Mistérios por Revelar...

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Aqui voçê vai encontrar-se com o insólito!

 Ovnis - Objectos Voadores não Identificados

Tema aqui  informação diversificada sobre UFOS/OVNIS, quer de âmbito nacional quer estrangeiro. Pode observar videos e muito outra informação acerca do assunto que de certo é um tema apaixonante.


  Fantasmas

Quem nos dias de hoje não terá medo de ir sozinho a um cemitério durante a noite ou até mesmo de dia? Porque sucederá isso, se os mortos não fazem mal? Não estará esse medo apavorante relacionado com a alma, segundo conceito geral, estará aí por perto noutro plano? Não será no funda das almas que temos medo?


  Triângulo das Bermudas

O Triângulo das Bermudas é porventura o lugar do mundo onde mais desaparecimentos se deram, quer de pessoas, quer navios ou aeronaves. O desaparecimento do vôo 19 (05Dez1945) será talvez, até hoje, um dos mais interessantes ali verificados, quer pela quantidade simultãnea de aviões  Grumman TBF Avenger desaparecidos (5), quer pela qualidade  técnica dos envolvidos...


 Outros assuntosHistórias de Fantasmas - T2 Ep. Nº 006

Os três tópicos acima referidos, são somente um pouco do muito que por aqui vai encontrar na área do insólito. Se o mistério aguça a sua curiosidade... está no sitio certo! 

EM DIRECTO


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Força Aérea Portuguesa

Ao ver no ar aviões com a Cruz de Cristo ostentadas nas asas... quanta emoção! 

É a Força Aérea Portuguesa que passa!



Lema da Força Aérea 

"Ex Mero Motu"

 Expressão derivada do latim, e que significa:             

"À mais pequena solicitação"


A Força Aérea foi criada em 1 de Junho de 1952, como ramo independente das Forças Armadas, tem como missão a defesa aérea nacional, competindo-lhe ainda missões de interesse público, como, operações de busca e salvamento, fiscalização e controlo das pescas e poluição e evacuação aeromédica.


 

 

Para que servem os militares?  

É graças aos soldados, e não aos sacerdotes, que podemos ter a religião que desejamos.

É graças aos soldados, e não aos jornalistas, que temos liberdade de imprensa.

É graças aos soldados, e não aos poetas, que podemos falar em público.

É graças aos soldados, e não aos professores, que existe liberdade de ensino.

É graças aos soldados, e não aos advogados, que existe o direito a um julgamento justo.

É graças aos soldados, e não aos políticos, que podemos votar...

 Barack Obama no Memorial Day



Biografia Descritiva


 

Sargento-Mor

 Francisco Luz



O Sargento-Mor, operador de informática, Francisco José Ferreira da Luz nasceu em 25 de Setembro de 1959 na freguesia de Riachos, concelho de Torres Novas, distrito de Santarém.

2ª/79 - 2ªEsqª / 1ºPel

Ingressou como voluntário na Força Aérea Portuguesa em 6 de junho de 1979 na Base Aérea Nº2, Ota, onde concluiu a preparação militar geral, tendo frequentado de seguida o curso de formação de praças no Centro de Instrução Nº2.

Entra no regime de contrato em 01Junho de 1981, e na situação de readmitido em 01 de Abril de 1982.

Como especialista (EABST) é colocado na Base Aérea Nº4, nas Lajes, ilha Terçeira,  Arquipélago Açores em 28Mar1980 onde desempenhou funções no âmbito da especialidade até 06Out1982. Frequentou o curso de formação de sargentos do quadro permanente entre 07Nov1982 e 27Jun1984.

Entra nos quadros da Força Aérea Portuguesa cerca de 5 anos depois em 03 de Fevereiro de 1984.

Colocado na Base Aérea Nº3 em Tancos em 03Fev1984, com o posto de furriel, faz o juramento de fidelidade recebendo o Diploma de Encarte em 22 de Julho de 1986, permaneçe ali colocado até 08Nov1993, desempenhando funções como Chefe do Posto de Recolha de Dados e Teleprocessamento, em 06Out1987.

É colocado no Centro de Operações Conjunto do Estado Maior General das Forças Armadas em 10Nov1993 a 31Dez2011, no decorrer de 2011 o serviço toma a designação de CSOC (Centro de Situação e Operações Conjunto). Este serviço tem comando do general Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas.

Desempenhou primeiramente funções de chefe de secretaria, enquanto aguardava funções e numa fase posterior de Sargento Adjunto para a área de Operações do Centro de Operações, funções que nunca mais abandonou até 31Dez2011.

Militar é credenciado em Nato Secreto.

Frequenta e o curso de promoção a Sargento-Chefe entre 12Set2005 e 10Fev2006 no Centro de Formação Militar e Técnica da Força Aérea Portuguesa, atingindo o topo de carreira no posto de Sargento- Mor em 08Nov2010.

 Cumpriu  um tempo total de serviço de 40 Anos + 54 dias

O Sargento-Mor Francisco Luz é casado e tem dois filhos ambos militares.

Da sua folha de serviço constam vários louvores e condecorações:



Louvores

15Dez1993 - Base Aérea Nº3 Tancos

Nível: Militar com posto de Tenente-Coronel ou Inferior

 - Louvor concedido por oficial com posto de Alferes

 

16Set1997 - Estado Maior General das Forças Armadas

Nível: Comando de General 

- Louvor Concedido pelo (CEMGFA)  

Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas - Almirante Fuseta da Ponte

 

17Out2000 - Estado Maior General das Forças Armadas

Nível: Comando de General 

  - Louvor Concedido pelo Chefe do Estado Maior do Centro de Operações Conjunto 

 

23Nov2009  -  Estado Maior General das Forças Armadas

Nível: Comando de General 

- Louvor Concedido pelo Chefe do Estado Maior do Centro de Situação e Operações Conjunto - Almirante Mina Henriques 

 


Medalhas

Nota Explicativa:

A medalha de Comportamento Exemplar é uma medalha militar portuguesa criada a 2 de Outubro de 1863, por decreto da Secretaria de Estado dos Negócios da Guerra, com três graus (ouro, prata e bronze), e distingue militares que servem ao longo da sua carreira com exemplar conduta moral e disciplinar e comprovado espírito de lealdade, compreende os seguintes graus:

 

 

Medalha de Comportamento Exemplar: Grau Cobre

Concedida em 06Jun1983 

Medalha de bronze - Concedida aos sargentos e praças que completem, seis anos de serviço militar efectivo e que nunca tenham sofrido qualquer punição disciplinar ou criminal.

Veja mais aqui, sobre a Medalha de Cobre Comportamento Exemplar (Ctrl+Enter)



.

Medalha de Comportamento Exemplar: Grau Prata

Concedida em 29-Set-1998


Medalha de Prata - Concedida ao militar que contar quinze anos de serviço militar efectivo, que nunca tenha sofrido qualquer punição disciplinar ou criminal.

Veja mais aqui, sobre a Medalha de Prata Comportamento Exemplar (Ctrl+Enter)



Medalha de Comportamento Exemplar: Grau Ouro

Concedida em 22Set2010

Medalha de Ouro - Concedida ao militar que contar trinta anos de serviço militar efectivo, que nunca tenha sofrido qualquer punição disciplinar ou criminal e tenha sempre revelado dotes notáveis de zelo pelo serviço e alto sentido da virtude, da obediência e das regras da disciplina militar.

Veja mais aqui, sobre a Medalha de Ouro Comportamento Exemplar (Ctrl+Enter)


                          


Medalha de Mérito Militar (4 Classe)

Concedida em 16Set1997 

A Medalha de Mérito Militar tem como objectivo galardoar militares que revelem excepcionais qualidades e virtudes militares, pelas quais devem ser especialmente apontados ao respeito e à consideração pública. A medalha de mérito militar compreende 4 classes.  

Saiba mais aqui, sobre a Medalha de Mérito militar (Ctrl+Enter)


                                                                   

Cursos de Formação

 

 Curso de Formação de Praças /Regime de Contracto - Especialistas de Abastecimento  02Ago1979 - Base Aérea Nº2 - Força Aérea Portuguesa

 

 Curso de Formação de Praças - Especialistas de Abastecimento  

28Mar1980 - Base Aérea Nº2 - Força Aérea Portuguesa

 

Curso de Formação de Sargentos - Operadores de Informática 

27Jan1984 - Base Aérea Nº2 - Força Aérea Portuguesa

 

 

 

Cursos de Promoção

 

Curso de Promoção a Sargento-Chefe 

 10Fev2006 - Centro de Formação Militar e Técnica - Força Aérea Portuguesa



Qualificações



Sistemas de Informação Geográfica - 21Mar2001

  Instituto Geográfico do Exército (IGE)




Ms-Dos - 17Nov1990  

 Estado Maior da Força Aérea Portuguesa - Direcção de Informática



Processadores de Comunicações Locais - 12Dez1990

  Estado Maior da Força Aérea Portuguesa - Direcção de Informática



Curso Geral de Segurança e Matérias Classificadas - 11Fev1994

Autoridade Nacional de Segurança - Estado Maior General das Forças Armadas



Microsoft Outlook 2000 - 29Mai2000 - Operação - Instituto Galileu

HTML - 01Jun2000 - Criação de Páginas - Instituto Galileu

Microsoft Frontpage - 09Jun2000 - Operação - Instituto Galileu

Microsoft Office - 16Jun2000 - Edição de Conteúdos Web - Instituto Galileu

Microsoft Acess 2000 - 26Jun2000 - Operação e Utilização Avançada - Instituto Galileu

 Military Comand and Control Information System (Mccis-Aco-72) - (17Nov2003)

Curso de Aperfeiçoamento em Operação - Base Naval do Alfeite - Citan

 

 

  Aperfeiçoamento em Administração Wise - 08Jul2009 - Base Naval do Alfeite - Citan



Qualificado para Operação nos Seguintes Sistemas Militares

WISE - Web Information Services Environment

 MMHS - Military Message Handling System 

 MCCIS - Maritime Comand and Control Information System

 NNCCRS - Nato Nuclear Comand and Control Response System




Postos ao longo da Carreira



Classe de Praças

 06Jun1979 - Soldado Aluno

 28Mar1980 - Primeiro-Cabo




Classe de Sargentos

30Jul1983 - Furriel

30Jul1985 - Segundo-Sargento

30Jul1988 - Primeiro-Sargento

18Jun2001 - Sargento-Ajudante

18Jun2006 - Sargento-Chefe

08Nov2010 - Sargento-Mor




Graduações

 02Ago1979 - Primeiro-Cabo

30Jul1983 - Furriel




Colocações

06Jun1979 - Base Aérea Nº2 Ota

28Mar1980 - Comando Aéreo dos Açores - Click aqui para ver um pouco de história

03Fev1984 - Base Aérea Nº3 Tancos

09Nov1993 - Base do Lumiar - Paço do Lumiar - Lisboa

10Nov1993 - Estado Maior General das Forças Armadas - Restelo - Lisboa

 

 

Diligências

 

06Nov1982 a 09Fev1984 - Base Aérea Nº2 Ota

12Set2005 a 13Fev2006 - Centro de Formação Militar e Técnica da Força Aérea

 


Tempo de Serviço

 

Efectivo - 32 Anos + 217 dias

 Militar - 40 Anos + 54 dias

 


Principais Missões acompanhadas no Âmbito da Participação das Forças Armadas em Acções de Protecção Civil,Operações:

 Terrestres, Navais, Aéreas, Exercícios 



Participação das Forças Armadas em Acções de Protecção Civil


Enquadramento 

Nos termos do Legislação em vigor as Forças Armadas colaboram em missões de protecção civil e em tarefas relacionadas com a satisfação das necessidades básicas e a melhoria da qualidade de vida das populações bem como os procedimentos para os pedidos e respectivas autorizações, nas situações em que é necessário prevenir riscos, proteger ou socorrer pessoas e bens, constituindo-se como agentes de Protecção Civil em caso de catástrofe.

Mais sobre:Cronologia dos Desastres Naturais no Arquipélago da Madeira desde 1593 até 2010


Fevereiro de 2010,Ilha da Madeira

Acidente: Enxurradas devido a chuvas Intensas na Ilha da Madeira

Consequências: 

-40 Mortos,

-600 Feridos 

-Centenas de desalojados 


Foi a pior Catástrofe dos últimos 100 anos na Ilha da Madeira!!!

As Forças Armadas colaboraram com os três ramos,Força Aérea, Exercito e Marinha.

Toda esta acção foi coordenada a partir do Centro de Situação e Operações Conjunto no Estado Maior General das Forças Armadas.

A Força Aérea Portuguesa disponibilizou meios aéreos para transporte e evacuação, quer de pessoas quer no apoio ás equipas da Protecção Civil no local. O Exército português prestou alojamento e alimentação, bem como auxilio diverso aos desalojados, salientando-se o uso de equipamento pesado para desobstrução de vias. A Armada prestou ajuda médica e disponibilizou os meios necessários para as questões relacionadas com o ambiente marítimo próximo da costa, onde se temia o arrastar para o oceano de pessoas. Foi uma catástrofe acompanhada 24horas por dia no Centro de Situação e Operações Conjunto...nenhum militar deixou de estar alerta durante um só segundo, nesta ajuda preciosa ás populações da Ilha da Madeira no que à coordenação e acompanhamente disse respeito. Veja algumas imagens...


 


Operações Terrestres:

Forças Nacionais Destacadas (FND) no Teatro de Operações de Timor-Leste.




14Fev a 21Ago2000 - 1º Batalhão de Infantaria Pára-quedista / Bai

21Ago2000 a 26Fev2001 - 2º Batalhão de Infantaria Pára-quedista / Bai

 26Fev a 08Out2001 - 2º Batalhão de Infantaria / Bli

08Out2001 a 08Jun2002 - 1º Batalhão de Infantaria / Bli

08Jun2002 a 24Jan2003 - 2º Batalhão de Infantaria Pára-quedista / Bai

24Jan a 25Jul2003 - 1º Batalhão de Infantaria Mecanizado / Bmi

25Jul2003 a 25Jan2004 - Agrupamento Foxtrot / Bli

25Jan a 11Jun2004 - Agrupamento Hotel / Bli

Jun2004 - Fim da participação do Exército Português como Força Nacional Destacada no Teatro de Operações de Timor-Leste25Jul2003 a 25Jan2004 - Agrupamento Foxtrot / Bli 

25Jan a 11Jun2004 - Agrupamento Hotel / Bli

Jun2004 - Fim da participação do Exército Português como Força Nacional Destacada no Teatro de Operações de Timor-Leste



  

Forças Nacionais Destacadas (FND) no Teatro de Operações do Afeganistão. 


  

Ago2005 a Fev2006 - 1ª Companhia de Comandos / Brigada de Reacção Rápida

Fev a Ago2006 - 2ª Companhia de Comandos / Brigada de Reacção Rápida

Ago2006 a Fev2007 - Batalhão de Inf.Pára-quedista / Brigada de Reacção Rápida

Fev a Ago2007 - 2ª Companhia de Comandos / Brigada de Reacção Rápida

Ago2007 a Fev2008 - 22ª Companhia de Atiradores Pára-quedista / Brigada de Reacção Rápida

Fev2007 a Ago2008 - 1ª Companhia de Comandos / Brigada de Reacção Rápida

Agosto de 2008 - Fim da participação do Exército Português como Força Nacional Destacada no Teatro de Operações do Afeganistão

  Maio de 2008 - Inicio da participação do Exército Português como Operational Mentor And Liaison Team (Omlt) no Teatro de Operações do Afeganistão

Mai a Nov2008 - 1ª Omlt de Guarnição/ Estado Maior General das Forças Armadas

Novembro de 2008 a Abril de 2009 - 2ª Omlt de Guarnição/ Brigada de Intervenção

Abr a Out2009 - 1ª Omlt de Capital Division/ Brigada de Reacção Rápida

Abr a Out2009 - 3ª Omlt de Guarnição/ Brigada de Intervenção

Out2009 a Abr2010 - 2ª Omlt de Capital Division/ Brigada de Reacção Rápida

Out2009 a Abr2010 - 4ª Omlt de Guarnição/ Brigada de Intervenção

Inicio em Abril de 2010 - 3ª Omlt de Capital Division/ Brigada de Reacção Rápida

Inicio em Abril de 2010 - 5ª Omlt de Guarnição/ Brigada de Intervenção



NTM-I (Nato Training Mission - Iraq) no Teatro de Operações do Iraque



Fev a Set2005 - Brigada Mecanizada Independente

Set2005 a Fev2006 - Brigada Aerotransportada Independente

Fev a Ago2006 - Brigada Intervenção

Ago2006 a Fev2007 - Brigada Mecanizada

Fev a Ago2007 - Brigada Reacção Rápida

Ago2007 a Fev2008 - Brigada Intervenção

Fev a Ago2008 - Brigada Mecanizada

Ago2008 a Jan2009 - Brigada Reacção Rápida


 

Forças Nacionais Destacadas no Teatro de Operações do Kosovo


Ago1999 a Fev2000 - Brigada Aerotransportada Independente (Agrupamento Bravo)

Fev a Ago2000 - Brigada Ligeira de Intervenção (Agrupamento Charlie)

Ago2000 a Abr2001 - Brigada Mecanizada Independente (Agrupamento Delta)

Jan a Set2005 - Brigada Ligeira de Intervenção (2º Batalhão de Infantaria / Bli) 

Set2005 a Mar2006-Brigada de Reacção Rápida (Bat.de Inf.Para-quedista / Bai)

Mar a Set2006 - Brigada Mecanizada - (1º Batalhão de Infantaria Mecanizado)

Set2006 a Mar2007-Brigada de Reacção Rápida (1º Batalhão de Inf.Pára-quedista)

Mar2007 a Set 2007 - Brigada Mecanizada (2º Batalhão de Infantaria Mecanizado) 

 Set2007 a Mar2008 - Brigada de Intervenção (2º Batalhão de Infantaria)

Mar a Set2008 - Brigada de Reacção Rápida - (1º Batalhão de Inf.Pára-quedista)

Set2008 a Mar2009 - Brigada de Intervenção (Agrupamento Mike) 

Mar a Set2009 - Brigada de Intervenção (1º Batalhão de Infantaria) 

Sete2009 a Mar2010 - Brigada Mecanizada (Unidade Escalão Batalhão/Tacres) 

Mar2010 - Brigada de Reacção Rápida (2º Batalhão de Infantaria Pára-quedista)



Forças Nacionais destacadas no Teatro de Operações do Líbano


Nov2006 a Mai2007 - Brigada Mecanizada (UEng 1) 

 Mai a Nov2007 - Força de Apoio Geral Reg. Eng.1/Brig.Mecanizada (UEng 2) 

Nov2007 a Mai2008 - Força de Ap. Geral Reg.Eng.3/Brig.Intervenção(U.Eng. 3) 

 Mai a Dez2008 - Regimento Engenharia 3/Brigada Intervenção (U.Eng. 4)

Dez2008 a Jun2009 - Brigada Mecanizada (U.Eng. 5) 

 Jun a Dez2009 - 2ª Companhia de Engenharia/Reg.de Engenharia 1(U.Eng. 6)

Dez2009 a Jun2010 - Regimento de Engenharia 3/Brigada Intervenção (U.Eng. 7)

Jun a Dez2010 - Brigada Mecanizada (U.Eng.8)

Dez2010 a Jun2011 - Regimento de Engenharia 1 (U.Eng. 9) 

Jun2011 a 31Dez2011 (Fim de missão em Jan2012) - Fim da participação do Exército Português como Força Nacional Destacada no Teatro de Operações do Líbano


Forças Nacionais Destacadas no Teatro de Operações da

 Bósnia-Herzegovina


16Jan a 12Ago1996 - 2º Batalhão de Infantaria Aerotransportada

12Ago1996 a 10Fev1997 - 3º Batalhão de Infantaria Aerotransportada

10Fev a 30Jul1997 - 1º Batalhão de Infantaria Mecanizado

30Jul1997 a 14Jan1998 - 2º Batalhão de Infantaria Mecanizado

14Jan a 15Jul1998 - 1º Batalhão de Infantaria Aerotransportado

15Jul1998 a 12Jan1999 - Agrupamento Alfa

12Jan a 12Jul1999 - 1º Batalhão de Infantaria Mecanizado

10Jul1999 a 31Jan2000 - 2º Batalhão de Infantaria Aerotransportada

31Jan a 29 Jul2000 - Agrupamento Conjunto Alfa

29Jul2000 a 28Jan2001 - 2º Batalhão de Infantaria Mecanizado

28Jan a 29 de Jul2001 - Agrupamento Echo

29Jul2001 a 29Jan2002 - 1º Batalhão de Infantaria Para-quedista

29 a 30Jul2002 - 2º Batalhão de Infantaria Mecanizado

30Jul2002 a 30Jan2003 - 2º Batalhão de Infantaria

30Jan a 30Jul2003 - 1º Batalhão de Infantaria Para-quedista

30Jul2003 a 28Jan2004 - Agrupamento Golf

30 a 23Jul2004 - 3º Batalhão de Infantaria Para-quedista

23Jul2004 a 23Jan2005 - 2º Batalhão de Infantaria Mecanizado

Jan a Jul2005 - Componente Portuguesa da Brigada Aerotransportada Independente

Jul2005 a Jan2006 - Componente Portuguesa da Brigada de Intervenção

Jan a Jul2006 - Componente Portuguesa da Brigada Mecanizada

Jul2006 a Mar2007 - 1º Batalhão de Infantaria da Brigada de Intervenção

Março de 2007 - Fim da participação do Exército Português como Força Nacional Destacada no Teatro de Operações da Bósnia-Herzegovina


 

Missões da ONU em Angola e Moçambique


Angola


UNAVEM 3


A 3ª Missão de Verificação das Nações Unidas em Angola, decorreu de Fevereiro de 1995 a 30 de Junho de 1997.

Esta Missão foi criada para apoiar o governo de Angola e a União Nacional para a Independência total do mesmo país (Unita), restauração da Paz e activar a reconciliação Nacional com base nos acordos de Paz, assinados em 31 de Maio de 1994 e do Protocolo de Lusaka, assinado em 20 de Novembro de 1994, assim como na aplicação das resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Os principais objectivos do mandato da Unavem 3 foram:

  • Fornecer apoio e mediação às duas partes do conflito
  • Monitorizar e verificar a extensão da administração do estado a todo o território e o processo de reconciliação nacional.
  • Supervisar controlar e verificar a desmobilização das forças e monitorizar o cessar-fogo.
  • Supervisar a recolha e armazenamento do armamento da Unita.
  • Verificar a livre circulação de pessoas e bens.
  • Desarmamento de civis.
  • Aquartelamento da polícia de intervenção rápida.
  • Coordenar, facilitar e apoiar actividades humanitárias.
  • Apoiar, verificar, e monitorizar o processo eleitoral.


01Maio1995 a 30Jul1997 - 6 Oficiais, Observadores Unavem 3

01Abr1995 a 30Jun1997 - 16 Oficiais, 5 Sargentos no QG Unavem 3 + 2 Oficiais, 14 Sargentos – Polícia Militar

26Mai1995 a 01Jul1997 - Companhia de Transmissões 5 (CTm 5)

28Jul1995 a 30Jun1997 - Companhia de Logística 6 (CLog 6)

01Jan a 31Dez1997 - 1 Oficial, Assessoria NAROEE

 De 01Jul1997 a 01Mar1999 - 5 Oficiais, Observadores

01Jul1997 a 05Jan1999 - 6 Oficiais, QG MONUA

01Jul1997 a 05Jun2000 - 2 Oficiais, 8 Sargentos – Polícia Militar

01Jul1997 a 26Fev1999 - Companhia de Transmissões 5 (CTm 5)

30Jun1997 a 27Jul1998 - Companhia de Logística 6 (CTm 6)

31Ago1997 a 25Set1998 - Destacamento Sanitário 7 (DSan 7)

25Nov2002 a 26Set2004 - 1 Oficial, Assessoria


MON U A

A Missão de Observação das Nações Unidas em Angola (Monua) teve início a 1 de Julho.

Esta missão sucedeu à Unavem 3 com a finalidade de ajudar as duas partes do conflito a consolidarem a paz e a reconciliação nacional. O mandato inicial da Monua foi estendido até 31 de Outubro de 1997, na expectativa que esta missão estaria completa até 1 de Fevereiro de 1998. A Monua foi mandatada para trabalhar no sentido de completar o processo de desmobilização, incorporação dos ex-combatentes da União Nacional para a independência total de Angola (Unita) nas Forças Armadas Angolanas (FAA) e polícia nacional angolana, integração do pessoal da Unita em todos os níveis da administração do estado, eliminar todos os impedimentos à livre circulação de pessoas e bens, bem como o desarmamento da população civil. Com a retirada do pessoal das Nações Unidas e com a normalização gradual da administração do estado a todo o território é necessário que a polícia civil nesta missão continue a verificar a neutralidade da polícia nacional angolana, a incorporação do pessoal da Unita na mesma polícia, bem como o aquartelamento e alguns desenvolvimentos ocasionais da polícia de intervenção rápida.

Após a criação da Monua o conselho de segurança apelou ao governo de Angola e em particular a União Nacional para a independência total de Angola (Unita) para cooperar totalmente com a Monua.


Moçambique

 

Um pouco de história...


Onumoz tinha como objectivo fundamental garantir a implementação do acordo geral de 1992, assegurando o bom funcionamento de quatro esferas essenciais: a política, a militar, a humanitária e a eleitoral.

Neste quadro, Portugal queria estar presente com um contingente preparado fundamentalmente para contribuir para os aspectos políticos e técnicos da missão, mais do que propriamente para actuar ao nível operacional-militar.

A 31 de Março de 1993 ficava assim decidido o envio do Batalhão de Transmissões n.º 4 do Exército, composto por três companhias de Transmissões e por uma companhia de comando e serviços;

A 15 de Abril de 1993, um cargueiro parte para Moçambique com o material do batalhão português, sendo que a chegada do pessoal é faseada, terminando já no início de Maio. A exigência técnica que o contributo português obrigou a um reforço da participação de sargentos para compensar o insuficiente conhecimento a esse nível nos escalões inferiores. Assim, dos cerca de 280 homens do Batalhão de Transmissões n.º 4, 14 oficiais e 90 eram sargentos que no terreno foram transmitindo know-how mais específico ás mais de 150 praças que os acompanhavam. O contingente português estabeleceu três acantonamentos – na Matola, no Dondo e em Nampula – e facilitou a instalação de onze centros de comunicação por todo o território moçambicano. O seu objectivo era garantir as comunicações no interior da Onumoz distribuída por Moçambique – entre o comandante da força multinacional, os quartéis-generais, os cinco batalhões de infantaria e as várias unidades de apoio – o que conseguiu assegurar a partir do final do mês de maio de 1993.

 

O longo período que permaneceu em Moçambique possibilitou ao Batalhão de Transmissões n.º 4 realizar melhorias consideráveis nas instalações, inicialmente precárias, de que dispunha no terreno. Construiu um refeitório, um espaço desportivo e uma escola para as crianças da vizinhança, onde se pôde ensinar português e se criaram boas raízes de convivência com a comunidade local. Se bem que o contingente português em Moçambique era, naquele momento, o mais expressivo das Forças Armadas nacionais em missões internacionais de apoio à paz, sobretudo se tivermos em conta a ligação histórica entre Portugal e Moçambique e mesmo, a relevância concedida a Portugal durante o processo de negociações. O contingente português era o sétimo maior no terreno, de uma força multinacional composta também por militares do Bangladesh, do Botswana, do Uruguai, da Zâmbia, da Argentina, do Japão, da Índia e Itália.

 

Um balanço 

 

Portugal vingou em Moçambique, como vingaria mais tarde noutros palcos, pela facilidade na comunicação e na convivência com as populações locais.

Em março de 1994, iniciou-se o processo de redução da força militar da Onumoz, dando lugar ao aumento da componente policial que acompanharia o período eleitoral. Num total de pouco mais de mil elementos da polícia civil (Civ Pol) que esteve em Moçambique, Portugal participa com uma pequena equipa de 7 militares. Em outubro desse ano realizam-se as primeiras eleições livres e justas. Em dezembro, depois de sucessivas reduções e rotatividade do contingente português. Dos 480 militares que por lá passaram, os que ainda permaneciam em Moçambique regressam a casa, dando por terminada a presença portuguesa na Onumoz. A operação das Nações Unidas em Moçambique concluía assim um dos casos de maior êxito de apoio à reconstrução da paz. A 30 de dezembro de1994, o Batalhão de Transmissões n.º 4 viria a ser condecorado pelo governo português com a Medalha de Ouro de Serviços Distintos.

Bibliografia: Madalena Moita


04Abr1993 a 10Out1994 - 4 Militares no Quartel General/Onumoz (Maputo)

04Mai1993 a 22Dez1994 - Batalhão de Transmissões 4 (BTm 4)


Operações Navais

Operação Atalanta



Operação EUNAVFOR iniciou-se em 13 de Dezembro de 2008 e atingiu a plena capacidade operacional, em Fevereiro de 2009. Esta operação, que é a primeira operação de protecção ao transporte marítimo da UE, é realizada no âmbito da Segurança Comum e da Política de Defesa.
A operação militar EUNAVFOR Somália (Operação "Atalanta"), em apoio do Conselho de Segurança das Resoluções 1814 (2008), 1816 (2008), 1838 (2008), 1846 (2008) e 1897 (2009), visa contribuir para:


Âmbito

- A protecção dos navios do PAM (Programa Alimentar Mundial) distribuição da ajuda alimentar às pessoas deslocadas na Somáliano âmbito do World Food Program (WFP).
- A protecção dos navios de cruzeiro vulneráveis ao largo da costa da Somália, e da dissuasão, prevenção e repressão de actos de pirataria e assaltos à mão armada ao largo da costa da Somália.
Esta operação surge após o surto de actos de pirataria e assaltos à mão armada ao largo da costa da Somália a navios mercantes, de pesca e de recreio.

A Participação das Fragatas "Vasco da Gama e Álvares Cabral", como navios-almirante da operação "Atalanta", representa o contributo de Portugal, no âmbito da União Europeia, para garantir o apoio humanitário ao povo da Somália, tal como combater as acções de pirataria no oceano Indico.O papel destes dois navios tiveram forte eco, quer nacional, quer internacionalmente.



Exercícios


Lusíada


Exercício Zarco

...

Exercício CMX - Crisis Management Exercise




Exercício Felino




Os exercícios militares conjuntos e combinados da série Felino, desenvolvidos no âmbito da cooperação técnico-militar com a comunidade de países de língua oficial portuguesa, contam com a finalidade de permitir a interoperabilidade das Forças Armadas desses estados no que diz respeito a treino para o emprego das mesmas em operações de paz e de assistência humanitária, sob a égide da Organização das Nações Unidas, respeitadas as legislações nacionais.

 

Neste âmbito, e como exemplo a finalidade do exercício Felino 2008 foi “Exercitar uma "força tarefa conjunta e combinada", no quadro da CPLP, no sentido de incrementar a interoperabilidade e o treino das Forças Armadas dos estados membros da CPLP, com vista ao seu emprego em operações humanitárias e de apoio à paz, sob a égide da Organização das Nações Unidas”.


Felino2008 Portugal

O cenário fictício do Exercício Felino 2008 simulou uma situação de crise humanitária com implicações de segurança, a decorrer em ambiente permissivo, empregando dados geográficos reais de Portugal e decorreu na região Aveiro -Ovar..


A preparação do exercício contou ainda com atividades de formação de quadros de que se salientam o estágio centrado nas matérias do Planeamento Operacional e das Regras de Empenhamento, a ter lugar no Centro de Simulação do Exército (Pedrouços), no período de 16 a 20 de Junho, e o Estágio de Operações de Apoio à Paz a ministrar pelo Centro de Instrução e Treino de Operações de Apoio à Paz da Escola Prática de Infantaria 10 (CITOAP/EPI).


Felino2009 - Moçambique


Já o Exercício Felino2009, que teve lugar em Boane, Moçabique, foi do tipo Posto de Comando, e contou com a participação de militares das Forças Armadas  dos países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Este exercício teve como finalidade o treino de uma Força Tarefa Conjunta e Combinada (FTCC).

De entre os diversos objetivos definidos destacamos o incrementar da interoperabilidade ao nível dos procedimentos e doutrina das FA dos seus Estados Membros, com vista ao seu eventual emprego em Operações de Apoio à Paz (OAP) e Ajuda Humanitária (AH), sob a égide da Organização das Nações Unidas (ONU)


Exercícios Contex/Phibex

Âmbito

Preparação da Marinha para a resposta a cenários de crise. 


Contex/Phibex 2004

Dos muitos exercícios deste género destaco o Contex/Phibex 2004, onde participam forças dos três ramos das Forças Armadas e unidades de países da NATO, realizando-se este na costa Oeste e Sul de Portugal entre os dias 13 e 24 de Setembro. - 13 de Setembro de 2004. Eeste exercício testou várias operações entre as quais as de vigilância e interdição marítima, de desembarque anfíbio, de Forças Especiais e de operações integradas na luta global contra o terrorismo, tendo em conta o ambiente internacional e as actuais ameaças difusas do mundo real. O Contex/Phibex 2004 testará, pela primeira vez, a possibilidade de jornalistas acompanharem forças navais, integrados no dia a dia das unidades participantes. Os navios da Força Naval saíram, hoje pelas 11:00h, o Porto de Lisboa, em formatura contra ameaças assimétricas, de forma a reagir a um ataque suicida (terroristas) simulado à saída da Barra de Lisboa por duas lanchas rápidas da Marinha, tendo os navios de guerra reagido e manobrado entre as dezenas de embarcações de pesca que, normalmente, aí se encontram em faina. Os resultados deste exercício, assim como de todos os outros, constituirão importantes lições que irão enriquecer as doutrinas Nacional e NATO sobre este tipo de ameaças. O Contex/Phibex 2004 envolverá dezasseis (16) navios de superfície (Portugal, Espanha), dois (2) submarinos (Portugal, Espanha), dez (10) tipos diferentes de aeronaves (Portugal, Espanha e Canadá), meios de Guerra Electrónica NATO, elementos da Escola Prática de Transmissões e do Centro de Instrução de Operações Especiais do Exército, envolvendo cerca de 1400 homens. A Marinha, mais uma vez, treina a capacidade para planear e conduzir acções envolvendo forças dos três ramos e unidades de países aliados em cenários de crise nos quais as forças, deslocando-se e sustentando-se pelo mar, projectam influência e poder sobre terra.

Amostra com imagens e descrição de um destes exercícios ocorridos entre 22 e 30 de Junho.

 Link para Exercício Contex/Phibex em 2011


Noble Mariner (Nato)

...


Especialidades obtidas na Força Aérea Portuguesa

 

Especialista de Abastecimento (Eabst)

06Jul1979 a 02Fev1984


Função

 

Executar procedimentos de aquisição, recepção, aumento à carga, armazenagem, movimentação, distribuição, embalagem, expedição e controlo de material. Identificar, avaliar o estado e classificar material aeronáutico e de outro tipo. Manter actualizados os respectivos registos de existência. Proceder à inventariação e elaborar propostas de abate de material.




Operador de Informática (Opinf)


 03Fev1984 a 31Dez2011


Função

 Efectuar a instalação, configuração, manutenção e operação de equipamentos no âmbito das Tecnologias e Sistemas de Informação. Prestar apoio ao utilizador e colaborar no restabelecimento das condições de operação dos sistemas de informação, dos servidores, do software relacionado com a operação do sistema, do hardware, dos periféricos associados e da conectividade com a rede.




Habilitações de Âmbito Civil

 

Curso Geral de Electricidade - Escola Comercial e Industrial de Torres Novas

 Freq.2º Ano Complementar de Electrotecnia - Escola Secundária Maria Lamas

 Curso Complementar de Ciências - Escola Secundária Maria Lamas

 

 

 Outras Actividades

Técnico de Som do Conjunto Musical Ogiva

Curso de Socorrismo (Cruz Vermelha Portuguesa)

Fotografo Amador para um Jornal de Emigrantes Portuguses na Venezuela

Gerente do Bar de Praças da Base Aérea Nº4

Corpo Nacional de Esctutas - Escuteiro



Força Aérea Portuguesa

Desporto

Participação nas Selecções

Futebol 

Base Aérea Nº3 - Tancos 

Guarda Redes da Selecções de Futebol de Salão 

Guarda Redes da Selecções de Futebol de 11


 Base Aérea Nº4 Lajes - Açores

Guarda Redes da Selecção de Futebol de Salão 

Guarda Redes da Selecção de Futebol de 11 

Base Aérea Nº4 - Pivot - Andebol 


Extra Força Aérea

Guarda Redes nos escalões de Juvenis, Juniores e Seniores do Clube Atlético Riachense

Participação por duas épocas, como Senior, no Futebol Clube Golganense

Guarda Redes de Futebol de Salão da empresa Luz&Irmão - Os Bidons

 


Actividade Radiofónica


Em todas as Estações de Rádio onde passei, espalhei no éter das Ondas; coisas como Amizade, Tranquilidade e Sensações bonitas e...Baladas. Os mistérios e o Insólito andaram sempre por perto nos "Trabalhos de Fundo". Fiz muitos amigos! 

Inimigos? Não me lembro...mas se existiram, nunca se deram a conhecer, até porque eu nada fiz para que isso sucedesse.



Radio Lages - Voz da Força Aérea Portuguesa



Ilha Terçeira - Açores

 Primeiros contactos e aprendizagem nas andanças da rádio com Engenheiro Fernandes e Mário Losna Santos, actualmente na (RFM).

Agradecimentos ao Humberto Realista pelo Programa "Briefing"

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TNFM 

  Torres Novas FM

(Antiga) Rádio Local de Torres Novas


Torres Novas

Autor e Locutor dos Programas: 

Sonhos Emoções e Fantasias 

Tons Quentes com FM (com colaboração do Rui Vital )

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Montagem criada FLuz



RVE - Radio Voz Entroncamento


Entroncamento

Funções:

- Fundador & Director de Programas

 Locutor e Autor do Programa: Sonhos Emoções e Fantasias

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RCE - Rádio Clube do Entroncamento

(Quando a estação mudou físicamente de instalações e de localidade passou a designar-se Rádio Cultura e Espectáculo. Localiza-se actualmente na Golegã)

Entroncamento

Locutor e Autor do Programa Sonhos Emoções e Fantasias

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RL - Rádio Leziria


 (Vila Franca de Xira)

 Locutor

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Montagem criada FLuz


Rádio Iris - Iris FM

 

Porto Alto

 Autor e Locutor dos Programas:

Sonhos Emoções e Fantasias

 &

Cruzeiro do Atlântico (*)

(*Autoria do Titulo do Programa: Rádio Iris)

Clique Ctrl e na Imagem simultâneamente para ouvir a Emissão On-Line

Montagem criada Fluz


A título de curiosidade, este foi o tema com iniciei a primeira emissão de cada programa que realizei.

Eric Clapton - Wonderfull Tonight - Cd - Just One Night 1980 



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Estudo e análise de Fenômenos Insólitos como:

 Objectos Voadores não Identificadas, Estudo do Conceito de Vida depois da Morte ...









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Aqui fala-se do Insólito... mas também de outras coisas!   Até música pode ouvir.

 

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Actualizado a 01Dez2014) 

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