núcleos, Filiais e Delegações espalhados pelos cinco continentes, sendo o único clube nacional com esta presença verdadeiramente global.


Como grandes destaques, podemos salientar que o SPORTING É O 1º CLUBE NACIONAL...

... e o 2º europeu com maior nº de atletas olímpicos (109), em 10 modalidades distintas

    ... e o 3º europeu em nº de presenças nas provas da UEFA, atrás do R. Madrid e Barcelona

         ... e o 3º europeu em nº de taças europeias conquistadas (22), atrás do Barcelona e R. Madrid


Desta forma, é fácil perceber que o principal objectivo do Sporting Clube de Portugal são as vitórias em todas as competições que disputa, contribuindo assim para dar as maiores alegrias a todo o Universo Sportinguista. O respeito pela tradição do Clube, pelos seus associados (indiscutivelmente, o seu maior património) e pelo desporto em geral são três pilares que o Clube sempre honrará e que o seu próprio lema bem retrata:

Esforço, Dedicação, Devoção e Glória’


Lema

O lema do Sporting Clube de Portugal é: "Esforço, Dedicação, Devoção e Glória. Eis o Sporting" relembrando assim um passado repleto de glórias ao nível de (quase) todos os desportos, só possíveis graças ao empenho de todos os que estiveram intimamente ligados com o clube durante os longos anos da sua existência (período do Estado Novo). 


  Reveja aqui os '10 Mandamentos do Sporting' e conheça todos os valores leoninos.



Sabia que...

- O SCP foi o primeiro clube português a participar na Taça dos Campeões Europeus, a convite;

- O SCP foi o primeiro clube ocidental a visitar a República Popular da China em 1976;

- O SCP foi o primeiro clube a ter uma secção de desporto para deficientes em 1988;

- Os sócios e adeptos do SCP aderiram à construção do Pavilhão do SCP participando nas diversas fases da sua     edificação na década de 70;

- O SCP construiu a primeira pista de tartan em pleno Estádio José de Alvalade, a qual seria aberta à prática desportiva das populações no início dos anos 80;

- O SCP na década de 80 proporcionava a prática desportiva a 15.000 atletas, dos quais cerca de 9.000 ginastas.


Emblema e cores

O seu emblema, que ostenta um leão rampante de cor branca, e dourado a partir de 2001, sobre fundo verde, foi oficialmente adoptado em 1906, assim como as cores verde e branca que começaram a ser utilizadas praticamente desde a fundação do clube. Em 1907, D. Fernando de Castelo Branco (Pombeiro) autorizou que o leão rampante do seu brasão fosse utilizado no emblema do Sporting. 


Deveria ser de cor "prata armado em preto, em campo verde, correspondendo às límpidas, firmes e esperançadas intenções dos seus fundadores". O verde foi sugerido pelo Visconde de Alvalade, simbolizando a sua esperança no novo clube. A partir de 1920 o emblema passou a conter o leão rampante em escudo com a sigla SCP em coroa, imagem que se manteve durante décadas. Finalmente, em 2001, o Sporting apresentou uma nova imagem gráfica, mais estilizada e rejuvenescida. O novo emblema é coerente com o passado do Sporting mas inova ao introduzir três listas brancas horizontais que lembram o simbolismo da camisola do clube. Inclui ainda as palavras Sporting e Portugal, escritas por extenso, para destacar a dimensão nacional do clube. O leão é apresentado de forma mais estilizada e com um impacto reforçado conferido pela cor dourada. Em coroa, a sigla SCP continua a perpetuar um nome com mais de um século de história. Em 2005, o Sporting apresentou um emblema oficial para comemorar o centenário do clube onde se misturavam o passado e o presente. O novo escudo e leão do emblema actual, a branco, foi inserido num círculo com fundo Stromp ou bi-partido onde se destacava o verde, as datas 1906 e 2006 e ainda a expressão: Sporting 100. As camisolas iniciais eram brancas. A partir de 1908 apresentavam as duas cores, verde e branco, em duas secções verticais separadas ao centro do peito e das costas, sendo o emblema leonino colocado na faixa verde do lado esquerdo. Hoje este é o equipamento Stromp, usado em alternativa às actuais bem conhecidas listas horizontais alternadas de verde e branco. Os calções brancos do equipamento original passaram a ser de cor preta a partir de 1915. O equipamento listado foi inicialmente usado pela equipa de rugby, tendo sido adoptado pelo futebol em 1928 numa digressão ao Brasil. Até à época 1997/98, foram também usadas camisolas alternativas ou todas verdes ou todas brancas. A partir de 1998/99, todos os anos são apresentadas camisolas alternativas diferentes de cores variadas.



A primeira Bandeira


História Primórdios

José de Alvalade - O Fundador

O Sporting Clube de Portugal tem as suas origens na fundação do Belas Football Clube em 1902 por iniciativa de dois irmãos, Francisco e José Maria Gavazzo. Dois anos depois, tendo o Belas Football Clube realizado um único jogo de futebol contra o Sport Lisboa, alguns dos seus sócios Fundadores criaram o Campo Grande Football Clube. Apesar do nome, esta associação dedicava-se especialmente a festas, bailes e piqueniques, o que gerou alguns conflitos com alguns membros que entendiam que a prática desportiva deveria ser a sua principal vocação. Em 13 de Abril de 1906, durante uma Assembleia Geral, as opiniões divergentes quanto ao objectivo da instituição levaram à saída de 5 membros. Um deles, José Alvalade manifestou imediatamente a intenção de formar um novo clube recorrendo à ajuda financeira do seu avô, o Visconde de Alvalade, Dr. Alfredo Augusto das Neves Holtreman, que tutelou a criação do novo clube e disponibilizou os terrenos para o campo de jogos na sua própria quinta. Queremos que o Sporting seja um grande Clube, tão grande como os maiores da Europa − José Alvalade  


A primeira sede

Fundação

Ora que abarcava as actuais zonas do Lumiar, Campo Grande e Alvalade, em Lisboa. Os dez sócios fundadores foram José Alvalade, José Maria Gavazzo, Frederico Seguro Ferreira, Alfredo Augusto das Neves Holtreman, Fernando Soares Cardoso Barbosa, José Stromp, Henrique Almeida, Leite Júnior, João H. Scarlett, Francisco Quintela Mendonça e Alfredo Botelho. Realizaram a primeira Assembleia Geral em 8 de Maio de 1906 com o objectivo de eleger a direcção. Foi então eleito o Dr. Alfredo Augusto das Neves Holtreman como Presidente da Direcção, sendo-lhe conferido o título de "sócio-protector" em virtude de todo o apoio prestado à criação do novo clube. Nesta reunião, Holtreman afirmou que pretendia que o clube, na ocasião ainda sem nome definido, fosse "um grande clube, tão grande como os maiores da Europa". A primeira direcção, que se manteria em funções até 1910, era ainda constituída por José Holtreman Roquete, como vice-presidente e pelos primeiro e segundo secretários, respectivamente Frederico Seguro Ferreira e Henrique Leite. A 26 de Maio foi adoptado o nome Campo Grande Sporting Clube mas, a 1 de Julho, por sugestão de António Félix da Costa Júnior, a Assembleia Geral aprovou a alteração definitiva para Sporting Clube de Portugal. Esta foi uma data marcante uma vez que, em Julho de 1920, por proposta de Nuno Soares Júnior, a Assembleia Geral adoptou a data de 1 de Julho de 1906 como a da fundação oficial do Sporting.

 

Primeiro Equipamento!

Em contraste com outros clubes rivais, os sportinguistas defendem que a forma de contabilizar a idade do clube é a mais correcta, uma vez que não se recorre à fundação de entidades anteriores que lhe deram origem nem contabilizando períodos de inactividade, mais ou menos longos, para justificar a sua ancestralidade.


Estreias

Em 3 de Fevereiro de 1907, realizou-se o primeiro jogo oficial de futebol do clube leonino, tendo o Sporting perdido por 5-1 no jogo contra o Cruz Negra. No dia 1 de Dezembro desse mesmo ano realizou-se o primeiro derby com a vitória do Sporting por 2-1 na partida contra o Grupo Sport Lisboa, clube que após fusão com o Grupo Sport Benfica (mais tarde designado por Sport Clube de Benfica), em 1908, viria a dar origem ao eterno rival lisboeta, o Sport Lisboa e Benfica. O primeiro campo e a primeira sede foram inaugurados, no Sítio das Mouras, a 4 de Julho de 1907, sendo as suas instalações consideradas as melhores do país naquela época. Em 1907-1908, o Sporting sagrou-se vice-campeão regional de futebol. Foi nesta competição, em 25 de Outubro de 1908, que o Sporting perdeu pela primeira vez com o Benfica por 0-2. Esse jogo foi ainda marcado por outra estreia: o equipamento bipartido de verde e branco com calções brancos, que só vieram a ser substituídos pelos actuais pretos em 1915.  


Primeiras décadas

Em 1910, ano em que José Alvalade assumiu a presidência, o Sporting destacou-se no Ténis por equipas e conquistou os títulos nacionais de salto à vara, lançamento do peso e salto em comprimento. Por essa altura é fundado o Viana Taurino Clube, em Viana do Castelo, a 10 de Agosto de 1910, e torna-se naquela que a primeira Delegação do Sporting Clube de Portugal. No ciclismo, o atleta sportinguista Laranjeira Guerra venceu em 1912 o percurso Lisboa-Porto. Também em 1912, o Sporting venceu o primeiro da longa série de Campeonatos Nacionais de Corta-Mato e António Stromp fez excelentes provas nos Jogos Olímpicos de Estocolmo tornando-se o primeiro atleta olímpico sportinguista. Este foi o início do percurso que tornaria o Sporting a maior potência olímpica do país, tanto em número de representantes como de medalhas conquistadas. Naqueles anos, o clube foi campeão nunca vencido numa modalidade muito em voga na época, a luta de tracção à corda. No futebol, o clube vence o Campeonato de Lisboa de Futebol, na quarta categoria, em 1912, 1913 e 1914. Em 1915 vence o mesmo campeonato já na categoria de Honra bem como a Taça de Honra, batendo o Benfica por 3-1. No ano seguinte repete o feito, ganhando novamente as duas competições. Nesta equipa leonina jogava um dos primeiros símbolos do clube, Jorge Vieira, atleta várias vezes campeão e agraciado com diversas medalhas nacionais e internacionais. O Sporting viria a ganhar 19 Campeonatos de Lisboa, seis deles consecutivos, até à extinção da prova em 1947.


A Equipa Sportinguista de 1922/23:

Henrique Portela, Cipriano dos Santos, Jorge Vieira; José Leandro, Filipe dos Santos, Joaquim Ferreira; Torres Pereira, Jaime Gonçalves, Francisco Stromp, João Francisco e Carlos Fernandes (left-to-right, top-to-bottom).


Em 1922, o Sporting conquistou mais um Campeonato de Lisboa de Futebol e foi finalista vencido do primeiro Campeonato de Portugal. No entanto, no ano seguinte viria a conquistar as duas provas, obtendo o primeiro título de Campeão de Portugal numa final frente à Académica de Coimbra, em Faro, no dia 24 de Junho de 1923, jogo que venceu por 3-0. Foi também naquele ano que as secções de natação, pólo aquático e râguebi iniciaram então a actividade. Em 1928, na sua primeira digressão ao Brasil, a equipa de futebol do Sporting estreou as novas camisolas com listas horizontais verdes e brancas. Esta mudança ocorreu na partida frente ao Fluminense Football Club no Estádio de Laranjeiras, no Rio de Janeiro, a 15 de Julho de 1928. A escolha das novas camisolas foi completamente casual, ficando a dever-se ao facto de os equipamentos às listas usados pela equipa de râguebi serem mais frescos e estarem em melhor estado do que os do futebol. Já em Portugal, em Outubro de 1928, num jogo vitorioso frente ao Benfica, disputado sob intensa chuva, a equipa utilizou o equipamento listado que se manteve em uso daí para a frente. A 20 de Fevereiro de 1932 foi feito Comendador da Ordem Militar de Cristo e a 5 de Outubro de 1935 foi feito Oficial da Ordem de Benemerência. 

A partir de 1940 As míticas camisolas listadas de verde e branco serviram para ganhar, na década de 1940 e 1950, 10 títulos de Campeão Nacional de Futebol e 5 Taças de Portugal. José Travassos, em 1955, é o primeiro jogador português de Futebol a envergar a camisola da Selecção da Europa, frente à Grã-Bretanha, em Belfast, ficando célebre a sua alcunha de "Zé da Europa". A 10 de Julho de 1956 é inaugurado o Estádio José Alvalade, ao Campo Grande, demolido aquando da construção do novo complexo Alvalade XXI, primeiro parcialmente, albergando ainda as várias modalidades, depois por completo. Esses terrenos adjacentes ao novo estádio são hoje utilizados como parque de estacionamento em dias de jogos ou outros grandes eventos. Em 1957 e 1958, Manuel Faria vence a famosa Corrida de São Silvestre, de São Paulo. Em 1960 o clube é declarado Instituição de Utilidade Pública, pelo Estado Português. Desde 1960 Desde 1960, o título mais significativo alcançado no Futebol foi a Taça dos Vencedores de Taças, conquistada ao clube húngaro MTK Budapest (3-3 e 1-0). No jogo decisivo, o Sporting fez o golo solitário através de canto directo, o célebre e eterno "cantinho do Morais". A caminho da final, o Sporting venceu por 5-0 o Manchester United, depois de uma derrota por 4-1 na primeira mão, e obteve um recorde que ainda hoje perdura de 16-1 frente ao Apoel Nicosia, do Chipre, como resultado mais avultado numa competição europeia.


Futebol

Venceu também 18 Campeonatos Nacionais, o último em 2001-2002, e 15 Taças de Portugal, sendo a última em 2007-2008 com uma vitória de 2-0 contra o Futebol Clube do Porto após prolongamento. Conquistou pela última vez a Supertaça Cândido de Oliveira também na época 2007-2008, vencendo a equipa do Futebol Clube do Porto por 2-0, em jogo realizado no Estádio do Algarve. Héctor Chirola Yazalde. OHector Yazalde, também conhecido como o "chirola", foi comprado pelo Sporting Clube de Portugal ao Indepediente em 1970 e ainda hoje detém o recorde de golos marcados numa época, no campeonato português, 46 tentos em 30 jornadas. Yazalde estabeleceu também um novo recorde europeu de golos a 19 de Maio de 1974, sagrando-se naturalmente Bota de Ouro europeu, batendo a marca do húngaro Skoblar. O recorde ainda não foi ultrapassado. Como prémio recebeu um automóvel, um Toyota, que vendeu, dividindo o dinheiro pelos companheiros de equipa.


Hóquei em Patins

O Sporting foi a melhor equipa do mundo entre finais dos anos 1970 e início dos anos 1980 com uma Taça dos Campeões Europeus (1977), três Taças das Taças (1981, 1985 e 1991) e uma Taça CERS (1984). Mais tarde, a modalidade extingiu-se, tendo sido retomada em 2010. O Sporting foi a melhor equipa do mundo entre finais dos anos 1970 e início dos anos 1980 com uma Taça dos Campeões Europeus (1977), três Taça das Taças (1981, 1985 e 1991) e uma Taça CERS (1984). Em 2005, a modalidade extingiu-se, tendo sido retomada em 2010. A época de 2011/12 foi marcada pela subida à 1ª Divisão.


Ténis de Mesa

O Sporting é dono de um recorde impressionante de 11 Campeonatos Nacionais consecutivos, entre 1984-85 e 1994-95, num total de 30 campeonatos conquistados, 20 Taças de Portugal e 5 Supertaças, entre muitos outros troféus conquistados pelos seus atletas a título individual e de pares.


Ciclismo

Foi do Sporting Clube de Portugal o maior ciclista português de todos os tempos: Joaquim Agostinho, o qual obteve o 3º lugar na Volta à França em Bicicleta por três vezes. O Sporting é também o único clube no mundo a ostentar no seu palmarés uma vitória em etapas na Volta à França em Bicicleta, por intermédio do ciclista português Paulo Ferreira. 



Atletismo

O clube possui um palmarés verdadeiramente excepcional, do qual fazem parte 215 títulos Nacionais e 89 Internacionais. A maior potência de Portugal e uma das maiores da Europa e do Mundo. Carlos Lopes, do Sporting Clube de Portugal, foi o primeiro atleta português a ganhar uma medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, ganhando também uma de Prata nos Jogos Olímpicos de Montreal, sendo a de Ouro na Maratona. Sendo o clube mais representado nos Jogos Olímpicos de Atenas e tendo conquistado mais medalhas que o próprio país, esta humilde secção do Sporting Clube de Portugal, liderada pelo Prof. Mário Moniz Pereira, detém também a hegemonia do atletismo nacional, e é responsável por grande parte dos 15.000 títulos conquistados pelo clube ao longo dos seus 100 anos de história. 


Futsal

O clube conquistou 10 Campeonatos Nacionais, 2 Taças de Portugal e 3 Supertaças, sendo o clube com mais vitórias na modalidade. Conta ainda no seu palmarés com uma Taça Nacional, conquistada na época 1990/91, uma Taça das Nações, de 2007/08, um 3º lugar na UEFA Futsal Cup, alcançado em 2002/03 e um segundo lugar em 2010/2011.Foi iniciado no Sporting em 1985 ainda com a designação de Futebol de Salão. Partindo com a conquista do primeiro campeonato português realizado da modalidade, cedo o clube vincou o seu claro domínio no panorama nacional, tendo até à data conquistado 6 campeonatos nacionais e 3 taças de Portugal.


Andebol

O Sporting Clube de Portugal pelo seu palmarés, é a maior potência do Andebol português. Conquistou 19 Campeonatos Nacionais, 12 Taças de Portugal, 2 Supertaças de Portugal e 1 Taça Challenge, tornando-se na primeira equipa portuguesa a conquistar um título europeu.              O Andebol de Sete foi iniciado no Sporting em 1950 e rapidamente criou raízes profundas no Clube ao ver a conquista do Campeonato Nacional em 1952. Transformou-se na grande potência do Andebol português no período de 1966 a 1973, em que foram conquistados sete Campeonatos Nacionais em oito possíveis.


Bilhar

O clube tem o maior bilharista português de sempre: Jorge Theriaga. Estes dados confirmam a variedade e a qualidade desportiva do Sporting Clube de Portugal, e dignificam os seus préstimos em prol do Desporto em Portugal, na Europa e no Mundo. A 2 de Junho de 1981 foi feito Membro-Honorário da Ordem do Infante D. Henrique.


Actualidade

Actualmente a equipa de futebol do Sporting Clube de Portugal joga no novo Estádio José Alvalade, com a sua exuberante e colorida fachada, rica em amarelos, verdes e brancos, as cores presentes no seu símbolo é um dos mais modernos estádios do Mundo. Foi inaugurado a 6 de Agosto de 2003, inauguração esta apadrinhada pelo clube inglês Manchester United, jogo que ficou 3-1, com a vitória do Sporting C.P. Este estádio conta com 50.076 lugares todos sentados e cobertos, onde também foi jogado o Euro 2004, e a final da Taça UEFA que teve o Sporting Clube de Portugal como finalista na temporada 2004/2005. 

Conta ainda com a Academia Sporting/Puma (nome do patrocinador) em Alcochete, utilizada durante esse campeonato como centro de estágio e preparação da Selecção Portuguesa de Futebol. A Academia Sporting é a primeira e única na Europa a receber o certificado de qualidade (ISO) que é atribuído pela Empresa Internacional de Certificação. A Academia, considerada a melhor do Mundo, é o resultado do esforço na aposta na formação de jovens. 

O Sporting conta com a melhor escola de talentos europeia e uma das melhores do mundo, na actualidade. Novos talentos despontam todos os anos, desde Luís Figo até Cristiano Ronaldo. Em 2009 foi lançado o Sporting Clube de Portugal - Site de Apoio, espaço de apoio ao clube, com a participação de antigos e actuais dirigentes, Associação de Adeptos Sportinguistas, e anónimos, sendo actualmente um ponto de encontro entre as diversas correntes Sportinguistas.


Sabia que...

Entre outras, está o facto de ser o único clube do Mundo com dois museus.

O primeiro, sito na cidade de Leiria, resultou da dedicação e do enorme esforço de um adepto do Clube. Este museu foi durante muitos anos o principal museu do SCP, contando entre o seu espólio de verdadeiras relíquias da história do nosso Clube. Aquando da edificação do museu do Sporting Clube de Portugal no Estádio em 1995, o museu de Leiria cedeu diversos objectos ao novo museu situado na capital. Está indubitavelmente ao nível dos melhores museus de Clube.


História dos Estádios

O primeiro campo começou a funcionar em 8 de Maio de 1906, no nº73 da Alameda do Lumiar (hoje Alameda das Linhas Torres), no chamado Sítio das Mouras. Os terrenos foram cedidos pelo Visconde de Alvalade, que correspondeu à vontade do neto, José Alvalade, de consolidar um novo clube depois da cisão do Campo Grande Football Club. A cedência incluiu, ainda, um edifício na mesma Alameda, para funcionar como a primeira sede do Sporting Clube de Portugal.



As instalações começaram a funcionar em 8 de Maio de 1906, portanto ainda antes da data oficial da fundação do Sporting 1 de Julho do mesmo ano. Na altura o Sítio das Mouras era considerado o melhor e mais luxuoso campo de jogos de Portugal.



No ano seguinte, a 4 de Julho de 1907, houve uma remodelação que melhorou substancialmente as condições desportivas: além de um campo de futebol, o segundo campo dos leões passava a contar com uma pista de atletismo, dois courts de ténis, pavilhão com vestiários e armários pessoais, chuveiros e banhos de imersão, sala de estar e de jogos, sem esquecer a cozinha equipada para a preparação de refeições ligeiras. Este complexo ficou a ser o melhor de então em Portugal e situava-se no mesmo local do primeiro campo, ao lado do Chafariz das Mouras.


O segundo campo situou-se no mesmo terreno do Sítio das Mouras, isto é, resultou de um conjunto de melhoramentos que transformaram o recinto no melhor de Portugal. O complexo desportivo integrava campo de Futebol, pista de Atletismo, dois campos de Ténis, pavilhão com vestiários e armários pessoais, chuveiros e banhos de imersão, sala de estar e de jogos, além de cozinha equipada para preparação de refeições ligeiras.

Este segundo campo foi inaugurado a 4 de Julho de 1907.



O Sporting saiu do Sítio das Mouras para ocupar o Campo Grande 412, no dia 1 de Abril de 1917, data da sua inauguração. Foi neste terceiro campo, que conheceu muitas glórias, incluindo duas dobradinhas (Campeonato de Lisboa e Campeonato de Portugal). Este campo, anteriormente arrendado ao Lisboa F.C., que entretanto se extinguiu, sofreu amplas melhorias levadas a cabo pelo arquitecto António do Couto que só foram possíveis graças ao dedicado dirigente Mário Pistacchini, que adiantou os quase 53 mil escudos necessários para as obras, na condição de o Sporting lhe pagar quando pudesse, o que se veio a verificar uns anos mais tarde. Na sequência de acordos patrimoniais com a Câmara Municipal de Lisboa, o Sporting em 1940, num gesto de boa vontade, cedeu este campo ao eterno rival Benfica quando este clube foi obrigado a abandonar o campo nas Amoreiras para realização de obras públicas no local (construção do viaduto Duarte Pacheco e auto estrada para a marginal). Ficou conhecido como ‘a Estância de Madeira’.


O terceiro campo de jogos foi inaugurado em 1 de Abril de 1917. Resultou do arrendamento de um novo terreno, no Campo Grande 412.  José Alvalade fizera construir o Stadium de Lisboa em 1914 e, na sequência de diferenças de opinião registadas na altura com os dirigentes do Sporting, estes decidiram optar por outro recinto.

O arquitecto António do Couto foi autor do projecto das novas instalações, mais tarde remodeladas e utilizadas pelo Benfica – a chamada "Estância de Madeira".

A área regressou posteriormente ao Sporting, na sequência de acordos patrimoniais com a Câmara Municipal de Lisboa. Em parte dela assenta o novo Estádio José Alvalade



O quarto campo foi como que um regresso às origens. O Stadium de Lisboa, ou Estádio do Lumiar, tinha campo de futebol, pista de atletismo e velódromo, embora um pouco degradado. Este recinto, que viria a ser o cenário de tempos gloriosos do futebol leonino (teve a ‘honra’ de assistir ao aparecimento dos ‘Cinco Violinos’), foi arrendado a 30 de Abril de 1937. 


O quarto campo de jogos resultou do arrendamento do Stadium de Lisboa, que fora construído por José Alvalade, situado na já então chamada Alameda das Linhas de Torres. 

O recinto fora inaugurado em 1914 e serviu de cenário frequente a jogos da selecção nacional. O arrendamento, com a transferência da prática desportiva do Sporting para o recinto, iniciou-se a 30 de Abril de 1937.

O Clube necessitava de novas instalações e o então presidente, Oliveira Duarte, há muito desenvolvia esforços com esse objectivo. Adquiriu a chamada Faixa do Talone, chegou a ter projecto para um novo campo, mas informações preciosas do futuro presidente Álvaro Retamosa Dias permitiram o arrendamento.

O Original Estádio José Alvalade

O Quinto campo resultou da construção do Stadium de Lisboa. Entrou em funcionamento em 13 de Junho de 1947, já baptizado como Estádio José Alvalade.


O Stadium estava dotado com Campo de Futebol, Pista de Atletismo e Velódromo.

Os trabalhos de remodelação incidiram principalmente sobre o arrelvamento do campo de futebol e a regularização das pistas de atletismo e de ciclismo. Este recinto assistiu a alguns dos mais fabulosos momentos da história do futebol do Sporting, as exibições dos “Cinco Violinos” e a conquista de sucessivos campeonatos, entre os quais avulta o primeiro tetra obtido em Portugal.



Na sequência de acordos patrimoniais com a Câmara Municipal de Lisboa, o Sporting tomou posse do Stadium, remodelando-o em 1947 com arrelvamento do terreno de jogo, a regularização da pista de atletismo e de ciclismo e a construção de bancada de cimento nos topos. Após esta transformação, o quinto campo de jogos leonino foi inaugurado em 13 de Junho de 1947, com um jogo de futebol entre os leões e o Atlético de Bilbau (4-4, no final da partida), ficando este recinto com um marco histórico: é o primeiro campo de jogos do Sporting Clube de Portugal conhecido por Estádio José Alvalade, como viria a acontecer aos dois recintos desportivos que lhe seguiram.


Como resultado dessas significativas alterações, este recinto recebeu a quinta edição da Taça Latina, em 1953, a única prova de então que reunia os melhores clubes europeus. O Sporting não foi feliz, tendo perdido com o AC Milão (após dois prolongamentos) por 3-4, com dois golos de Martins e um de Vasques. No apuramento dos terceiros e quartos lugares, os leões golearam o Valência por 4-1, mantendo os autores dos golos: desta feita, dois para cada um deles. O Sporting continuava a crescer e o tetra campeonato (1950-1954), a seguir ao tricampeonato (1946-1949), mais reforçou a necessidade de um estádio moderno, funcional e com muito maior capacidade. Na sequência de uma enorme mobilização de todos os Sportinguistas, que deram prova de enorme dedicação e criatividade, o Estádio José Alvalade, o sexto campo da história do Clube, foi inaugurado a 10 de Junho de 1956.


Sexto campo foi edificado segundo projecto do arquitecto Anselmo Fernandez, posteriormente também o grande técnico da conquista da Taça das Taças. Resultou de um grande esforço de mobilização de todo o Clube, que permitiu a edificação de um recinto monumental dotado de uma bancada central coberta e bancadas superiores e laterais que faziam superar, em muito, os problemas da lotação registados no anterior Estádio.

A inesquecível inauguração!

A inauguração do Estádio José Alvalade foi uma coisa nunca antes vista. Pela primeira vez reuniram-se 60000 pessoas num Estádio, proporcionado a receita, nunca atingida até então, de 3600 contos. Os dirigentes leoninos não deixaram vender 7000 bilhetes para o peão, porque a lotação estava sobrelotada e era perigoso.

Cerca de 250 delegações desportivas com cerca de 3000 atletas, vindas de todo o país, de África, América dignificaram aquela jornada inesquecível. O jogo de futebol com o Vasco Gama do Brasil, concluiu o programa. Para a inauguração da luz eléctrica foi convidada uma selecção húngara, composta por alguns dos melhores futebolistas da altura.

Nota ainda para o festival de ciclismo que contou com Louis Bobet um dos principais ciclistas da época, e também para os meetings de atletismo. Inicialmente dotado de pistas de ciclismo e de atletismo, e herdando o peão do seu antecessor, o Estádio sofreu importantes remodelações ao longo de quase 47 anos de vida, designadamente o rebaixamento do relvado com o desaparecimento da pista de ciclismo e, em 1983, a substituição do peão pela bancada nova, do lado Nascente na presidência de João Rocha.

O Estádio “fechado” era um sonho dos sportinguistas desde o início. Situado na depois simbolicamente designada Rua Francisco Stromp, o Estádio José Alvalade permitiu logo a seguir á inauguração os primeiros jogos nocturnos do Sporting, pois foi dotado com torres de iluminação com capacidade sucessivamente melhorada. A demolição parcial iniciou-se em 2002, com a redução em cerca de 30 por cento da sua capacidade, que viera a ser adaptada ao longo dos anos com a instalação de cadeiras em todos os lugares. Antes do início da demolição o Estádio José Alvalade tinha cerca de 50 mil lugares.

O sexto campo foi um marco imponente numa história de recintos desportivos do Sporting caracterizados sempre pelas boas condições para a época em que foram utilizados. Vale a pena, por isso, passar uma breve vista de olhos sobre a história das instalações desportivas do Sporting.


O sexto campo foi o Estádio José Alvalade inaugurado em 10 Junho de 1956.


Cerca de 60 mil pessoas deslocaram-se a Alvalade para assistir à cerimónia de inauguração (na qual, Craveiro Lopes, Presidente da República, também marcou presença). Cantou-se o hino nacional e houve um enorme espectáculo de cor e movimento: mais de 1.500 atletas leoninos desenharam as iniciais SCP no relvado. Depois o futebol. Os brasileiros do Vasco da Gama foram os convidados e acabaram por ganhar 2-3.

O crescimento contínuo do SCP, então a caminho dos 50 anos de vida, impunha um novo Estádio.

Foi necessário um grande esforço de mobilização sportinguista para erguer uma obra que para a época, era pioneira e avançada no seu tempo, dispondo de condições únicas em toda a Península Ibérica. A construção do novo Estádio foi uma história feita de muitas histórias de dedicação, amor clubista e criatividade. A 18 Dezembro 1954, foi aprovado o projecto de construção do, então, novo Estádio José Alvalade. Foi reavivado o projecto primitivo que fora iniciado em 1947, ano em que se procedeu á remodelação do recinto então conhecido como campo do Lumiar, que estivera na origem do Stadium de Lisboa, de 1914.

Procedeu-se nessa altura ao arrelvamento, à construção de peão e de parte das bancadas de topo. Na sequência dessas transformações de 1947, o campo de jogos do Sporting passou a designar-se Estádio José Alvalade. Em 1952 fizeram-se obras de melhoramento no Estádio em funcionamento, que acabaram por não ser aproveitadas no novo recinto. O campo do Lumiar, rebaptizado José Alvalade foi praticamente todo demolido; aproveitaram-se o terreno de jogo, as pistas de atletismo, de ciclismo e do peão. No entanto, a pista de ciclismo recebeu algumas alterações, designadamente o alargamento de dois metros em toda a sua periferia e o alinhamento da inclinação, de forma a torna-la mais rápida.

O projecto inicial previa que o Estádio fosse totalmente coberto e que além da construção das superiores norte e sul, fosse ainda levantada una bancada central nascente no lugar do peão , o que só viria a acontecer em 1983. No dia 11 Dezembro 1955, o SCP pôs a concurso a execução das obras do novo Estádio e a 12 Março os trabalhos foram adjudicados a uma empresa do ramo. As obras da demolição do anterior recinto já tinham começado em 1 Janeiro de 1955. No dia 27 Março 1955 iniciou-se a construção do Estádio José Alvalade.

A iluminação do Estádio José Alvalade, outra inovação introduzida em Portugal pelo novo recinto, iria permitir a realização de competições nocturnas dos mais variados desportos, o que fazia com que o Estádio José Alvalade fosse o único da Península Ibérica com característica de Estádio Olímpico. Tal como o sistema eléctrico, a aparelhagem sonora montada no novo Estádio do SCP era na altura o último grito a nível tecnológico.

O Estádio José Alvalade foi inaugurado a 10 Junho 1956, foi o sexto campo na ordem de recintos desportivos do SCP, primeiro de raiz a ser baptizado com o nome do seu fundador. A sua edificação foi obra da mobilização dos sportinguistas e no final ficou uma obra ide estrutura olímpica, imponente e avançadíssima para a época. Foi graças à dinâmica dos sócios e adeptos sportinguistas, a suas iniciativas e uma grande imaginação que conseguiram angariar a verba de 7 716 539 escudos, uma quantia fabulosa para a época. O valor total da obra atingiu os 25000 contos!


A Comissão Central do Estádio!

Importante para a concretização deste grande empreendimento, foi a acção da «Comissão Central do Estádio José Alvalade», a qual funcionava como um todo homogéneo e profissional, embora fosse constituída por sportinguistas que não ganhavam um tostão, antes gastava muito dinheiro do seu bolso. A tarefa de angariar fundos foi crucial para a concretização das datas.


Inúmeras Subcomissões

Criaram-se inúmeras subcomissões. A de Alfama, a da Carris, a de Almada, a de Alcântara, até se formaram comissões originárias de ruas Lisboa!


Campanha do papel velho!

Realizou-se a campanha do papel velho, na qual todos os sócios do SCP deviam contribuir com jornais velhos, entre outros papeis de que pudessem dispor. Outra ideia de sucesso foi a criação de um emblema "o leão com picareta" para ser vendido, o qual servia essencialmente, para marcar o dia em que os sócios e adeptos se deslocavam ao Estádio do Lumiar para ajudarem a demolir essa preciosidade sportinguista e a erguer a obra que viria a ser o novo Estádio.


Pagar para participar!

Nesses dias até os tijolos eram leiloados O presidente e outros dirigentes estavam presentes para os autografar.Com a mesma imaginação para angariar fundos, foram disponibilizadas picaretas para arrancar tijolos e cada sócio pagava determinada importância para as utilizar! No mesmo sentido organizaram-se visitas para os adeptos visitarem as obras, do que resultaram importantes donativos.


A campanha do cimento!

Outra forma de angariar meios para a construção do Estádio, passou pela campanha do cimento que foi muito produtiva, porque foram oferecidos muitos e muitos sacos de cimento, mesmo toneladas o que deu muita ajuda para a concretização do grande sonho dos adeptos sportinguistas.


Lugares cativos

Outro expediente que deu bons resultados foi a venda de lugares cativos. Os sócios pagavam uma mensalidade de 200 escudos até perfazer os 5000 escudos pedidos.


Festas e excursões

A Comissão Central potenciou a criatividade de modo a multiplicar maneiras de angariar receitas para responder ás elevadas exigências da construção do Estádio. Espectáculos e excursões foram iniciativas organizadas por todo o país. Mas também à Madeira, Tangêr e Gilbraltar de barco. No coliseu dos recreios foi organizada a «Grande Gala» que esgotou. Ficaram de fora mais de 5000 pessoas. Na sede da rua do Passadiço realizaram-se mais de uma dezena de festas.


Voos "Charter"

Foi a euforia da construção do Estádio José Alvalade que levou á organização do primeiro voo charter em Portugal para apoiar um clube.


Dia do Trabalho!

O dia do trabalhador, que foi possível comemorar com o 25 de Abril, já existia no Sporting desde 1954, dissimulado com a designação de "dia do Trabalho". Nesse dia, os sócios entregavam ao SCP uma verba que correspondia ao seu salário de um dia de trabalho, para a construção do Estádio e confraternizavam nas redondezas. Não se tratava de politica, mas havia uma enorme dedicação clubista.




O SCP inaugurou a Piscina do Estádio José Alvalade a 16 Setembro 1989, concretizando um sonho que vinha desde a sede na Rua do Passadiço. 

Nos anos vinte do século XX o SCP tivera, com grandes sacrifícios, um posto náutico fluvial e depois nas instalações do Campo Grande que seriam a casa da Natação do Clube durante muito tempo. O crescimento da modalidade no SCP exigiu a realização de um investimento nas piscinas do Campo Grande que seria potenciado nos derradeiros cinco anos que antecederam a edificação das Piscinas no Estádio José Alvalade, no interior da Bancada Nova, mais precisamente na Nave.


Ginásios

A história do nascimento na ginástica no Estádio José de Alvalade, começou com a inauguração de um ginásio onde existia, nos últimos anos, o Museu, ligado á secção de tiro e ao ciclismo. Antes de 1974 praticava-se ginástica artística e de formação geral. Nesses tempos a ginástica funcionava principalmente na rua do Passadiço, onde dividia o espaço com o Estádio.

Em 1974, a ginástica do SCP estava instalada em força na antiga sede da rua do Passadiço e tinha expressão nacional e internacional. Devido às convulsões politicas a direcção do Clube decidiu encerrar as instalações na rua do Passadiço e transferiu tudo para o Estádio; onde de imediato se percebeu que um ginásio era demasiado pouco para as necessidades do clube.

A solução seria apresentar um projecto para a construção de mais dois ginásios à Direcção Geral dos Desportos (DGD) que apontava para a grande procura da prática da ginástica no SCP, havendo espaço disponível mas o Clube não dispunha de verbas. O pedido foi excepcionalmente bem aceite pelo professor Melo de Carvalho director da DGD de tal modo que no dia seguinte estava um engenheiro e um arquitecto do organismo governamental.

Durante a construção desses dois ginásios, as pessoas aceitaram as dificuldades inerentes aos trabalhos e nunca deixaram de fazer ginástica, encarando as dificuldades como muita motivação. Assim, no ano lectivo de 1975 /1997, iniciou-se a nova era de Alvalade que terminou em 2004, com a transferência para o edifício Multidesportivo.

Com três ginásios a funcionar, passou-se de 300 alunos para 1200, pelo que foi necessário arranjar novas soluções. Em 1977 foram construídos mais dois ginásios e mais tarde com a construção da bancada nova nasceram mais ginásios. Desta forma a ginástica do SCP chegou rapidamente aos 5000 atletas, um número que atesta o êxito da aposta da massificação da modalidade.

A grande expansão quantitativa e qualitativa da ginástica do SCP ganhou novo impulso e na década de 80 os praticantes atingiram a impressionante cifra de 8000 praticantes. As solicitações para actuações das classes da ginástica do SCP surgiam de todo o país. Mas também a nível internacional com sucessivas participações na Gimnstrada. Os Saraus da ginástica do SCP, afirmaram a modalidade como um factor de grande valor agregativo da família leonina, os quais simbolizavam todo o esforço realizado pelos construtores da modalidade no Clube.

A história do nascimento da ginástica no Estádio José de Alvalade, começou com a inauguração de um ginásio onde existia, nos últimos anos, o Museu, ligado à secção de tiro e ao ciclismo. Antes de 1974 praticava-se ginástica artística e de formação geral. Nesses tempos a ginástica funcionava principalmente na rua do Passadiço, onde dividia o espaço com o Estádio. Em 1974, a ginástica do SCP estava instalada em força na antiga sede da rua do Passadiço e tinha expressão nacional e internacional.

Devido às convulsões politicas a direcção do Clube decidiu encerrar as instalações na rua do Passadiço e transferiu tudo para o Estádio; onde de imediato se percebeu que um ginásio era demasiado pouco para as necessidades do clube. A solução seria apresentar um projecto para a construção de mais dois ginásios à Direcção Geral dos Desportos (DGD) que apontava para a grande procura da prática da ginástica no SCP, havendo espaço disponível mas o Clube não dispunha de verbas. O pedido foi excepcionalmente bem aceite pelo professor Melo de Carvalho director da DGD de tal modo que no dia seguinte estava um engenheiro e um arquitecto do organismo governamental.

Durante a construção desses dois ginásios, as pessoas aceitaram as dificuldades inerentes aos trabalhos e nunca deixaram de fazer ginástica, encarando as dificuldades como muita motivação. Assim, no ano lectivo de 1975 /1997, iniciou-se a nova era de Alvalade que terminou em 2004, com a transferência para o edifício Multidesportivo. Com três ginásios a funcionar, passou-se de 300 alunos para 1200, pelo que foi necessário arranjar novas soluções. Em 1977 foram construídos mais dois ginásios e mais tarde com a construção da bancada nova nasceram mais ginásios.

Desta forma a ginástica do SCP chegou rapidamente aos 5000 atletas, um número que atesta o êxito da aposta da massificação da modalidade. A grande expansão quantitativa e qualitativa da ginástica do SCP ganhou novo impulso e na década de 80 os praticantes atingiram a impressionante cifra de 8000 praticantes. As solicitações para actuações das classes da ginástica do SCP surgiam de todo o país. Mas também a nível internacional com sucessivas participações na Gimnstrada. Os Saraus da ginástica do SCP, afirmaram a modalidade como um factor de grande valor agregativo da família leonina, os quais simbolizavam todo o esforço realizado pelos construtores da modalidade no Clube.


A Nave de Alvalade

A Nave de Alvalade foi uma solução de recurso tornada necessária pela demolição do pavilhão vizinho do Estádio José Alvalade mas que fez história. Foram 17 anos "provisórios" (1986-2004) nos quais o Andebol, o Hóquei em Patins, o Voleibol e o Futsal escreveram momentos de grande vitalidade ecléctica através de conquistas que enriqueceram, em muito, o património de vitórias Sportinguistas.


A Nave de Alvalade resultou de um aproveitamento imaginativo, fruto das necessidades, do espaço proporcionado pela construção da chamada "Bancada Nova", a central nascente do antigo Estádio José Alvalade.



A Bancada Nova

Em 1983, foi inaugurada a bancada nova, uma obra que era um sonho presente na mente dos Sportinguistas desde o dia 10 Junho de 1956, data da inauguração do Estádio José Alvalade. Esta obra proporcionou a possibilidade a mais 15000 pessoas de assistirem, em Alvalade, a diversas manifestações desportivas e festivais de música. A Bancada Nova não ficou a ser apenas um melhoramento significativo de estádio, entendido como recinto para prática do futebol e do atletismo. É verdade que esta nova construção representou o desaparecimento da mítica pista de ciclismo, então utilizada com pouca frequência. Por outro lado, porém, outros sectores de actividade desportiva adquiriram então um alento como nunca se registara. 


Em 1984, o Estádio José Alvalade, com a sua nova bancada, e as imediações, integravam 40 ginásios, sete pavilhões, uma pista de gelo, dois campos de treino relvados, uma pista de tartan, salão de bingo, sistema de rega, iluminação reforçada e uma capacidade aumentada em 15000 espectadores.

Esta nova dinâmica Sportinguista também significou uma coisa espantosa: inúmeros clubes portugueses tinham nas suas fileiras atletas formados e iniciados no SCP.

Podia afirmar-se sem qualquer receio que o SCP assumia, nessa altura, a posição de maior força desportiva nacional, o que naturalmente enchia de orgulho todos os Sportinguistas.


A Bancada nova permitiu que 7500 ginastas utilizassem os 40 ginásios existentes, numa manifestação espantosa de crescimento desportivo, só possível num quadro de aposta na massificação, aplicando-se uma tendência reforçada com o 25 de Abril e que o SCP encarou como um dos seus objectivos mais significativos.

A Bancada Nova acabou por se tornar num santuário das modalidades de alto rendimento do SCP quando a nova nave, no espaço por ele proporcionada foi ocupada por dois recintos cobertos que substituíram o pavilhão destruído para dar lugar ao metro do campo grande.

Este novo espaço permitia a actividade permanente que atletas do Clube desenvolviam ao longo do dia; praticavam-se no SCP 22 modalidades, todas elas capazes de conquistar títulos.


A Pista de Tartan

Em 1979 o SCP inaugura a sua Pista de Tartan, cor de tijolo, com a organização da Taça dos Campeões Europeus de Atletismo, conquistando o 4º lugar, dando seguimento a um antigo sonho dos adeptos, atletas e dirigentes do Clube.

Desde a sua fundação em 1906, o atletismo era uma modalidade de grande implantação no SCP; algo que seria uma autêntica imagem de marca do Clube. Não havia pista, mas as provas decorriam no campo de futebol, primeiro pelado e, depois com relva. O local era o mesmo onde depois iria nascer em 1956 o Estádio José Alvalade. 

A primeira pista de cinza é inaugurada em 1945 no Estádio Lumiar com um Portugal -Espanha em atletismo disputado nos dias 15 e 16 Setembro de 1945. Desta forma, a organização de diversos meetings nacionais e internacionais intensificaram-se.


No dia 9 Setembro de 1949, o atleta norte-americano Fortune Gordian bateu o recorde mundial do lançamento do disco, com 56,46 metros. Era o prenúncio do valor e da importância da nossa pista de atletismo, que viria a protagonizar muitos outros feitos. No dia 31 de Maio de 1981 Fernando Mamede bateu o recorde do mundo dos 10000 metros, o qual perduraria por 5 anos e na Europa durante 15 anos.

A Pista de Tartan, que poucos anos depois adaptaria em boa hora a cor verde foi um equipamento fundamental para o desenvolvimento do atletismo do SCP.


Ringue descoberto

Nas traseiras do antigo peão do Estádio José Alvalade, herdado do Campo do Lumiar, funcionou durante cerca de duas décadas, até à construção do pavilhão, um ringue descoberto aproveitado pelas modalidades, designadamente andebol e hóquei em patins. Era o equivalente da Nave, mas ao ar livre, no espaço existente antes da "Bancada Nova".

Muitas gerações de atletas ali iniciaram e cimentaram carreiras; gerações de sócios e adeptos ali passaram pelas duas bancadas de madeira, sentindo muito de perto o pulsar de modalidades do SCP.


A construção do Pavilhão

Durante dez anos as modalidades de alta competição funcionaram no Pavilhão de Alvalade, construído na zona vizinha do agora Interface do Campo Grande.



As obras, que correspondiam a uma velha ambição das modalidades do Clube, iniciaram-se a 12 Novembro de 1975, contando com a participação voluntária de inúmeros sócios e adeptos do SCP.

O edifício ficou dividido em três grande áreas, para poder corresponder às necessidades de perto de 600 atletas que então representavam o SCP nas actividades ali instaladas.

A última parte do Pavilhão, onde passaram a ser disputados os jogos oficiais das modalidades, foi inaugurado a 14 Outubro de 1976 com um jogo de Basquetebol entre o SCP e o Real Madrid.



No ano seguinte, o Pavilhão entrou definitivamente na história do SCP e do desporto nacional: foi ali que o SCP se tornou a primeira equipe Portuguesa a conquistar uma Taça dos Campeões Europeus. Em Setembro de 1986, a parte do Pavilhão que se destinava aos jogos oficiais das modalidades do Clube foi demolida, devido às obras do Metro do Campo Grande.


Pista de Ciclismo

A pista de ciclismo transitou do Estádio do Lumiar no qual, como velódromo, proporcionou espectáculos de ciclismo e motorismo - motas e automóveis. Competições que, às vezes eram mistas porque as provas ciclistas de meio fundo se realizavam com os ciclistas correndo "puxados" por motas.


A pista de ciclismo não replicou inteiramente, porém, o velódromo do Estádio do Lumiar. Foi modernizada, alargada em dois metros em todo o perímetro e recebeu maior inclinação para que ficasse mais rápida. Foi até 1979 uma das atracções do Estádio José Alvalade. O conceito de Estádio Olímpico que inspirou os obreiros do Estádio José Alvalade na década de cinquenta, incluía pista de ciclismo.

Na inauguração do Estádio José Alvalade incluiu um espectáculo de ciclismo com projecção mundial, realizado em 21 Junho de 1956, 11 dias depois da inauguração solene. Esse festival ficou como ponto de partida para 23 intensos anos de actividade, que não se confinou ao ciclismo, pois a pista foi cenário igualmente para provas de motorismo.

As noites de Alvalade animaram-se frequentemente com espectáculos de pista dedicados exclusivamente ao ciclismo, entre eles uma prova de "24 horas de Lisboa", uma corrida de um dia com regulamentos especiais e complementada, sobretudo durante a noite, com outras actividades, designadamente espectáculos musicais. Estas eram iniciativas muito em voga nesses tempos e que tinham como inspiração as grandes clássicas de pista com provas de seis dias.

Pontos altos da vida da pista de Alvalade foram algumas das etapas da volta a Portugal, quer com provas em série quer de contra relógio por equipas. Sempre muito emocionantes por serem decididas ao segundo. Momentos inesquecíveis viveram-se em 1969 e 1970 com a chegada da última etapa da volta a Portugal. As bancadas de Alvalade receberam multidões para consagrar os derradeiros metros dos contra relógios vitoriosos de Joaquim Agostinho. A cavalgada do poderoso ciclista verde e branco era acompanhada intensamente pela rádio, que dava conta dos tempos de passagem, até que a multidão explodia em delírio, como num golo que valesse um título , com a entrada de Joaquim Agostinho em pista, pela porta da maratona, sabendo que o seu tempo já seria imbatível.

A pista de ciclismo marcou uma era desportiva em Portugal, foi palco de exibição de alguns dos mais sonantes nomes mundiais da bicicleta permitiu que se vibrasse até ao delírio com Joaquim Agostinho, verdadeiro fenómeno do desporto. A tradição velocipédica do Estádio José Alvalade foi tão forte que, na hora da despedida, aí terminou a edição de 2003 da volta a Portugal, numa derradeira homenagem ao recinto, ainda que prestada rodando sobre a pista de tartan do atletismo.



Estádio Alvalade XXI 

Na década de noventa do século XX, com os grandes esforços de transformação realizados no Clube e a desejada activação de um património imobiliário estagnado, a construção de um moderníssimo Estádio, tornou-se uma realidade. E a obra, orgulho de todos os Sportinguistas pela sua funcionalidade e beleza, nasceu a 6 de Agosto de 2003. É o sétimo campo de jogos e chama-se José Alvalade, porque os Estatutos do Sporting estabelecem, em homenagem ao Fundador, que o principal recinto desportivo do Clube tenha o seu nome.


Pare um pouco nesta imagem e observe com a alma!

O sétimo campo a sétima maravilha, inaugurado a 3 de Agosto de 2003, com uma capacidade de 52.000 lugares, emergiu dos antigos campos de treino e da área da anterior "Estância de Madeira". 

Vizinho do anterior, permite ao Sporting manter-se na zona onde o clube nasceu há quase cem anos e vivendo agora num moderno complexo de elevada qualidade.

O actual Estádio José Alvalade é o Estádio do Centenário e marca uma nova etapa na do Sporting Clube de Portugal. Integra-se no Complexo Alvalade XXI, que inclui o Estádio de Futebol, o Edifício Multidesportivo, o Alvalaxia – área comercial, cultural e de lazer – Health Club, Clínica Medica, o Mundo Sporting (sucessor do Museu do Sporting) e o Edifício Visconde de Alvalade.

Inserido num vasto projecto imobiliário. Este "projecto" foi apresentado como sendo a viabilidade do SCP para as próximas décadas. A sustentabilidade da nossa grande instituição no futuro. A construção do novo estádio José de Alvalade foi uma obra de grande envergadura e decorreu em simultâneo com a plena actividade do seu antecessor, e depois com a demolição deste. 

Em 2002 o futebol leonino conquista o seu 18º título, coincidindo com o desaparecimento do "projectado" pavilhão do tão propagandeado complexo imobiliário para o século XXI; não merecendo grande credibilidade o "argumento" do aumento da lotação do estádio ser incompatível com a construção de um equipamento tão importante para o futuro do SCP.

O novo estádio José de Alvalade, apelidado de forma infame nos primeiros tempos de "Alvalade XXI" , seria inaugurado no dia 6 Agosto 2003 num dia memorável para os Sportinguistas.




Instalado na zona urbana de Lisboa, entre a Avenida Padre Cruz, 2ª Circular e a Alameda das Linhas Torres, ao lado do seu ‘irmão mais velho’, entretanto demolido, é um estádio futurista que recebeu cinco jogos do Euro-04 (disputado em Portugal) e uma final europeia, da Taça Uefa, a 18 de Maio de 2005. No entanto, o grande momento aconteceu a 6 de Agosto, o dia da sua inauguração: os leões venceram o poderoso Manchester United por 3-1, com Luís Filipe a marcar o primeiro golo e João Pinto a bisar. Cristiano Ronaldo, com uma exibição fantástica, rumou passados poucos dias para Inglaterra, numa transferência que rendeu aos cofres leoninos, 15 milhões de euros.


Algumas curiosidades sobre o novo Estádio José Alvalade:

  •  Arquitecto - Tomás Taveira
  •  Empresas construtoras - Alves Ribeiro, Novopca, Martifer, Tecnovia, Efacec, IBM e Siemens
  •  Arranque da obra - 15 de Janeiro de 2001
  •  Inauguração do Estádio - 6 de Agosto de 2003 (abertura de portas às 18h30)
  •  Dimensões do relvado - 105 x 68 metros
  •  Capacidade Total - 52.000
  •  Principal Distinção - Estádio ‘5 Estrelas’ da UEFA em Maio de 2005



Festas dos títulos 

 Em 2000, realizou-se no antigo Estádio José Alvalade uma festa há muito aguardada pelos sócios e simpatizantes do Sporting: 18 anos depois, comemoraram a conquista do título de campeão nacional. Um estádio completamente cheio de adeptos e sócios entusiastas que aguardaram durante horas a equipa, que vinha lenta e festivamente, escoltada a preceito por centenas de associados e simpatizantes em ovação, do norte do país, onde tinha vencido por uns expressivos 4 golos a 0 o Salgueiros, no seu Estádio Vidal Pinheiro, no Porto, até finalmente alcançar o relvado de Alvalade, que foi pouco depois invadido pela massa humana, pacificamente, num júbilo final. Já a comemoração do título de campeão nacional em 2002 foi feita nas ruas de Lisboa, com um desfile dos campeões desde o Campo Grande até aos Paços do Concelho, com a equipa sempre aplaudida e ovacionada pelas avenidas e ruas da capital até à celebração final na varanda do edifício da Câmara Municipal de Lisboa.



O novo complexo Alvalade XXI foi inaugurado a 6 de Agosto de 2003. Alvalade XXI é o nome actual do complexo onde se encontra o novo Estádio José Alvalade, pertença do Sporting Clube de Portugal.


Inauguração esta apadrinhada pelo clube inglês Manchester United, jogo que ficou 3-1, com a vitória do Sporting C.P. Neste jogo, manifestou-se a vontade do United de contratar Cristiano Ronaldo, então com 18 anos, do Sporting. Este estádio conta com 52 000 lugares todos sentados e cobertos, e ainda com 1 600 lugares de estacionamento, dos quais 30 são reservados a pessoas portadoras de deficiência motora.



Foi desenhado pelo conhecido arquitecto Tomás Taveira. Além de ter sido palco de importantes jogos do Euro 2004, recebeu também a final da taça UEFA 2004/05. Foi o primeiro estádio em Portugal a receber a distinção «5 estrelas» pela U.E.F.A, num Portugal-Holanda a contar para o Euro 2004. Para além do estádio, que custou cerca de 105 milhões de euros, o complexo Alvalade XXI inclui ainda o centro comercial Alvaláxia, um pavilhão Multidesportivo, o Holmes Place, a Clínica Médica CUF, o edíficio Visconde de Alvalade, onde se encontra a sede do clube e uma fossa a céu aberto em redor do relvado. No total, o complexo Alvalade XXI custou quase 154 milhões de euros.


Concertos efectuados no XXI

Desde os finais dos anos 80 que Alvalade é o palco dos grandes concertos em Portugal. Nomes como: Pink Floyd, Metallica, Prince, Genesis, Phil Collins, Tina Turner, U2, The Cure, The Rolling Stones, Depeche Mode, Joe Cocker, Bryan Adams, GNR, David Bowie, Guns N' Roses, AC/DC, Bruce Springsteen - já marcaram presença em Alvalade. Antes de o estádio abrir as portas a estes nomes mundiais, Portugal não fazia parte da rota das grandes tours. Desde então Alvalade passou a fazer parte da agenda dessas e de outras bandas.



Academia

É pertença do Sporting Clube de Portugal. A Academia Sporting, é inaugurada a 21 de Junho de 2002, é um amplo espaço propriedade do Sporting Clube de Portugal perto de Alcochete para formação de jovens atletas e treino de equipas profissionais de futebol. É reconhecida internacionalmente como uma das melhores escolas de futebol do Mundo, tendo os jogadores aí formados arrecadado até hoje um total de 39 títulos a nível nacional, entre 15 da categoria Juniores, 11 em Juvenis, 10 nos Iniciados e 3 nos Infantis. É a única Academia do Mundo a formar dois Bolas de Ouro no Mundo: Luís Figo e Cristiano Ronaldo.


Claques Organizadas

Sendo uma das equipas mais populares de Portugal, o Sporting Clube de Portugal conta com as seguintes claques:

Juventude Leonina - A maior e mais antiga claque organizada em Portugal, fundada pelos filhos de um Presidente do clube em 1976, tendo cerca 5000 membros.


A formação do movimento ultra em Portugal surgiu há já longos anos. No final dos anos 70 começam a surgir as condições e vontade para a criação de claques no nosso país. 1976 é o ano, o pioneirismo tem um nome : Juventude Leonina! Fundada por João e Gonçalo Rocha filhos do então presidente do Sporting, João Rocha, rapidamente se tornou um marco único na história do grande clube verde e branco fundado em 1906. E de um grupo de amigos de escola, nascia a primeira claque organizada em Portugal. Apesar de muitos poderem ter reticências quanto à data de fundação do grupo, a Juve Leo possui nos seus ficheiros (que disponibilizará a quem desejar) artigos , nomeadamente fotos, que facilmente comprovam a data de fundação. A Juve Leo cresce, e logo se caracteriza por uma imagem de marca muito própria, bandeiras gigantes, grandes fumaradas, os potes de fumo e as tochas eram usuais em todos os jogos (os jogos mais marcantes as este nível foram o derby com os lampiões (86/7), aquele dos 7-1, a maior fumarada alguma vez vista em Portugal, e também o derby de 95/6, com tochas presas nas redes das bancadas sul e nova do nosso estádio) , mas principalmente, e o que ainda hoje caracteriza a Juve Leo, o incondicional apoio à equipa. Nos bons, e principalmente nos maus momentos, a claque esteve sempre ao lado do clube!
No início dos anos 90, a inverte a sua política a nível coreográfico, também devido à proibição de uso de material pirotécnico. Alvalade vê grandes espectáculos, e são disso marca os jogos com Casino Salzburg (93/4); Real Madrid (94/5 e 2000/1); Beitar (97/8); e claro todos os jogos contra os lampiões e tripeiros. Principalmente nos derbys foram sempre feitas coreografias marcantes da nossa história. Ficam na história as majestosas deslocações a Roterdão (Feynoord), Bilbao, Bolonha (duas vezes), Madrid (duas vezes, a primeira em 94/5, talvez a maior deslocação de um grupo português ao estrangeiro), Sevilha, San Sebastian, Telviv – Israel (jogo com o Macabbi Haifa, a Juve Leo foi a primeira claque em todo o mundo a estar presente oficialmente em Israel), Moscovo, Austria (viagem de 8 dias de autocarro), Leverkusen (o celebre roubo dos equipamentos de treino dos jogadores do Bayern), Nápoles (cidade onde muito poucas claques iam, mas devido ao respeito que todos tinham pela Juve Leo, todos os nossos ultras que lá se deslocaram foram bem recebidos), e claro todas as efectuadas no nosso país, principalmente à lixeira da luz e antas. A Juve Leo foi ainda pioneira na “moda” dos cortejos, principalmente para os jogos em casa, Por tudo isto, e muito mais Juve Leo é a única claque vencedora de quatro trofeus Gandula.

Ao longo da sua história, a Juventude Leonina, contou apenas com três amizades oficias. Uma delas com o grupo Grobari, do Partizan Belgrado, que ficou ainda mais realçada aquando do recente jogo entre as duas equipas. A mais antiga com o grupo B-Side, dos Go Ahead Eagles, da Holanda, amizade fomentada devido à presença naquele grupo de um elemento da Juve Leo. A mais recente e mais famosa com os Settebello da Fiorentina, onde vários elementos nossos chegaram a viajar até Itália e elementos deles também vieram ao nosso país para assistir a jogos na nossa curva.
Em termos nacionais, existiu em tempos boas relações com os Super Dragões.

Actualmente Juve Leo é liderada por Fernando Mendes, líder carismático que já se mantém no activo á mais de 10 anos, e conta já com mais de 20 anos de Juve Leo. Fernando Mendes assumiu à muito a “cara” da Juve Leo, e esta ligação entre ambos durará para sempre. O presidente tem consigo, a trabalhar, uma direcção onde mais dois elementos o acompanham, Daniel Samico e Musta. Conta também com uma organização onde se englobam todos os chefes de núcleo, bem como outros membros.
O grupo teve de avançar conforme os novos tempos e encontra-se já devidamente legalizado.
A Juve Leo chegou em tempos a atingir mesmo o numero de oito mil. Ao longo da sua história já teve centenas de núcleos.



Directivo Ultras XXI - Criada por um líder anterior da Juve Leo, conta 3000 membros.

O Directivo Ultras XXI, também conhecido pelo acrónimo DUXXI, é uma Claque oficial do Sporting Clube de Portugal fundada a 17 de Maio de 2002, após uma ruptura com a Juve Leo. O DUXXI é a segunda claque do Sporting com maior massa associativa, contando com cerca de 4.000 a 4.500 elementos. Com apenas uma década de história o DUXXI já é reconhecido pelo seu prestígio em Portugal pelos diversos cânticos e a sua originalidade que rapidamente "pegam" entre os adeptos do Sporting e todo o universo leonino. O Directivo começou por se situar no Topo Norte do antigo Estádio José de Alvalade e hoje está situado na mesma bancada Superior Norte, no sector A-17, do novo estádio Alvalade XXI.




Torcida Verde  

Formada em 1984. Brigada Ultras - Formada em 2004 


História

A Torcida Verde entra em acção em 11 Novembro de 1984. Todavia, a ideia germinou em 1983, num ambiente onde já existiam grupos de apoio com grande representatividade. Força Verde e Juventude Leonina, polarizavam um ambiente de grande euforia no rescaldo do título futebolístico de 1982, participado por outros grupos com menor expressão, incentivando desta forma o núcleo fundador da Torcida Verde a avançar com a ideia de fundar um novo grupo formado por adeptos Sportinguistas, unidos pelo idealismo do apoio ao Sporting Clube de Portugal.


Importa referir que nesta altura a opinião pública aceitou de forma muito positiva este novo fenómeno, o qual volvido pouco tempo, teria dimensão nacional. O facto de existirem uma "overdose" de grupos de apoio do ideal verde e branco foi o principal factor que nos levou a aceitar aderir à J.L. Após uma experiência de alguns meses na J.L., os mesmos elementos que, em 1983, idealizaram a formação da Torcida Verde continuariam a tentar uma nova experiência, desta feita na Força Verde, sempre com a ideia de que o aparecimento de um novo grupo seria excessivo, numa conjuntura em que estes continuavam a proliferar. Onda Verde, Império Verde, Vampiros Verdes, Leões de Alvalade e Leões do Bairro Alto eram os mais recentes grupos. Finalmente, em NOVEMBRO DE 1984, a Torcida Verde entrou em acção, num contexto que significava a supremacia esmagadora da J.L., enquanto claque institucional, oficial, com a consequente secundarização de todos os outros.

 

A Torcida Verde é, desde a primeira hora, inspirada nos valores do Sporting Clube de Portugal, instituição desportiva verdadeiramente ecléctica, que superava largamente o conceito de "clube de futebol". Modalidades como a natação, a ginástica e o atletismo, para além do Hóquei, Andebol ou basquetebol, encontravam uma forte expressão no clube que proporciona a prática desportiva a cerca de 15000 atletas em 1984. Na presidência do SCP estava, à data, João Rocha.


Equipamentos actuais

1º - Camisa listrada em branco e verde, calção preto e meias listradas em branco e verde;

2º - Camisa laranja, calção e meias laranjas;

3º - Camisa branca, calção branco e meias verdes.

 

Títulos no Futebol 


Outros




Sabia Que...

Recordes

Maior goleada para as Competições Europeias em casa:Sporting 16 - 1Apoel Nicosia em 1963/64

Maior goleada para as Competições Europeias fora:ÍA Akraness 0 - 9 Sporting em 1986/87

Jogo Inaugural da Taça dos Campeões Europeus:Sporting 3 - 3 Partizan de Belgrado no Estádio Nacional, Jamor, 4 de Setembro de 1955

Primeiro golo na Taça dos Campeões Europeus:Martins aos 14 minutos, contra Partizan de Belgrado a 4 de Setembro de 1955 (Martins bisou nesse Jogo) 

     

Superleague Fórmula

 O carro da Equipa da Superleague Fórmula do Sporting Clube de Portugal


 Em casa...Alvalade XXI



Equipamentos Iniciais


Equipamentos Actuais


Tradicional


Alternativo

 


Equipamento Normal e Alternativo 2012


Manga Comprida 2012



Marcha do Sporting



As Glorias do Futebol Leonino

Nome de Guerra: 5 Violinos

Foram jogadores que se entrosavam tão, mas tão bem, que ainda hoje não aconteçeu nada igual ou parecido no futebol português ou mundial. Ainda hoje detêem o record de golos marcados juntos marcaram mais de 1000 golos!

Em 8 Anos ganharam 7 campeonatos seguidos, só não foram totalistas porque o Benfica, com o mesmo número de pontos marcou somente mais um golo.



Peyroteo

Um dos dois avançados do onze ideal do Sporting. Em 2011 o Sporting realizou na sua página oficial a votação do melhor 11 de sempre. Fernando Peyroteo foi eleito pelos sportinguistas um dos dois melhores ponta de lança de sempre do Clube. Acabou por ter que amputar uma perna devido a uma operação, que correu mal, efectuada aos ligamentos. 



Travassos - O Zé da Europa

Um dos dois médios do onze ideal do Sporting. Em 2011 o Sporting realizou na sua página oficial a votação do melhor 11 de sempre. Travassos foi eleito pelos sportinguistas um dos dois melhores médios ofensivos de sempre do Clube. Marcou golo pelo Sporting no famoso Porto-Sporting mostrado no filme de 1947 O Leão da Estrela.




Hilário 

O defesa lateral esquerdo do onze ideal do Sporting Em 2011 o Sporting realizou na sua página oficial a votação do melhor 11 de sempre. Hilário foi eleito pelos sportinguistas o melhor lateral esquerdo de sempre do Clube.



Héctor Casimiro Yazalde nasceu em Buenos Aires a  29 de Maio de 1946 - Buenos Aires, Faleçeu a 18 de junho de 1997, jogador de futebol argentino, vestiu a camisola do Sporting Clube de Portugal onde se sagrou bota de ouro, com 46 golos em 30 jogos. 



Sporting - 103 Anos de História


Como Sportinguista agradeço a tos os Sitios da Internet de onde compilei informação, nomeadamente aos sites de:Sporting Clube de Portugal /  Juventude Leonina / Torcida Verde / Directivo Ultras

 XXI


Consulte aqui diversos Sites sobre o Sporting Clube de Portugal

 Agradecimentos aos responsáveis pelos Sites abaixo transcritos.

Parabéns Sportinguistas!!


 

Wiki Sporting



Aqui fala-se do Insólito... mas também de outras coisas!   Até música pode ouvir.

 

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