Mistérios por Revelar...

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Aqui voçê vai encontrar-se com o insólito!

 Ovnis - Objectos Voadores não Identificados

Tema aqui  informação diversificada sobre UFOS/OVNIS, quer de âmbito nacional quer estrangeiro. Pode observar videos e muito outra informação acerca do assunto que de certo é um tema apaixonante.


  Fantasmas

Quem nos dias de hoje não terá medo de ir sozinho a um cemitério durante a noite ou até mesmo de dia? Porque sucederá isso, se os mortos não fazem mal? Não estará esse medo apavorante relacionado com a alma, segundo conceito geral, estará aí por perto noutro plano? Não será no funda das almas que temos medo?


  Triângulo das Bermudas

O Triângulo das Bermudas é porventura o lugar do mundo onde mais desaparecimentos se deram, quer de pessoas, quer navios ou aeronaves. O desaparecimento do vôo 19 (05Dez1945) será talvez, até hoje, um dos mais interessantes ali verificados, quer pela quantidade simultãnea de aviões  Grumman TBF Avenger desaparecidos (5), quer pela qualidade  técnica dos envolvidos...


 Outros assuntosHistórias de Fantasmas - T2 Ep. Nº 006

Os três tópicos acima referidos, são somente um pouco do muito que por aqui vai encontrar na área do insólito. Se o mistério aguça a sua curiosidade... está no sitio certo! 

EM DIRECTO


Tv do Centro de Ufologia

  • Click no texto acima,(a vermelho) e simultaneamente prima a tecla Ctrl do seu Computador para aceder á TV do Centro de Ufologia.


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Vida depois da Morte...


Como é morrer?


Nós somos distintos do corpo. Depois que o corpo perde aquela centelha de vida que o anima, morre, mas nós continuamos a viver,o que aconteçeu foi que deixamos para trás aquele "casaco velho e roto". A morte, portanto, não existe para a consciência, para a alma, foi somente deixado o seu invólucro corpóreo. Quando a morte chega, a alma é obrigada a deixar o corpo, momento no qual assume um novo corpo, como fez em vida ao deixar o corpo de bebé e assumir o corpo de criança, ao deixar o corpo de criança e assumir o corpo de adulto e ao deixar o corpo de adulto e assumir o corpo de idoso. Depois tudo ficará para trás, só levaremos as experiências que tivemos e o que aprendemos com elas. 

Isso fará parte da nossa evolução, parte de nós enquanto essência que levaremos para os próximos corpos, naquela viagem com destino à perfeição.




Perguntas Desconcertantes:


 Continuarei a existir após este acontecimento?

- Em caso afirmativo, onde e como existirei?

- Para onde vamos depois da morte?

- Os espíritos dos falecidos conseguem comunicar com os vivos?

- As aparições cuja missão é levar o paciente têm influência no próprio processo de morte?

- Só vivemos uma vida ou reencarnamos e experimentamos muitas vidas?

- Será isto tudo uma ilusão, uma pura mentira?

- E se for verdade como as evidências o confirmam?

- O que vêem os moribundos?


Retive uma expessão do documentário por parte de uma pessoa que passou por uma EQM:

" Se morrer é isto? então morrer é tão bom! "

Documentário que retrata experiências pós-morte de pessoas tão reais como nós... como eu e voçê! Acho que o real problema seja voçê acreditar nelas(ou em milhares de tantas outras) ou não!!

Este trabalho passado na televisão brasileira Globo e envolveu cidadões brasileiros que falam apaixonadamente de tudo o que viveram. Uma prefessora, uma balconista, um delegado da policia, um médico, um executivo, arquitecto... e se à imagem do que dizem, estas e tantas outras pessoas, for  verdade tudas as experiências que relatam?

Bem... se for verdade o que relatam estas pessoas... então não existem dúvidas. 

A vida afinal não acaba aqui com este corpo!



Introdução


Em primeiro lugar gostaria que o leitar não identificasse este trabalho com qualquer corrente religiosa, apesar de serem aqui também abordado o que defendem algumas delas em relação ao assunto em discução. 


Certo, certo é que iremos morrer um dia!

Mas que evento é esse que resulta tão inevitável e comum a toda a gente, conhecido como morte? 

Ter um corpo com as células vivas ou mortas, faz a diferença no que se passa depois da morte?

O meu íntimo diz-me que não!  

A morte não será porventura como muitos a imaginam. Na hora da morte, iremos passar por algo para o qual não estamos preparados. Como certamente irá perceber o objetivo é o de ampliar e expandir e pormenorizar a sua compreensão sobre a inevitável! ou seja a separação do nosso próprio corpo físico e mortal.

Para muita gente, a morte será uma espécie de adormecer e simplesmente "Ir". 
Fechamos os olhos, adormecemos e é o absolutamente "nada" que passa a existir, apenas a escuridão. Só que dormir termina ao amanhecer e a morte é para sempre. Para muita gente, o que mais assusta não é a morte propriamente dita mas sim o desconhecido: 

O que acontecerá suceder comigo? 

Procuramos então nem pensar na morte. Entretanto lá no nosso íntimo sempre existe aquele sentimento de ansiedade, de inquietude e aquela sensação de inevitabilidade. Cada um de nós irá de atravessar esta fronteira. Seria sensato pensar nisto e preparar-nos para este facto. 

Perguntarão: "Mas pensar em preparar-se para quê? " Isto não depende de nós. Chega a nossa hora, morremos e pronto! 

Enquanto ainda há tempo, é preciso viver tudo o que a vida tem para nos dar. Teremos mesmo assim, pensamentos perturbadores que nos irão passar pela cabeça: 

- E se não for assim? 

- E se a morte não for o fim, e após a morte do corpo, eu, inesperadamente para mim mesmo, de repente me reencontrar em condições completamente novas, conservando as minhas capacidades integralmente intactas assim como: ver, ouvir e sentir?

 E o mais importante ainda:

 - E se, o nosso futuro no "além", de alguma forma depender do como vivemos a nossa actual vida, ou outras vidas anteriores, no momento de cruzar a portada da morte? 

- E se não se passar nada de nada, e tudo desapareçer no momento da morte? como ficarão na "fotografia" todos os que nos disseram o contrário?



Pontos em Discução


 Introdução

 O que aconteçe "físicamente" ao corpo com a morte?

 O outro lado da Morte

 O Mistério da morte: Aquilo em que acreditamos.O que sabemos?

O que experimenta e vê a alma, ao abandonar o corpo? 

Quais os passos que se seguem ao abandono do corpo?

Fora do corpo

Consciência e sentidos é mantida durante toda a experiência

Alívio

O Túnel e a Luz (+dois relatos)

Passar em revisão a vida e o julgamento (+casos)

Um Novo Mundo

O aspecto da alma


Os encontros com outras pessoas já falecidas

A Linguagem da Alma

A Fronteira

O Retorno

Uma Nova Atitude em Relação à Vida

Alguns relatos

Relatos dos suicidas

Estudos piloto

Ensino Ortodoxo sobre a vida após a morte

Paraíso e Inferno

Relatos do Céu? O que é? Onde fica?   (+Relatos)

O que vêem os Moribundos?

Conclusões

Esta página contém ainda diversos videos ilustrativos


Notas Soltas


Eis a visão provável que teriamos se podessemos abrir os olhos, a partir do nosso último lugar de reposo... imediatamente antes da terra nos cair em cima!


Definições e termos na área do insólito


Aparições com corpo

-São aparições que mostram uma parte ou a totalidade do fantasma. As imagens parciais são captadas com mais frequência nas fotografias. As cores captadas podem podem estar relacionadas com a frequência com o comprimento de onda eletromagnética e com temperatura. O vermelho seria o mais frio, o azul é o mais quente do que o vermelho, e finalmente, o branco seria o mais quente.


Bilocação

-Capacidade de se estar em dois locais ao mesmo tempo.Esta faculdade era atribuida aos santos, que como o Santo António de Pádua, São Clemente ou São Severo, se celebrizaram entre as gentes do seu tempo, precisamente com esta capacidade extraordinária.Soror Maria de Jesus de Ágreda permanecia no seu convento enquanto o seu outro EU envangelizava os indios americanos, e, mais recentemente o franciscano italiano Padre Pio ajudava os doentes e desfavorecidos, enquanto o seu outro corpo cumpria a reclusão imposta pela sua Ordem.


Cordão de Prata

-Quando uma pessoa experimenta uma viagem astral, verifica que o corpo com que viaja permaneçe sempre unido ao seu corpo físico por um fio prateado que, como um cordão umbilical, a liga á vida terrestre. Uns dizem que o cordão emerge do plexo solar, e outros da medula, á altura da nuca. É elástico e não corre o risco de de quebrar durante a experiência. Alguns videntes constataram que o cordão se parte somente quando morremos.


Ectoplasma

-Substância esbranquiçada, algo fosforescente e com diferentes graus de viscosidade, que alguns médiuns em transe segregam pelos orifícios naturais do corpo.Quando o transe termina, o médium reabsorve a substância. O ectoplasma foi analizado, e foi possível encontrar, colorato de sódio, fosfato de cálcio, glóbolos de gordura e células epeteliais. Os espíritas acreditam que o ectoplasma é de origem espéritual.


Escrita Automática

-Escrita produzida por uma pessoa em transe que transcreve conteúdos ditados a partir de outra realidade. O estilo de escrita difere da habitualmente produzida pelo médium na sua vida normal, e este não tem consciência do que escreve até o seu estado alterado de consciência terminar e ele poder ler o texto.


Espectros

-Imagens reiterativas que apareçem em lugares onde se deu um drama, um ato violento, ou uma grande carga psíquica de amor ou ódio. O seu comportamento para com o espectador é de total indiferença; assemelham-se a fragmentos de filmes antigos que decorrem perante a testemunha durante breves momentos.


Fantasmas

-Para a parapsicologia, um fantasma é uma imagem ou presença de alguém que sobrevive á morte do corpo, e que se manifesta perante nós, e que se comporta de forma lúcida.


Fenómenos parabiológicos 

-A parapsicológia engloba neste grupo os fenómenos relacionados com a biologia, como a dermografia, os estigmas, as transfigurações, o curandeirismo ou a cirugia psíquica.


Gasparetto

-Medium que incorpora pintores  já falecidos e executa as suas obras seguindo o seu estilo. Assina inclusivamente os quadros com o seu nome.


Hipnagógico

-Refere-se á fase anterior ao adormeçer ou despertar, na qual se manifestam representações que se podem confundir com a realidade.


Lugares WARP

-Lugares onde as leis convencionais da física podem mudar, onde o tempo linear nem sempre se pode aplicar, onde surgem fantasmas, impregnações e todo o tipo de fenómenos paranormais,e onde as perceções podem distorcer-se fora de qualquer lógica.


Médium

-Pessoa que é capaz de alterar o seu estado de consciência e aumentar o seu grau de perceção. Neste esta do de transe, é capaz de se ligar a outras dimensões e realidades.


Névoas

-Apareçcem em algumas fotos e são semelhantes a fumo. Umas vezes captam-se sem forma enquanto noutras aparecem modelados como corpos ou caras. As névoas poderão ser aparições cujo corpo quebrou o molde da personalidade física. Aparecem em movimento.


ORBS

-Circulos inexplicaveis, ou bolas de luz semitransparentes que se captam em alguns lugares. São invisíveis para o olho humano mas podem captar-se com vulgares câmaras de vídeo e fotografias digitais. Algumas pessoas acreditam que são manifestações de fantasmas, outras que são fenómenos naturais da fisíca.Podem mover-se á velocidade de um relâmpago ou oscilar suavemente de uma forma curiosa. Atravessam objectos, e a intensidade da luz pode variar. Apareçem amiúde com um núcleo, como as células. São mais ativas com os infravermelhos. Se partirmos do princípio que os fantasmas possuem um campo electromágnético, algumas partículas da atmosfera poderão ser capturadas nesse campo, marcando a presença destas entidades. Os Orbs captam-se melhor com uma câmera de video.


Poltergeit

-Palavra alemã que significa "Duende Travesso". Em parapsicologia, é o conjunto de fenómenos causados por uma pessoa viva normalmente em estado de stress, e que está sempre presente nos fenómenos. Estes podem ser do tipo acústico, dinãmico, ótico...São sempre muito variados e de grande impacto, ainda que de curta duração no tempo.


Psi Kappa

-Dá-se o nome ao conjunto de fenómenos objectivos de efeitos físicos como movimentos de objectos, ruídos, desenhos, mudanças de temperatura, levitação, fantasmas e espectros, materializações, combustões espontâneas, fotografia psíquica, transcomunicações, ectoplasmas e muito mais...


Rap

-Fenómeno acústico que costuma manifestar-se com pancadas nas paredes. Também se fala de "Raps" quando se gravam pancadas ou ruídos em fitas magnéticas ou gravações de áudio digital.


Registos Akáshicos

-De acordo com a Teosofia, são os registos históricos de todos os acontecimentos do mundo e as experiências pessoais de todos os pensamentos e factos que tiveram lugar na terra e que em algumas circunstâncias podem ser lidos.


Tabuleiro Ouija

-Numa superfície plana marcada com as letras do alfabeto, os números de 0 a 9, e as palavras "Sim" e "Não", coloca-se um cálice ou um copo virado para baixo. Cada participante coloca um dedo sobre o cálice. Fazem uma pergunta e esperam. O mais provável é que o cálice ou copo, comece a mover-se, escolhendo sucessivamente letras ou números para formar palavras e frases respondendo assim ás perguntas formuladas. Alguns consideram o Ouija um instrumento espírita, outros gerador de um fenómeno paranormal ainda inexplicável. Em qualquer caso, o Ouija não é um brinquedo e pode ser muito perigoso para as pessoas emocionalmente instáveis, que não sabem distanciar-se do fenómeno.

Nota:

A título de curiosidade fica a informação de que em todos os documentários que observei, onde este tabuleiro Ouija foi utilizado por curiosos reverteu sempre para problemas graves, relacionados com o paranormal...abrindo portas ainda desconhecidas para nós...mas sempre causadoras de problemas!

....por favor: se não tem conhecimentos para o usar não use, ou irá ter problemas !

Depois não diga que não foi avisado.


Telepatia

-Transmissão da mente para a mente, de conteúdos mentais ou emocionais sem que no processo intervenha qualquer via sensorial reconhecida.


Viagem Astral

-Acredita-se que consiste na dissociação entre o corpo físico e o cortpo invisível, também chamado de alma, corpo espiritual ou corpo energético. Este desdobramento pode produzir-se de forma espontânea, mas também pode atingir-se através de técnicas especiais. A experiência é uma vivência pessoal que leva a repensar muitos conceitos rígidos sobre a existência humana. Quando os investigadores da Universidade de Duke estudaram este fenómeno chamaram-lhe "OBE" (Out of the body experience)


PES

-Percepção extra-sensorial - Percepção extra-sensorial (PES) ou Psi-Gamma (PG) , em parapsicologia, é a habilidade de certos indivíduos, chamados "sensitivos" ou "psíquicos", para perceber fenômenos do além independentemente de seus órgãos sensoriais normais. 

O termo foi cunhado por Joseph Banks Rhine. Para fins de estudo e pesquisa, as percepções extra-sensoriais tem sido divididas nas seguintes categorias gerais:


-Clarividência - Conhecimento de evento, ser ou objeto, sem a utilização de quaisquer canais sensoriais conhecidos.

-Telepatia - A consciência dos pensamentos de outro ser, sem utilização de canais sensoriais conhecidos.

-Precognição - Conhecimento sobre um futuro evento, ser ou objeto.

-Simulcognição - A Simulcognição é o conhecimento da realidade presente.

-Radiestesia - Radiestesia ou radioestesia é uma hipotética sensibilidade a determinadas radiações, como energias emitidas por seres vivos e elementos da natureza. 

-Psicometria - Capacidade de ler impressões e recordações pelo contato com objetos.

-Retrocognição - Fenômeno parapsíquico espontâneo ou induzido no qual o indivíduo lembraria espontaneamente de lugares, factos ou pessoas relativos a experiências passadas, sejam elas vidas ou períodos entre vidas.Através das diferentes técnicas de regressão pode-se acessar factos ocorridos durante a vida adulta, a adolescência, a infância, o nascimento, a vida intra-uterina, e até mesmo experiências ocorridas em outras vivências que ainda afetam o dia-a-dia.


Transcendentologia

A Transcendentologia não é uma ciência, uma filosofia ou uma religião, mas um  conhecimento interdisciplinar que tem por objeto a investigação de uma possível Realidade Transcendental e, para isso, ela se utiliza da metodologia científica, da especulação filosófica e das experiências místicas e mediúnicas na investigação de fenômenos que sugerem a existência deste outro nível da realidade.



Conceitos das diversas Religiões no que à morte diz respeito. 


...no Catolicismo

Os seguidores do catolicismo acreditam que a morte é o caminho para a vida eterna. Para eles, corpo e alma são uma só coisa. A reencarnação não é aceite.

A alma do defunto vai para o Paraíso,  Purgatório ou o Inferno, segundo os seus pecados cometidos em vida.

Quem vai pro Paraíso está livre de percalços e alcança "a luz", isto é, a proximidade com Deus.

Do Purgatório sairá após cumprir o castigo temporário e de acordo com seus pecados.

No Inferno estarão até ao juizo final.


...no Espiritismo

Para os seguidores do espiritismo, a morte não existe. O espírito usa o corpo físico como instrumento para se aprimorar. O corpo é uma veste e a reencarnação serve para o espírito evoluir. Quando o corpo morre, o espírito  desliga-se e, cada um irá para onde o seu  estágio evolutivo ditar. 

O julgamento é individual feito de acordo com o que este tenha feito enquando ser encarnado: 

“A cada um segundo suas obras”. 

Mas, todas irão para o plano espiritual onde entenderão sua condição de desencarnado e lá ficarão reequilibrando-se, preparando-se para uma nova etapa evolutiva efectuando-se então nova encarnação. Com a reencarnação, o espírito adquire experiências e evolui noutro corpo sucessivamente até  atingir a perfeição.


...no Protestantismo

Os protestantes acreditam que a morte é apenas uma passagem para outra vida.

Não aceitam a reencarnação.

"O movimento protestante acredita na próxima vida, mas em comunhão com Deus. Falar na vida eterna da alma é limitado porque acreditam na ressurreição do corpo".

Para os protestantes, existe o céu e o inferno. 

O julgamento ocorre não pelas ações da pessoa em vida, mas pela fé que ela teve no amor e  palavra de Deus.

Para esta religião o céu e o inferno existem. 



Reincarnação

O registo de inúmeros casos e investigação de experiência de vidas passadas apontam claramente para a vida após a morte. Em todos os casos de registo de reincarnações, verificou-se que houve um lapso de tempo variável entre a morte de uma pessoa e a sua reincarnação de novo. Então, para onde vai a nossa essência depois de mortos até reincarnarmos de novo? Há um único plano de existência ou há uma variedade de planos de existência? Em caso afirmativo, quais são os factores que decidem para onde vamos após a morte? As respostas para estas e outras questões ainda estão no segredo dos "Deuses" mas já é possível ter um vislumbre. Estas respostas foram obtidas através de investigações, médica e outros investigadores que acompanharam os moribundos no leito de morte nos seus últimos momentos.




Porque há uma desfasagem de tempo entre duas reincarnações?



No curso da investigação, utilizando o transe hipnótico para traçar as vidas passadas de determinada pessoa, verificou-se que o intervalo entre duas reincarnações na Terra poderia ser em média 50 a 400 anos. As razões poderão passar pelo seguinte:

O corpo subtil permanece ausente da Terra  por períodos variáveis de tempo para submeter os seus méritos e ou deméritos.

As circunstâncias na Terra, no plano de existência precisam ser favoráveis  nomeadamente no que terá a ver com as relações das várias pessoas com quem se irá cruzar. Isto em conformidade com a lei do Karma de cada um. A reincarnação do corpo subtil é adiada até ao momento até que várias pessoas que têm uma conta de dar e receber também se estão a preparar para assumir a reincarnação.

Por vezes em regressão de vidas passadas, uma pessoa não relata uma reincarnação em estado de transe. A razão para isto é que certas reincarnações teriam sido muito breves e sem intercorrências ou a pessoa pode não se lembrar de quaisquer pormenores sobre as mesmas.
No caso de corpos subtis que têm sido relegados a planos mais profundos da existência.


Os factos sobre os vários planos de existência dão-nos uma ideia das possíveis consequências na nossa vida após a morte, e a sua relação com as vidas que vivemos. Há a possibilidade também de mais de uma encarnação neste plano terrestre de existência. O objectivo será sempre o da evolução rumo ao estado perfeito. 

Como pode haver algo depois da morte? Se o corpo morreu, como pode restar alguma coisa de nós?

 

A primeira questão com efeito é saber como podemos continuar alguma "espécie de vida" depois do nosso corpo ter morrido, e permanecer na terra, desaparecendo num breve espaço de tempo com todos os seus elementos.

Nestes últimos anos muitos livros falam de experiências da "vida depois da morte". Até mesmo Médicos publicaram teses sobre este assunto. De acordo com testemunhos recolhidos nesses livros pessoas doentes, muitas vezes em fase pós operatória, num estado muito crítico, morrem e isso é constatado biologicamente. 

E depois de algum tempo percebemos que elas retomam a vida. Sendo interrogadas para saber o que experimentaram no tempo em que estiveram clinicamente mortas. Ficamos espantados ao constatar uma grande semelhança. Em geral essas pessoas experimentaram uma existência fora de seu corpo que se podiam contemplar como espectadores a partir do exterior do seu corpo. E o que revela a maioria daqueles que passaram por essa experiência é o encontro com um ser luminoso e misericordioso. A imagem e identidade deste ser varia mas ela é tanto menos precisa quanto as pessoas sejam pouco ou nada crentes. Relatam ainda, a confrontação com um julgamento misericordioso, com uma bondade, infinita.



É preciso reconhecer no entretanto, seja qual for o interesse e o valor destes testemunhos, que eles se relacionam com uma experiência "na fronteira da vida e da morte". Com efeito, todas essas pessoas retomaram à vida e é por isso que elas falam do assunto. Assim, podemos pensar que o Ser misterioso deste encontro "talvez lhes tenha mostrado algo, dado um aviso, feito uma interrogação, dado uma nova possibilidade, um estímulo para viver na bondade e no bem.".

Há portanto algo a aceitar desses testemunhos nos limites extremos da vida do corpo levando-nos a acreditar de modo mais evidente que nosso corpo não é tudo o que somos, e que outra parte do nosso ser é capaz de existir e interrogar-se sobre o seu corpo, sobre sua vida, sobre seu destino. 

Será a alma?
Eis aí uma pergunta essencial.

Contrariamente ao que creem os materialistas, veremos quais as razões ditas ou não, mas o que é certo é que a nossa existência "material biológica" não pode exprimir tudo de nós somos. Não é lógico reduzir a nossa vida aos limites próprios da biologia naquilo que ela tem de mais profundo, as nossas aspirações mais íntimas e verdadeiras, e o sentido que temos do nosso destino. 

Eis um exemplo:

Um homem pode amar uma mulher com seu corpo. Mas é falso dizer que é somente com seu corpo que ele pode amar. E aqueles que limitam o amor ao corpo estão equivocados. O verdadeiro amor vai mais longe, é mais profundo. E é mais duradouro. Amar de verdade é amar não somente com todo o seu corpo mas de todo o seu coração, com todo o poder de sua alma. É amar o outro pelo outro. É querer a sua felicidade mais que tudo. 

Sim, "o amor é mais forte do que a morte"

A felicidade também. O homem é feito para a felicidade; como seríamos infelizes se não tivéssemos nenhuma ideia, nenhum desejo de felicidade! E se experimentamos a felicidade, que mais desejaríamos? Há pois qualquer coisa em nós que vai além do corpo, que é feita para desejar a felicidade sem fim, é a isso que  também chamaremos alma ou pelo menos parte dela.

E a morte é um obstáculo. Somos feitos para ser felizes, desejamos uma felicidade eterna, e que não acabe com a morte. Esta felicidade sem fim, é desejada por nós, para aqueles que amamos.


O que significa Karma

 Karma ou carma significa ação em sânscrito, é um termo vindo da religião budista, hinduísta e jainista, adotado posteriormente também pelo espiritismo. 

Na física, essa palavra é equivalente a lei:

"Para toda ação existe uma reação de força equivalente em sentido contrário". 

 Ou seja, para cada ação que um indivíduo pratica vai haver uma reação, (dependendo da religião) o sentido da palavra pode ser diferente, mas usualmente é relacionada com a ação versos consequências. 

A lei do Karma é aquela que ajusta o efeito e a sua causa, ou seja, todo o bem ou mal que tenhamos feito numa vida virá trazer-nos consequências boas ou más para esta vida ou próximas existências. 

A lei do Karma é imodificável, e é conhecida em várias religiões como “justiça celestial”. No budismo, karma é usada para mostrar a importância de desenvolver atitudes e intenções corretas.


O que significa Dogma

Os princípios dogmáticos são crenças básicas pregadas pelas religiões, que devem ser seguidas e respeitados pelos seus membros sem nenhuma dúvida.

Exemplos de dogmas 

- A Existência de Deus e da Santíssima Trindade 

- Jesus Cristo é Filho Natural de Deus 

- A Virgindade e Assunção de Maria 

entre outros.

Dogma é um termo que tem origem grega que significa literalmente “o que se pensa é verdade”. Na antiguidade, o termo estava ligado ao que parecia ser uma crença ou convicção, um pensamento firme ou doutrina.

Posteriormente passou a ter um fundamento religioso em que caracteriza cada um dos pontos fundamentais e indiscutíveis de uma crença religiosa. Pontos inquestionáveis, uma verdade absoluta que deve ser ensinada com autoridade.




 O que aconteçe "físicamente" ao corpo com a morte?

A morte já nos espreita. E como aconteçeu com infinitas pessoas no passado e aconteçe no tempo presente, ela talvez chegue hoje, embora não queiramos acreditar.Acredito que voçê saberá o que se passa com o corpo fisíco depois do coração parar de bater, depois da putrefação, o processo para transformar o corpo em esqueleto é geralmente rápida. Você já deve ter ouvido falar que um corpo morto torna-se duro e de difícil movimentação, o cálcio vai endureçer os seus músculos... o rigor mortis apareçe cerca de três horas depois da morte, atinge seu pico 12 horas depois dissipando-se depois de 48 horas, isso acontece porque existem "bombas" nas membranas das células musculares que regulam o cálcio no corpo. Quando as bombas param de funcionar, inundações de cálcio fazem com que os músculos se contraiam e endureçam.Depois do rigor mortis, vem a putrefação dos órgãos.

As enzimas dos orgãos fazem com que tudo se comece a auto digerir, os micróbios juntam-se a essas enzimas, deixando o corpo em cor esverdeada a partir do ventre. Segundo Caroline Williams, da New Scientist, "os principais beneficiários são as 100 triliões de bactérias que existem nas nossas entranhas." Conforme as bactérias vão tomando conta do corpo, ele liberta putrescina e cadaverina, que não são mais que os compostos responsáveis pelo mau cheiro do corpo humano após a morte.

A gravidade deixa as primeiras marcas instantes depois da morte. Enquanto todo o corpo fica pálido, as células vermelhas do sangue passam para as partes do corpo que estão mais próximas do solo, uma vez que a circulação foi interrompida. O resultado disso são manchas roxas nas partes mais baixas, algo que é conhecido como livor mortis ou hipostase cadavérica. Juntamente com a temperatura do corpo, essas marcas ajudam os legistas a identificar o tempo e a posição do corpo no momento da morte. 

Como sabemos o processo de decomposição do corpo começa alguns minutos depois da morte. Quando o coração para, nós experimentamos o algor mortis ou o frio da morte, a temperatura do corpo diminui em  média cerca de 1,5ºC por hora, até atingir a temperatura ambiente. Quase imediatamente, o sangue  torna-se mais ácido com a acumululação do dióxido de carbono.Isso é o que faz com que as células se comecem a dividir, esvaziando as enzimas dos tecidos.


 O outro lado da Morte

Para este trabalho, não são estes os aspectos que quero debater, não é a morte celular e os seus processos, mas sim a "vida da essência" que nos habitou o ainda em vida.

Confesso que analizando a "coisa" de uma forma pura e dura, até faz sentido que, terminada a vida no corpo humano a sua essência termine ali também.

-Que sentido dar a todos os relatos de pessoas (e que são aos milhares) de contactos directos com entidades que já partiram de seus corpos e em muitos casos perfeitamente identificaveis?

-Que dizer por exemplo daquela situação em que uma pessoa ao alugar uma casa, desconhecendo completamente a sua história, descreve contactos directos com antigos proprietários, factos que, no fim de investigação feita por terçeiros, se provam serem descrições exactas de pessoas que ali viveram e morreram anteriormente?

Que essência é essa que fica nos locais?

Estarão estes milhares de pessoas todas a mentir?

Então, a ser verdade, (nem que seja num só caso)... será mesmo verdade. É a essa hipótese que me vou agarrar para tratar este assunto!


Aqui vamos abordar as possíveis respostas ás difíceis perguntas que em cima fizemos, com o reconhecimento perfeito de que é muito, mesmo muito difícil, responder de forma objectiva e precisa a essas questões. Mesmo que as nossas respostas fossem perfeitas, elas não iriam satisfazer a todos os leitores da mesma forma, logo o que tentarei fazer será dar-lhe exemplos...muitos exemplos de muita gente que passou pelo mesmo, de forma a que possa você mesmos atar as pontas que considerar soltas, de forma que possa formular a sua opinião sobre o assunto de uma forma muito mais elucidada. Acredite que não me passa pela cabeça tentar que você acredite nisto ou naquilo, e muito menos fazê-lo querer acreditar que a vida depois da morte é realmente uma verdade, quero somente dar-lhe mais informação de qualidade para que o seu sistema de crenças possa equacionar outras verdades que não as que tem actualmente,bem... mas se se encontra aqui a ler estas palavras, não será difícil perceber que andarão dúvidas na sua mente acerca de um assunto difícil por natureza.



O fenómeno de sairmos do corpo é deveras interessante, independe de termos conhecimento dele ou não. Uma pessoa que acredite e tenha a noção disso morrerá e nascerá novamente, com esse conhecimento e outra pessoa desconhecedora desse processo irá submeter-se a ele da mesma forma. No entanto, há um ponto muitissímo importante:

Onde será o nosso próximo nascimento? não é algo aleatório, mas produto do nosso estado de consciência ao fim da vida. Assim, este conhecimento da eternidade da alma confere ao seu conhecedor o poder e a responsabilidade de criar para si um futuro pós-morte que lhe seja inteiramente satisfatório mediante o cultivo da consciência, a única propriedade que levamos conosco após a morte. O estado de consciência de uma pessoa à hora da morte é determinado por vários factores – um somatório de todos os seus desejos, experiências, sentimentos, palavras e acções.

Ao concentrar-se num conceito, pode descobrir que as suas futuras conclusões, diferem do que a sua formação, educação ou história lhe ensinaram. Todos nós fomos doutrinados com sistemas de crenças e valores das nossas famílias, professores, culturas, religiões etc, etc. O facto de posteriormente á sua análise passar a pensar de maneira diferente não irá prejudicá-lo. Manter uma mente aberta é essencial. Se conseguir ajustar a sua mente a ideias diferentes e novas possibilidades, então o processo de aprendizagem pode continuar.

Talvez o que lhe foi ensinado em criança, não seja aquilo que está agora na sua frente!

-Como saberá, se a sua mente não estiver atenta? 

-Como poderá acordar para uma realidade mais profunda ou mais significativa se não permitir à sua mente que funcione de forma aberta?

Tente não descartar as suas actuais ideias ou colocá-las completamente de parte. O que quero que experimente neste momento,e refiro-me a esta abordagem da possibilidade de vida após a morte,  é que esteja aberto a essa possibilidade apesar de ser presentemente,diferente daquilo que é levado a acreditar. É possível que que o estranho seja verdadeiro e o familiar, falso!

Digo-lhe ainda que muitas das informações aqui prestadas foram feitas por pessoal médico de reconhecido valor e a nível internacional, debaixo da supervisão de organismos acima de qualquer suspeita como o caso da American Society for Psychical Research de Nova York ou a Parapsychology Foundation, ainda Universidade da Islândia, as fundações Shanti e Code, entre muitas outras... e também a inúmero pessoal médico de diversas áreas como cardiologistas, psicólogos etc.

Espero que não seja levado a pensar que todos estes organismos e pessoal médico especializado esteja aqui somente para o enganar!.. vá lá abra um pouco mais a mente e equacione pelo menos que a "sua verdade" possa não ser a única que existe ou até mesmo, quem saben não seja verdadeira... e certamente reconhecerá que noutras alturas anteriores da sua vida não analisou correntamente como devia outras coisas, e que afinal os outros até tinham razão.

Como não podia deixar de ser, agradecimentos particulares ás gerências dos hospitais e seus directores de serviços, que permitiram que o seu pessoal médico bem como enfermeiros que tiveram a gentileza de relatar as suas experiências vividas à cabeceira dos moribundos. São então relatadas experiências do além vividas por moribundos na presença de pessoal médico especializado. Repare-se que todo este pessoal não contou com o apoio deste mundo materialista e céptico que è o nosso, com esta sociedade que manda homens e naves á lua, quando quase nada conhece acerca da vida e da morte no nosso próprio planeta.

Neste trabalho, centenas de casos foram estudados envolvendo cidadões de nacionalidade americana e indiana, tanto hindus como cristãos.É com base nesse estudo que vamos desenvolver este trabalho e perceber os números nele envolvidos. Olhe que são deveras interessantes tendo como base as respostas dadas pelo pessoal médico que presenciou os últimos momentos no leito de morte dos pacientes.

 O Mistério da morte: Aquilo em que acreditamos e o que sabemos


Só há duas coisas onde os homens são verdadeiramente semelhantes:

No nascimento e na morte!

Em última análise, é a nossa concepção da morte que determina as respostas que damos a todas as perguntas que a vida nos coloca...daí, pois a necessidade de nos prepararmos para morrer.

O destino que nos está reservado depois da morte é sem dúvida um dos mais importantes domínios da experiência humana sobre a qual nos poderemos debruçar. 

-Não afirmam as obras médicas peremptoriamente que a vida termina e o individuo deixa de existir quando o coração deixa de bater? ou quando o cérebro deixa de ser irrigado ao fim de sensivelmente 15 minutos?

Há séculos que as universidades e faculdades de medicina formatam os seus alunos neste conceito inflexível nos médicos e enfermeiras (esses mesmos que estarão connosco no nosso leito para nos ajudar a morrer?) Este acto de morrer será igual para todas as situações?
É surpreendente observar que as experiências vividas pelos próprios moribundos contradizem frequentemente a óptica médica admitida.

-Que aspectos da morte nos dão os moribundos? que vivem eles, o que vêem no seu último instante?

-Sob o ponto de vista em que se encontram será a morte um triste aniquilamento ou um renascimento?

É verdade que uns partem já dentro do seu próprio esquecimento sem disso terem consciência,como no caso de doentes de Alzheimer, outros pelo contrário, lúcidos até ao fim afirmam o que "vêem" no além mesmo antes de expirar e relatam essa experiência.Alguns dos moribundos terão aparições de parentes e amigos já falecidos, outros vêem figuras religiosas, outros ainda paisagens inebriantes de luz indescritível de rara beleza e cores vivas. Estas experiências transformam completamente o ser e dão serenidade e quietude, alegria ao mesmo tempo que vivenciam sentimentos religiosos. Estes pacientes têm uma "bela morte" o estranhamente contrasta com a dor e a tristeza que rodeia a sua morte. Outros moribundos não assinalam qualquer visão, mas nem por isso deixam de passar pela mesma transformação.


Reunindo os relatos das pessoas que sobreviveram à morte clínica, surge a pergunta:


O que experimenta  e vê a alma, ao abandonar o corpo? quais os passos que se seguem?

Quando a morte se processa e a pessoa atinge o fim, é declarada morta. Em seguida, vê o seu "corpo inerte" e sem vida lá em baixo. Essas inesperadas imagens provocam um choque enorme, pela primeira vez na vida ela observa-se do lado de fora de si mesma. Aí ela verifica que as suas capacidades habituais como ver, ouvir, pensar, sentir continuam intactas e a funcionar de forma perfeita como normalmente acontecia, só que agora independentes do seu invólucro exterior. Flutua no ar, acima das pessoas que se encontram no quarto, instintivamente tenta comunicar-se, com os outros, dizer algo ou até mesmo tocar em alguém para fazer sentir que está realmente viva. Mas, para sua surpresa e horror, percebe que está isolada dos outros: - Ninguém a ouve, nem sente o seu toque, ou sua presença. Além disso, ela fica admirada ao sentir uma sensação inacreditável de alívio, serenidade e até mesmo um certo estado de eufórico devido á novidade. Não há mais aquela parte do "eu" que sofria e tinha dores. Sentindo tal alivio, a alma do moribundo normalmente não quer regressar ao seu corpo.

Na maioria dos casos documentados dos que "roçaram a morte", a alma, após observar por alguns momentos o que se passa em redor, regressa ao seu corpo físico, é nesse momento, que o conhecimento do "outro mundo" é dado por findo. Por vezes, a alma dirige-se mais além para o mundo espiritual. Alguns descrevem o inicio dessa sensação como se se movimentassem através de um túnel escuro direitos a uma forte luz. Depois disso, as almas de algumas pessoas vão para um mundo de grande beleza, onde, por vezes elas encontram parentes já falecidos. Outras, encontram-se com um ser de luz, do qual emana grande amor e compreensão. Alguns afirmam que essa entidade não é nem mais nem menos que Jesus Cristo! outros afirmam que é um anjo, mas, todos concordam que é alguém repleto de bondade e compaixão. Alguns ainda, vão parar a lugares tenebrosos e, quando regressam, descrevem terem visto seres cruéis e repugnantes. Por vezes, o encontro com o misterioso ser luminoso é acompanhado de uma "revisão" de toda a sua vida, a pessoa ao ao lembrar-se do seu passado faz uma avaliação moral dos seus actos. Após isto, alguns vêem algo semelhante a uma cerca, fronteira ou delimitação e sentem que, uma vez ultrapassada essa fronteira, não mais poderão voltar ao mundo físico.


A imagem abaixo é um diagrama que representa do que o ser humano é composto

Nem todos os que sobreviveram à "quase morte" passaram por todas as fases descritas anteriormente. Uma percentagem significativa de pessoas que voltaram à vida, não se lembram de nada do que aconteceu com eles "lá" onde estiveram por momentos. As etapas a cima citadas são colocadas em ordem de sua frequência relativa, começando com as que ocorrem mais frequentemente e terminando com as que são mais raras. Segundo os dados constantes de um estudo efectuado, aproximadamente um de cada sete pessoas lembram-se da vivência extracorporal, de verem a luz e conversaram com o ser de luz.


Graças aos avanços da medicina, a reanimação dos mortos passou a ser um procedimento quase padrão nos  hospitais atuais. Antigamente, isso não existia. Por isso, existem diferenças significativas entre os relatos da vida pós morte na literatura antiga, mais tradicional, e na moderna. Os livros religiosos mais antigos, relatando sobre a aparição da alma dos mortos, contam sobre visões no paraíso ou no inferno e sobre encontros com anjos ou 
demónios. 


Devido às novas pesquisas na área da reanimação e tendo em conta os diversos relatos dos sobreviventes à morte clínica, há forma de elaborar um quadro detalhado, sobre o que a alma vivência logo após a separação do corpo. É evidente, que cada caso tem características individuais que lhes são próprias, e que outros não terão. No entanto, no seu conjunto, elas ajudam a formar uma imagem razoavelmente completa, ainda que não totalmente compreensível para nós.


De seguida, iremos, relatar as principais características das experiências relacionadas com o "outro mundo" e cuja fonte são os modernos livros sobre vida após a morte.


 1. Fora do corpo

Tendo morrido, a pessoa não se dá conta disso imediatamente. É só depois de ver o seu "corpo," deitado lá em baixo inerte, e convencer, apesar de efectuadas várias tentativas ela é incapaz de comunicar-se com os presentes, a pessoa percebe que a sua alma já não está mais no corpo. 

Por vezes, sucede que, após um acidente inesperado, quando a separação com o corpo físico ocorre brusca e inesperadamente, a alma não reconhece o seu próprio corpo e pensa que está na presença de alguém muito parecido com ele. 

A visão fora do corpo que tem de si próprio e a incapacidade de comunicar-se provoca um grande choque na alma, de forma que ela não tem certeza se o acontecimento é sonho ou realidade.




 2. A Consciência e sentidos é mantida durante toda a experiência

Todos, sobreviventes à morte clínica, testemunham que conservaram totalmente o seu "eu" e todas as suas capacidades mentais, sensoriais e de vontade. Mais que isso, a visão e a audição tornam-se até mais intensas, o raciocínio fica mais claro e tornando-se mais enérgico, a memória torna-se lúcida. As pessoas que anteriormente perderam alguma capacidade física em devido a doença ou motivada pela idade, de repente sentem que a recuperam. O homem percebe que pode ver, ouvir, sentir, pensar etc., mesmo não tendo, nesse estado, quaisquer órgãos físicos. É absolutamente fantástico!

Note-se o caso de um cego de nascença que tendo vivênciado a experiência de saída do corpo, observou tudo o que lhe fora feito pelos médicos e enfermeiros e mais tarde, após relatar todas as incidências do dito acto médico, ele continuou a ser cego como era antes.

Como pode um cego de nascença, completamente anestesiado, numa mesa de operações, descrever todos os actos médicos, descrever as cores da roupa usadas pelos médicos e enfermeiras ou até acontecimentos inesperados como a entrada de alguém na sala de operações, ou até observar a queda ao chão de um instrumento cirúrgico, ou a gaveta onde esse mesmo objecto foi guardado?


 3. Alívio

Normalmente, a morte é precedida pela doença e sofrimento. Ao sair do corpo a alma liberta-se, pois nada mais dói, nada oprime, nada sufoca, a mente funciona claramente, os sentimentos são apaziguados. A pessoa começa a identificar-se com a alma, o corpo parece ser algo secundário e inútil, como tudo material o é.

"Eu próprio saio (consciência), e o meu corpo torna-se um invólucro vazio" - explica um homem, que sobreviveu à morte clínica. Ele assistiu à sua cirurgia cardíaca como se fosse um "espectador." As tentativas de reanimar o seu corpo, não o interessaram absolutamente nada... Aparentemente, ele tinha-se despedido mentalmente da vida terrena e estava pronto para iniciar uma nova "vida". Entretanto, permanecia com ele o amor pela família e a preocupação com os filhos que deixava. De notar, que mudanças radicais no caráter do indivíduo não ocorrem. O indivíduo permaneceu o mesmo que era. 

Afirmou - "A suposição de que abandonando o corpo, a alma imediatamente passamos a conhecer e entender tudo, é falsa. Eu vim para este novo mundo do mesmo jeito como saí do velho" .


 4. O Túnel e a Luz 

Após a visão do seu próprio corpo físico e de todo o ambiente que o rodeia, algumas almas continuam no outro mundo espiritual. Enquanto outras, não passam pela primeira fase ou não reparam nela e vão direto para o segundo estágio. A passagem para o mundo espiritual. Alguns descrevem-no como sendo uma viagem através do espaço escuro, que faz lembrar um túnel, no final do qual, eles vão parar a uma região de luz não terrena. Existe um quadro do século XV de Jerônimo Bosh "Ascensão ao Empírico" que representa algo semelhante à passagem da alma pelo túnel. Isso significa que mesmo naquele tempo alguém já tinha passado por esse acontecimento, deixando-o presente num quadro.

Eis, dois relatos: 

- "Eu ouvi, quando os médicos anunciaram a minha morte, mas nesse momento, era como se eu estivesse a nadar num espaço escuro. Não há palavras para descrever a sensação. Era completamente escuro ao redor, e só longe, muito longe, via-se luz. Era uma luz muito brilhante, mesmo que parecesse pequena inicialmente. À medida que eu me aproximava, a luz aumentava. Deslocava-me velozmente em direção à luz e sentia que dela só emanava o bem. Sendo cristão, lembrei-me das palavras de Cristo: "Eu sou a luz do mundo" 

E pensei: 

"Se isto é a morte, sei quem está esperando por mim".



- "Eu sabia que estava a morrer" - conta uma outra pessoa, - e nada podia fazer, para comunicar isso, já que ninguém me ouvia... Eu estava fora do meu próprio corpo - porque eu via o meu corpo lá na mesa de operações. A minha alma tinha saído do corpo, por isso, sentia-me perdido, mas depois vi aquela luz diferente. Inicialmente, era pequeno foco de luz, mas depois tornou-se mais brilhante. Eu sentia o calor da luz. A luz cobria tudo, mas não me impedia a visão da sala de cirurgia, médicos, enfermeiras, tudo... Inicialmente, eu não entendi o que estava a acontecer, mas depois a voz da luz perguntou-me, se eu estava pronto para morrer. A luz falava, tal qual um homem, mas não havia ninguém. Era a Luz que perguntava... Agora é que eu entendo, que a Luz sabia que eu não estava pronto para morrer, mas queria-me testar. A partir do momento que a Luz começou a conversar, eu fiquei bem, eu sentia que estava seguro e que a Luz me amava. O amor, que emanava da Luz, era inimaginável, indescritível".

Todos os que viram a Luz e depois tentaram descrevê-la, mas não conseguiram achar as palavras adequadas. A Luz era diferente da luz que conhecemos aqui. "Aquilo não era uma luz, mas sim uma ausência da escuridão total e absoluta. Essa Luz não criava sombras, não era visível, mas estava em todo lugar e a alma permanecia na Luz". A maioria testemunha sobre a Luz, como sendo um ser moralmente bondoso, e não como uma energia impessoal. As pessoas religiosas tomam essa Luz por Anjo, ou até mesmo por Jesus Cristo - mas sempre, por alguém que leva paz e amor. No encontro com a Luz, eles não conversavam em nenhum idioma, a Luz comunicava com eles mentalmente. E aí, tudo estava tão claro, era absolutamente impossível esconder algo da Luz.

 5. Passar em revisão a vida e o julgamento 

Alguns, que sobreviveram à morte clínica, descrevem a etapa de revisão da vida que tiveram. Às vezes, a revisão ocorria durante a etapa da visão da Luz, quando o homem ouvia da Luz a pergunta: 

"O que fizeste de bom na tua vida?" 

A pessoa entendia que a pergunta não era feita para saber algo, mas para que a pessoa pudesse recordar a sua vida. E assim, após a pergunta, o filme da vida terrena da pessoa passa perante a sua visão espiritual, começando na infância. O filme da vida move-se como uma sequência de quadros de episódios da vida, um após o outro, e a pessoa vê claramente e com todos os detalhes, tudo o que aconteceu com ela. Nesse momento, a pessoa revive e moralmente reavalia tudo aquilo que ela fez falou ou sentiu.

Eis um dos casos típicos, que ilustra o processo da revisão: 

"Quando a Luz chegou, perguntou-me:

- "O que fizeste na tua vida? O que me podes mostrar?". 

E então, começaram a aparecer esses quadros. Foram os mais bonitos quadros, os mais nítidos, coloridos, tridimensionais e  movimentados. Toda a minha vida passou por mim... Eis eu, ainda uma menina pequena, brincando com a minha irmã perto do riacho... Depois, os acontecimentos da minha casa... escola... casamento... Tudo se seguiu na minha frente com os mínimos detalhes. Eu revivi esses acontecimentos... Eu vi os factos quando fui cruel e egoísta. Senti vergonha de mim mesma e desejava que isto nunca tivesse acontecido. Mas, era impossível mudar o passado...

Reunindo muitos relatos de pessoas que passaram pela revisão da vida, deve concluir-se que essa revisão sempre deixa nelas uma impressão profunda e benéfica. Realmente, durante a revisão, a pessoa é forçada a reavaliar seus actos, fazer o balanço do seu passado e assim, é como se fizesse um julgamento sobre si mesmo. Na vida diária, as pessoas escondem o lado negativo do seu carácter e escondem-se atrás da máscara de virtude, para parecer melhores do que realmente são. A maioria das pessoas estão tão acostumadas com a hipocrisia, que param de ver o seu verdadeiro eu - frequentemente orgulhoso, ambicioso e
 avarento. Mas, no momento da morte, essa máscara cai e a pessoa vê-se tal qual realmente é. Principalmente, no momento da revisão de toda uma vida, torna-se visível cada um de seus actos ocultos, até em cores e tridimensionalmente - ouve-se cada palavra dita, os acontecimentos esquecidos são revividos de forma diferente. Nesse momento, tudo o que se conseguiu durante a vida - situação sócioeconómica, diplomas, títulos, etc... - perde o seu sentido. A única coisa que serve para avaliação é o lado moral dos actos. É nessa hora, que a pessoa se julga não apenas pelo que fez, mas também, como os seus actos e palavras influenciaram outras pessoas.

Baseado em Factos Reais.

Eis como uma outra pessoa descreveu a revisão da sua vida: 

"Eu senti-me fora do meu corpo, flutuando sobre um edifício, e vi o meu corpo deitado lá em baixo. Depois, uma luz envolveu-me e nela eu vi como se fosse um filme, de toda a minha vida. Senti-me muito envergonhado, porque muito do que eu antes considerava normal e aprovava, entendi que não era bom. Tudo foi extremamente real. Eu senti que um julgamento ocorria comigo e que uma razão superior me comandava e ajudava a ver o que de errado e certo fiz na vida. O que mais me impressionou foi o que me foi mostrado não apenas o que fiz mas como meus actos influenciaram outros... Aí eu entendi, que nada se pode apagar, nada, nem um gesto tão pouco! nada passa em branco, até cada pensamento tem consequências." 



Os próximos dois pedaços de relato de pessoas que sobreviveram à morte, ilustram como a revisão da sua vida os ensinou a encarar a vida de uma nova forma...

- "Eu nunca contei a ninguém o que eu passei no momento da minha morte, mas, quando voltei à vida, senti-me dominado por um desejo enorme e ardente de fazer algo de bom para os outros. Eu sentia vergonha de mim mesmo...". 

- "Quando voltei, resolvi que era necessário que eu mudasse. Sentia arrependimento, e a minha vida passada não me satisfazia em absoluto. Resolvi iniciar um outro modo de vida, completamente diferente." 

Agora imaginemos um bandido, que durante a sua vida causou muito sofrimento a outros - enganou, mentiu, denunciou, foi ladrão, assassino e tudo mais. Ele morre, e vê todas as maldades que praticou em todos os seus horrendos detalhes. E aí a sua consciência, há muito adormecida, inesperadamente até para ele mesmo, acorda sob a ação da Luz e ele sente remorsos terríveis dos males praticados. Que tortura insuportável, que desespero deve dominá-lo quando ele nada mais pode fazer, nem para corrigir, nem sequer esquecer. Isto torna-se para ele o início de um tormento insuportável, do qual não haverá para onde fugir. A consciência do mal praticado, o dano que causou à sua alma e da alma de outros, vai tornar-se para ele um "verme" e um "fogo inapagável."

 6. Um Novo Mundo 

Algumas diferenças nas descrições das experiências da vida após a morte, explicam-se pelo facto de que aquele mundo é totalmente diferente do nosso, no qual nascemos e no qual se formaram todas as nossas noções. No outro mundo, o espaço, o tempo e os objectos tem um conteúdo totalmente diferente ao qual os nossos órgãos dos sentidos estão acostumados. A alma, que vai para o mundo espiritual pela primeira vez, experimenta algo semelhante ao que pode experimentar, por exemplo, um verme subterrâneo quando sobe pela primeira vez à superfície da terra. Ele vê pela primeira vez a luz solar, sente o seu calor, vê a bela paisagem, ouve o canto dos pássaros, sente o perfume das flores (supondo que um verme tem os órgãos dos sentidos). Tudo isto é tão novo e belo, que ele não encontra palavras, nem exemplos para contar sobre isto aos "habitantes do mundo subterrâneo".

Da mesma forma, as pessoas, que durante a sua morte se encontram de um momento para o outro num outro mundo, vêem e sentem muitas coisas que são incapazes de relatar. Assim, por exemplo, as pessoas perdem a noção da distância, tão comum para nós. Alguns afirmam que puderam, sem dificuldade, somente com a ação do pensamento transportar-se de um lugar para outro, independente da distância. Assim, por exemplo, um soldado, ferido gravemente no Vietname, e durante a cirurgia, saiu do seu corpo e observou as tentativas dos médicos para fazê-lo regressar á
vida.

-  "Eu estava lá, mas o médico, é como se estivesse e ao mesmo tempo não estivesse lá. Eu toquei-o, mas foi como se simplesmente o atravessasse... Depois, de repente, eu estava no campo de batalha, onde fui ferido e vi enfermeiros, a recolher os feridos. Eu quis ajudá-los, mas, de repente fui parar outra vez na sala de cirurgia... Era como se, num piscar de olhos, bastando desejar, eu me materializasse aqui ou lá..."

Há outros relatos semelhantes de deslocamentos inesperados. Ocorre "um processo puramente mental e agradável. Basta desejar - e lá estou eu." "Eu tenho um grande problema. Estou a tentar transmitir algo que sou obrigado a descrever em três dimensões... Mas, o que ocorria realmente não era em três dimensões."

Se perguntar a alguém que experimentou a morte clínica, quanto tempo durou esse estado, normalmente ele não é capaz de responder. As pessoas perdem completamente a noção do tempo. "Poderia ter sido alguns minutos, ou alguns milhares de anos, não há nenhuma diferença." 

Outros, que sobreviveram à morte, aparentemente foram parar a mundos mais distantes do nosso mundo físico. Eles viram a natureza do "outro lado" e descreveram-na em termos de montes e vales, plantas verdes, mas de um verde que não existe na Terra, campos inundados por uma luz dourada maravilhosa. Há descrição de flores, árvores, pássaros, animais, canto, música, campos e jardins de uma beleza incrível, cidades... Mas eles não conseguem encontrar as palavras certas para transmitir as suas próprias impressões.


 7. O aspecto da alma 

Quando a alma abandona o seu corpo, ela não reconhece esse facto de imediato. Assim, por exemplo, desaparecem as marcas da idade; as crianças vêem-se adultos, os velhos - jovens... As partes do corpo, por exemplo, mãos ou pernas amputadas por algum motivo, aparecem novamente. Os cegos voltam a ver.


Um operário caiu do alto sobre uns cabos de alta tensão. Como consequência de queimaduras, perdeu as duas pernas e parte da mão. Durante o tempo de cirurgia ele experimentou o estado da morte clínica. Tendo saído do corpo, ele nem reconheceu o seu próprio corpo físico, tão danificado que este se encontrava. No entanto, reparou em algo que o surpreendeu ainda mais: O seu corpo espiritual estava absurdamente de excelente saúde.

Na península de Long Island no estado de Nova York, vivia uma senhora de 70 anos, que tinha perdido a visão desde os 18 anos. Ela sofreu um ataque cardíaco, e tendo ir parado ao hospital, passou pela experiência de morte clínica. Tendo sido reanimada algum tempo depois, ela contou o que viu durante a reanimação. Descreveu detalhadamente os diversos equipamentos usados pelos médicos. O mais fantástico foi que, somente agora, no hospital ela tinha visto esses aparelhos pela primeira vez na vida, já que na sua juventude, antes da cegueira, eles nem sequer existiam. Contou ainda ao médico que o tinha visto vestido numa roupa azul. Claro que, tendo voltado à vida, voltou a ser cega, como era antes.


 8. Os encontros com outras pessoas já falecidas 

Alguns relatam encontros com parentes ou conhecidos já falecidos. Esses encontros às vezes aconteciam em condições terrenas, e noutras vezes em ambientes do "outro mundo". Assim, vamos a outro exemplo, uma mulher que passou por morte clínica, ouviu os médicos dizer aos seus parentes presentes, que ela estava a morrer. Tendo saído do corpo, encontrou-se com os seus parentes e amigos falecidos. Reconheceu-os. Eles estavam contentes por reencontrá-la. 

Outra mulher viu seus parentes que a cumprimentavam apertando as suas mãos. Estavam vestidos de branco, contentes e pareciam felizes... E de repente, viraram-lhe as costas, e afastaram-se. A minha avó, virando-se por sobre o ombro, disse-me: 

"Nós verteemos mais tarde, não desta vez." 

Ela tinha morrido aos 96 anos, mas lá naquele sitio parecia ter 40/45 anos de idade, encontrava-se saudável  e feliz." 

Um homem conta que, enquanto ele estava morrendo de ataque cardíaco num um canto do hospital a sua irmã estava também à morte, noutro canto do mesmo hospital devido a coma diabético. 

Conta ele - "Quando saí do corpo, de repente encontrei a minha irmã. Fiquei muito contente, porque gosto muito dela. Conversando com ela, quis segui-la, mas ela, virando-se para mim, mandou-me permanecer onde eu me encontrava, explicando que a minha hora ainda não tinha chegado. Quando voltei, contei ao meu médico que tinha encontrado a minha recém-falecida irmã. O médico não acreditou. No entanto, atendendo ao seu pedido insistente, ele mandou a enfermeira averiguar e soube que a irmã tinha efetivamente falecido recentemente, tal como tinha comentado." 

A alma, mal chega ao outro mundo, a tendência, caso encontre alguém, serão pessoas que lhe eram próximas em vida. Algo familiar atrai as almas. Por exemplo, um pai idoso encontrou no "outro mundo" os seus seis filhos já falecidos. Afirmou ainda: - "Eles lá não tem idade". 

Deve esclarecer-se que as almas das pessoas falecidas não ficam deambulando por onde querem, de acordo com a sua vontade, cada alma tem um lugar apropriado para sua permanência. Por isso, encontros com parentes mortos devem ser encarados não como regra, mas como exceção, devido ao que se sabe, por serem úteis para pessoas que ainda devem viver na Terra. É possível que nem sejam encontros, e sim visões. Deve-se admitir que a grande maioria dos acontecimentos vão muito para além de nosso entendimento.

Basicamente, os relatos das pessoas que foram parar ao "outro lado" dizem todos a mesma coisa, variando alguns detalhes. Às vezes, eles veem o que esperavam ver. Os cristãos veem anjos, a Virgem Maria, Jesus Cristo, os Santos. Os não religiosos veem templos, figuras de branco, e às vezes, não vêem nada, sentem somente a "presença."


 9. A Linguagem da Alma

 No mundo espiritual, as conversas ao que sabemos, ocorrem por intermédio do pensamento e não por meio de alguma linguagem. Será talvez devido a isso que quando voltam, as pessoas tem dificuldade em relatar por palavras a conversa com a "Luz", Anjo ou alguém que elas encontraram. Consequentemente, se no outro mundo todos os "pensamentos são ouvidos", devemos aprender aqui, no mundo em que vivemos, a termos bons pensamentos, ao que se julga querer tudo o que se passa connosco, é registado nos registos Akáshicos, que serão por assim dizer, o "filme" de tudo o que somos, pensamos, fazemos... é o registo do nosso "Tudo".

 10. A Fronteira 

Alguns, estando no outro mundo, contam de algo que parece ser uma delimitação ou fronteira. Alguns descrevem-na como sendo uma cerca ou grade na extremidade de um campo, outros como a beira de um lago ou de um mar, outros ainda como um portão, rio ou nuvem. A diferença na descrição decorre da recepção subjetiva de cada um. Por isso, não há como definir com exatidão a aparência dessa fronteira. O importante, no entanto, é que todos a compreendam exatamente como uma fronteira, atravessando a qual, não há mais retorno ao mundo anterior. Depois dela, começa a viagem para a eternidade.

 11. O Retorno

Por vezes, é dado ao "recém-falecido" a possibilidade de escolha - ficar "lá" ou retornar à vida na Terra. A voz da Luz pode perguntar, por exemplo: 

"Você está pronto?" 

Assim, o soldado seriamente ferido no campo de batalha, viu seu corpo aleijado e ouviu a voz. Ele pensava que quem conversava com ele era Jesus Cristo. Foi-lhe dado a possibilidade de voltar ao mundo terrestre, onde ficaria aleijado ou ficar no "além." O soldado preferiu voltar.

Muitos são atraídos de volta pelo desejo de concluir a sua missão terrena. Tendo voltado, eles afirmam que Deus permitiu que eles retornassem a viver em virtude da sua missão de vida não estar concluída. Afirmam que a volta deles foi resultado de sua própria escolha. Esta escolha foi satisfeita porque ela era fruto do senso de dever e não por motivos egoístas. Assim, por exemplo, alguns deles eram mães que queriam regressar para os seus filhos pequenos. Mas, também havia aqueles que foram mandados de volta, contrariando o seu desejo de permanecer lá. A alma deles já fora preenchida com sentimentos de alegria, amor, paz... Mas ainda não chegara a sua vez, ela ouve uma voz, ordenando-lhe que volte. As tentativas de reação para não voltar ao corpo não adiantam. Alguma força desconhecida puxa-os de volta.

Eis, a seguir, um caso contado por uma paciente do Dr. Raymond Moody Jr:
 

"Eu tive um ataque cardíaco, e estava num espaço escuro, sabia que tinha deixado o meu corpo e estava a morrer...  Pedi a Deus para me ajudar e saí da escuridão. Vi uma neblina cinzenta pela frente, e depois vi pessoas. As suas figuras eram semelhantes às da Terra e observei algo semelhante a uma casa. Tudo estava iluminado por uma luz dourada, muito suave, não sendo tão áspera como na Terra. Sentia uma alegria não terrena e queria passar pela neblina, mas aí apareceu o meu tio Carl, que havia morrido há já muito tempo. Ele atravessou-se no meu caminho e disse-me: "Volta. A tua tarefa na Terra ainda não está terminada. Volta imediatamente." Assim, contra a sua vontade, a sua alma voltou ao corpo. Ela tinha um filho pequeno que não sobreviveria sem ela.

O regresso ao corpo às vezes ocorre instantaneamente, outras coincide com as técnicas de reanimação como o caso de choques elétricos ou outras  modernas técnicas de reanimação. Todas as sensações desaparecem e a pessoa sente que está de novo na cama dentro do corpo. Alguns sentem a entrada no corpo como se fosse um empurrão. Inicialmente, sentem-se desconfortáveis e com frio. Às vezes, após a volta ao corpo, ocorre uma breve perda de consciência. Os médicos que efectuam a reanimação bem como outros observadores notam que, no momento da volta à vida, a pessoa geralmente espirra.

 12.Uma Nova Atitude em Relação à Vida

Pessoas que estiveram lá apresentam grandes mudanças. Segundo eles, ao voltar, procuram viver melhor. Muitos deles passaram a ser crentes em Deus, mudaram seu modo de vida, tornaram-se mais sérios e mais profundos. Alguns até mudaram de profissão, indo trabalhar em hospitais e asilos de velhos, para ajudar os que necessitam. Todos os relatos de pessoas que passaram por morte temporária, falam de fenômenos totalmente novos para a ciência, mas não para o Cristianismo. Mais tarde, analisaremos os casos atuais de visões do outro mundo, sob a ótica do ensino Ortodoxo, certo é que todos iremos morrer um dia! mas que evento é esse que  resulta tão inevitável, e comum a toda a gente, conhecido como morte?

Nem todos os que tiveram do lado de lá, viram a Luz. Já mencionamos os estudos detalhados do Dr. Ring, que mostram que a Luz aparece a uma relativamente pequena percentagem de pessoas que tiveram experiências de morte clínica. Dr. Maurice Rawlings, que reanimou pessoalmente muitos moribundos, afirma que, percentualmente, o número de pessoas que veem trevas e horrores é sensívelmente o mesmo do que as que veem a Luz.
Essa é a opinião também do Dr. Charles Garfield que liderou pesquisas na área dos estados próximos à morte. 

 



Notas Soltas

Além do cristianismo, os dogmas estão presentes também noutras religiões como o judaísmo ou islamismo.

Quem os rejeita pode incorrer em crimes variáveis de acordo com a religião. Na Igreja Católica o crime de heresia aconteceu no período da Idade Média, em que as pessoas acusadas eram excomungadas ou perseguidas através da Inquisição.

Os dogmas proclamados pela Igreja Católica devem ser aceitos como verdades reveladas por Deus através da Bíblia. São irrevogáveis e nenhum membro da Igreja, nem mesmo o Papa, tem autoridade para os alterar.


As objeções dos que não creem na vida  depois da morte.

"Materialistas"

Estes têm objeções de ordem exterior e interior, em si mesmas: 

As primeiras são de raciocínio objetivo, as segundas são reações interiores, feridas ou motivadas por medos internos inteiramente pessoais a cada um. Nem sempre temos consciência mas podemos acalmá-las, curá-las quando essas feridas veem a luz.

A objeção principal dos materialistas é simples, eles declaram que não há nada fora do mundo físico (entenda-se: Físico-químico o mundo que se pode observar pelos sentidos e medir). Eles creem nisso como os outros creem em Deus, o que é curiosamente surpreendente.

Esta objeção é considerada "científica", e ela tem sido efetivamente a opinião daqueles que chamamos "cientistas".

Estes cientistas, na segunda metade do século XIX e primeira metade do século XX. Eles estavam persuadidos de que o método científico iria explicar tudo. Rejeitavam como irracional qualquer outra fonte de saber, de conhecimento ou de sabedoria f
ora da ciência todo o resto era coisa vã, bolhas de sabão. Mais ou menos como se um especialista em grego nos declarasse que tudo o que não estivesse escrito em caracteres gregos não teria nenhum significado. 

Não se podendo medir a alma nem pô-la em equação, logo eles concluíram que ela não existe.


Estas teorias materialistas são apelidadas de "reducionistas" porque reduzem o homem somente a quantidades, cálculos, reações químicas, esquemas fisiológicos.

O pensamento, o amor, a vida são reduzidos a "ser somente uma superestrutura" de reações físico-químicas.

O próprio Louis Pasteur, cientista exigente em matéria científica, acreditava na existência da alma e da eternidade. Ele agradecia a Deus pelas suas descobertas, por exemplo, no seu discurso durante a inauguração do Instituto Pasteur escreveu a propósito da morte de um dos seus filhos, a mais bela declaração de esperança: 

"O meu filho que morreu está absolutamente morto? Para sempre? Ou tem ou terá ele parte em uma felicidade viva onde eu poderei encontrá-lo? E contemplar de novo seu sorriso. As promessas de Deus são tão absurdas?"


Muitos dos nossos amigos ateus ou pessoas que dizem que não há nada depois da morte têm objeções de outra natureza do que dizer 

"Não há nada fora das ciências físicas"

 As suas dificuldades em crer na vida da alma e na eternidade, são de ordem muito pessoal. Estas são questões que tocam a liberdade, a moral, a justiça, o amor dos outros, nossa história pessoal. Vamos tentar mostrar que estas questões são verdadeiras mas que são muitas vezes colocadas de forma errada por causa da nossa história pessoal de cada um. Desta forma não podemos ter boa bagagem para dar uma resposta lógica e coerente; nós  rejeitamo-la logo à partida por antecipação devido ao facto de termos medo.


Mas a reincarnação, não é também uma vida depois da morte? É possível ter várias vidas sucessivas?


Nos nossos dias muita gente diz que acredita na reincarnação. Muitas vezes não se sabe bem o que isso quer dizer, mas parece moderno.
Por que alguns são fascinados por esta ideia de reincarnação, o que vale ela?
Há dois pedidos profundos nesta atração pela reincarnação.

1 - Acredito fortemente que a vida não foi feita para acabar assim. Na verdade, o que procuramos sob o nome de reincarnação é a eternidade. Mas na verdade, será a teoria da reincarnação a boa resposta? é o caminho que leva à verdadeira felicidade?


2 - As pessoas sentem que esse não é o caminho do Paraíso. As doutrinas da reincarnação sugerem que de uma vida para outra (recomeçadas na terra) iremos purificar-nos. Esta ideia é profunda e muito respeitável. Mas a solução que ela propõe ao problema é válida?

A ideia de que a alma habita vários corpos no seu processo evolutivo reduz o corpo a não ser mais que uma prisão passageira. Na realidade, o corpo é a Bilhete de identidade da alma. A alma não chega à existência (dizem) senão através de um corpo que lhe dá sua aparência e do qual ela é a vida espiritual. Cada um de nós é apenas uma única pessoa com uma só alma, um só corpo, uma única história continua em várias vidas.

Portanto, a reincarnação não é a vida eterna.

A reincarnação, seja qual for a teoria que seguimos (e há numerosas: doutrinas orientais, Nova Era, budismo etc) não é verdadeiramente a vida eterna. É uma soma de pequenas vidas  vividas aqui, até que um dia não haverá mais vidas é chegada a eternidade, o  "nirvana".

A felicidade proposta no fim do caminho, não é uma felicidade estranha? Se admitimos a etimologia da palavra nirvana, o último estado depois das reincarnações, é uma ausência de sopro, de respiração. Esta purificação por vias sucessivas consiste em se desprender do desejo dos bens materiais, do poder, das afeições e relações com os outros, da amizade. E depois de todo os laços com a própria vida, não mais respirar. 

É essa a felicidade que aspiramos? de ser "Tudo" deixando de ser nós mesmos individualmente?

Os problemas da purificação através das reincarnações.



Outro aspecto da reincarnação é o modo de purificação que ela propõe: através de vidas sucessivas iremos subir ou descer a escada que conduz do mal, ao bem ao Todo imaterial e impessoal.

Desta forma a vida arrisca perder muito do seu valor próprio: de um lado, adiamos os problemas para mais tarde, e noutra vida hipotética agiremos melhor. É uma irresponsabilidade, a vida desta forma não é levada a sério: não se tendo a certeza de que as coisas se decidem definitivamente agora, poderemos "recuperar-nos" noutra vida.

Se isso fosse verdade! Por que não procurar a felicidade da vida para sempre a partir de agora? 

Que estranho inimigo do homem e da grandeza de seu destino lhe insufla essa anestesia? Arranca-lhe o sentido e o valor de sua vida? Será sempre necessário repetir a aula?

E depois, medimos mal os prejuízos que esta doutrina opera por vezes: 

Então se na minha vida presente eu carrego o peso das faltas de numa vida anterior, eu pago por uma vida da qual não tenho nenhuma lembrança. 

Não haverá pois alguém que possa vir em minha ajuda? 

O Conceito católico 

As promessas de um Deus vivo são completamente diferentes dos que interpretam a reencarnação como um facto.  Ele não exige vidas e vidas de evolução. Ele enviou o seu Filho para nos perdoar, nos purificar, nos fazer chegar ao bem, ele a fonte de todo o bem. Ele nos deu a sua própria vida e bondade. Por sua misericórdia ele nos irá arrancar do mal e do que é imperfeito, e nos dá acesso à verdadeira vida.

Ele respeita nossa liberdade e a leva a sério. Ele ama nossa liberdade ele no-la deu para que pudéssemos amar. E se livremente dizemos "sim" à sua mão estendida, ou a seu amor, é para sempre que entramos na vida.

O que é a vida eterna? Como viveremos? Que relação podemos ter com aqueles que estão no céu?

Às vezes imaginamos que a vida depois da morte é como um cemitério: um longo repouso adormecido, muito longo e monótono.

Acontece também às vezes, que um ser querido falecido nos faça sentir de uma certa forma sua presença, sua intercessão por nós. Mas eles estão vivos como nós. Eles contemplam-nos sem parar, intercedendo por nós. Será mentira? será verdade?

Ainda não o sabemos! Neste momento é a nossa única certeza.

Os nossos corpos irão ressuscitar mesmo?

Para quem acreditar Nele, Jesus no evangelho anuncia a ressurreição do corpo:


"Eu sou a Ressurreição, quem crê em mim, mesmo se morrer, viverá e quem crê em mim jamais morrerá".

(Evangelho segundo S. João, cap. 11, vers. 25 e 26)

Nós também, no final dos tempos, ressuscitaremos com um corpo transfigurado, um corpo glorioso.



Notas Soltas



MORRER É O VOLTAR PARA CASA

Você está preparado para morrer? Sente preparado para perceber que os seus dias de vida na terra estão contados? A morte representa o abandono do corpo físico pelo espírito, à medida que o corpo físico não apresenta mais as condições necessárias para continuar a viver. Morrer, portanto, não será mais do que acto de libertação para a verdadeira vida, a espiritual. Somos seres espirituais que vestimos temporariamente um corpo físico e não seres carnais que temos um espírito.


Não temos um espírito, somos um espírito!

O corpo físico, na realidade, é uma roupa emprestada que, com o uso, desaparece. A verdadeira dimensão de todos nós não é a material, mas a espiritual. Chega-mos rapidamente a conclusão de que morrer, na prática, é voltar para casa, o nosso habitat primário.
Morrer é desencarnar.
Desencarnar, é a ação de sair do corpo humano. Há pessoas que são demasiadamente agarradas às coisas materiais e que ao "morrer" continuam presas a realidade terrena como se vivo na carne estivesse no seu relacionamento com o meio ambiente.
Morrer, diria, é um fenômeno físico, porém, desencarnar é um fenômeno espiritual.
Usando uma figura de estilo poderá dizer-se que muitas pessoas morrem, mas não desencarnam.

Ao desencarnar, voltando a sua condição de fluido, o “ser” passa por um período de adaptação, dependendo estágio mental. Desta forma, a Lei das afinidades irá manifestar-se inevitávelmente e de acordo com as nossas tendências. Irá para uma dimensão onde se encontrará com os seus iguais, na dimensão espiritual.
Próximo ao desencarne, diluindo-se gradativamente as ligações vitais, o ser começa a vislumbrar a ambiência espiritual - e a relacionar-se com aqueles que o veem receber, geralmente parentes e amigos, conhecidos, que morreram antes de si vindo ao seu encontro no intuito de ajudar na transição de moribundo a ser espiritual.


O Espiritismo NÃO é uma religião! O que é então?


Alan Kardec 


O termo Espiritismo foi cunhado por Alan Kardec em 1857 para definir especificamente um conjunto de ideias por ele reunidas e codificadas em "O Livro dos Espíritos"

É uma doutrina estabelecida mediante a fusão da ciência, filosofia e religião, tem como objectivo a busca da melhor compreensão não apenas do universo científico, mas também do universo transcendente.

Espiritismo ou Doutrina espírita também denominada popularmente Kardecismo, é a doutrina codificada pelo pedagogo francês Hippolyte Léon Denizard Rivail, usando o pseudônimo de Allan Kardec.

O Livro dos Espíritos de publicado em 

1860 - Paris.

No preâmbulo do livro "O Que é o Espiritismo?", Allan Kardec afirma que o Espiritismo é, ao mesmo tempo uma ciência de     observação e uma doutrina filosófica. Como ciência prática ele consiste nas relações que se estabelecem entre nós e os Espíritos; como filosofia, compreende todas as consequências morais que emanam essas mesmas relações.

O Espiritismo é pode classificar-se como "ciência-filosofia-religião", desta forma um conhecimento triplo que permite a união dessas três formas de pensamento. O médium e filantropo Chico Xavier define e completa a ideia da seguinte forma —"De maneira que se tirarmos a religião do Espiritismo fica um corpo sem coração, se tirarmos a ciência fica um corpo sem cabeça e se tirarmos a filosofia fica um corpo sem membros.


Jim Tucker, M.D., é um dos cientistas continuadores da famosa pesquisa de Ian Stevenson que defende conceitos como reencarnação e mediunidade.

É baseada em cinco obras básicas, escritas através da observação de fenômenos que o mesmo atribuía a manifestações de inteligências incorpóreas ou imateriais, denominadas espíritos.

A codificação espírita está presente em:

-O Livro dos Espíritos,

-O Livro dos Médiuns,

-O Evangelho segundo o Espiritismo,

-O Céu e o Inferno e A Gênese; 

Somam-se à codificação as chamadas obras "complementares", como:

  O Que é o Espiritismo? 

Publicado em 1868 - Paris.


O Que é o Espiritismo?

Este livro trata a origem e destino dos espíritos, bem como as suas relações com o mundo corporal e as consequências que dela emanam. Fundamenta-se nas manifestações e nos ensinamentos dos espíritos. Também é compreendida como uma doutrina de cunho científico-filosófico-religioso voltada para o aperfeiçoamento moral do homem, que acredita na possibilidade de comunicação com os espíritos através de médiuns.

Revista Espírita e Obras Póstumas.

Cientistas de renome empenharam-se nos estudos sobre a comunicação com entidades incorpóreas, entre eles:

Alfred Russel Wallace, Albert de Rochas, Amit Goswami, Augustus De Morgan, Brian Weiss, Camille Flammarion, Carl Jung, Cesare Lombroso, Charles Richet, Charles Tart, Emanuel Swedenborg, Hermani G. Andrade, Ian Stevenson, J.K Friedrich Zöllner, J.B. Rhine, Lord Rayleigh, Oliver Lodge, Raymond Moody, Roger Penrose, William Crookes e William James.


Brian WeissM.D., famoso neurologista e psiquiatra espiritualista. Grande expoente da Terapia de Vidas Passadas.

Há ainda quem conteste o aspecto religioso do Espiritismo, contudo no livro publicado pelo codificador, intitulado "O Espiritismo na sua mais simples expressão", claramente ele assegura:

-Do ponto de vista religioso o Espiritismo tem por base as verdades fundamentais de todas as religiões: Deus, a alma, a imortalidade, as penas e recompensas futuras, sendo, porém, independente de qualquer culto em particular.

O seu objetivo é provar que a alma existe, e que ela sobrevive ao corpo e que sofre após a morte, as consequências do bem e do mal que praticar durante a vida corpórea.



O que significa Laico

"O que ou quem não pertence ou não está sujeito a uma religião".

 O termo “laico” tem sua origem etimológica no Grego “laikós” que significa “do povo” e está relacionado com a vida secular (mundana) e com atitudes profanas que não se conjugam com a vida religiosa.

Laico é a forma erudita de leigo, cujo significado no meio religioso se refere ao membro ativo da Igreja que não exerce funções específicas do clérigo.

O laicismo é uma doutrina que defende a ausência de qualquer obrigação de caráter religioso.

Nas instituições governamentais representa a não intervenção da religião no Estado.

A qualidade de ser laico pressupõe a não interferência da igreja em assuntos políticos e culturais. Quando se fala em Estado laico, existe a ideia de neutralidade sobre questões religiosas. Deve haver liberdade para os cidadãos manifestarem a sua fé religiosa, qualquer que ela seja, sem haver controle ou imposição de uma religião específica.


Ele escreve:

"Nem todos morrem de uma forma tranquila e agradável... Entre os pacientes por mim questionados, há quase o mesmo número de pessoas que experimentaram sensações desagradáveis (encontros com seres demoníacos) quanto as que tiveram sensações agradáveis. Alguns deles experimentaram mesmo ambas as sensações". Há base para supor que muitos, às vezes conscientemente, outros inconscientemente, nada comentam sobre as suas sensações desagradáveis pós morte. A impressão do Dr. Rawlings é que algumas visões são tão horríveis, que o inconsciente das pessoas que as viram, automaticamente as apaga da memória. No seu livro, o Dr. Rawlings traz exemplos dessas amnésias. Psiquiatras, tratando pessoas que sofreram traumas na infância (tais como estupro ou espancamento) têm  sobre o "esquecimento seletivo" comportamento semelhante. Além disso, pessoas que tiveram visões luminosas, relataram-nas com muito mais vontade do que as pessoas que tiveram visões terríveis. Isso porque, aquilo que a pessoa "Vê lá" deve estar de acordo com aquilo que ela mereceu na sua vida virtuosa ou pecaminosa. Desta forma, há dois factores que desequilibram a preponderância dos relatos:

a) O processo da amnésia seletiva  

b) Não querer relatar coisas más a respeito de si mesmo.

Uma pessoa de fé deve ser muito cuidadosa com visões e experiências místicas. Assim, em consequência do surgimento de grande número de casos de pessoas que reviveram após a sua morte clínica, alguns médicos e psiquiatras começaram a propor a criação de um novo ramo da ciência acerca da alma e da vida pós-morte. Não há dúvida que é sempre possível comparar, coletar e sistematizar informações sobre o que as almas viram no "outro mundo". No entanto, deve-se entender que o papel de médicos e psiquiatras resume-se à compilação dos casos. Isto porque nós, os vivos, não temos o contacto directo com o mundo espiritual, logo não há possibilidade de planear e controlar os estágios pós- morte como se fossem experiências de laboratório.
Além disso, devemos lembrar-nos que a vida do homem não se encontra nas suas mãos. Somente uma entidade superior determina o momento da morte e o destino da alma, após a separação dela do corpo, por isso, as tentativas de realizar experiências nessa área entram em conflito com o estágio do conhecimento actual.
 


Alguns Relatos

 Caso 1

Uma paciente de 70 anos viu o seu defunto marido várias vezes antes de predizer a sua própria morte. Afirmou ter visto o marido aparecer-lhe a uma janela e convidá-la por gestos a sair de casa.Estas aparições tinham como fim chamá-la para junto de si. A filha desta mulher e outros parentes chegados estavam presentos quando ela predisse a sua morte, quando tirou o vestido com o qual queria ser enterrada, quando se estendeu sobre a cama para dormir um pouco. Cerca de uma hora mais tarde, morreu. Parecia calma e resignada a morrer, chegando mesmo a desejá-lo. Antes de ver o marido não falara da sua morte iminente. O médico ficou de tal forma surpreendido com esta morte subita já que nenhum motivo de ordem médica era suficiente para causar a morte, provou-se mais tarde que não houve sinais de envenenamento, e em casa não havia qualquer especie de medicamentos.

 Caso 2

Este caso reporta a uma mulher de 60 anos com cancro no intestino.

Subitamente abriu os olhos (e é o médico quem relata os factos)...

Chamou pelo primeiro nome o defunto marido e disse-lhe que se lhe ia juntar. Esboçou um sorriso tão belo, tão tranquilo como se se preparasse para cair nos braços de alguém em quem pensara muito.

Disse: Guy eis-me aqui!!! 

Não parecia dar conta da presença do médico, quase  se diria que observava um outro mundo. Era como se algo de maravilhoso lhe tivesse sido revelado nos últimos sopro de vida, viveu uma experiência de alguma coisa verdadeiramente e extraordináriamente bela...

Notas a reter:

Factos relativos aos casos 1 e 2.

1- A senhora em questão afirma ter visto o marido falecido, e que teria o objectivo de a vir receber na hora da morte.

     - Predisse a própria morte

   - Causa da morte: Súbita, apesar dos momentos anteriores à sua morte se encontrar de perfeita saúde.

2- A falecida parece presenciar o marido que também ele já teria partido.

Em comum nestes dois casos, temos a visão de pessoas já falecidas no leito de morte.

Em si estes casos nada provam,as alucinações podem aconteçer e serem interpretadas de diversas formas, no entanto elas confirmam o conceito da vida depois da morte.

Um aspecto curioso: Os moribundos parecem ter uma melhoria do seu humor instantes antes da sua morte. Os seus traços iluminam-se, notando-se uma tranquilidade e serenidade inexplicáveis. Porque se verificam estas transfigurações? será que é por estarem em vias do seu aniquilamento? claro que não!

Estas interiores transformações são de tal ordem profundas, que deixam o pessoal médico perplexo.


 CASO 3

Um médico foi chamado junto de um dos seus pacientes cujo coração deixara de bater. Após terem-lhe sido aplicadas técnicas modernas de reanimação, o paciente regressou à vida. Naturalmente o médico esperava que lhe agradecessem o serviço prestado. Não foi esse o caso, porque o “ressuscitado” abriu os olhos encolerizado e exclamou:

Porque me trouxe de volta doutor? Era tão belo!

Esta experiência da morte foi aparentemente tão agradável que venceu o instinto de sobrevivência que todos nos atribuem e que se diz ser tão poderoso.

Será necessário aderir de imediato as estas declarações sobre a imortalidade? Isso seria dar provas de ingenuidade. Não poderemos analisar ou interpretar correctamente os dados sem sabermos mais sobre os antecedentes clínicos, psicológicos e culturais dos pacientes. Administra-se morfina a muitos pacientes que relatam também experiências na fase final com o objectivo de atenuar as suas dores. Ora esta droga pode provocar alucinações espantosas… mas o que dizer daqueles em que nenhuma droga lhes foi ministrada sendo os resultados finais exactamente os mesmos?

O estudo da morte não começa com as investigações contemporâneas sobre o assunto. Quase todas as culturas aderiram mais ou menos ao conceito da imortalidade, parece até que este conceito faz parte da nossa consciência colectiva, pelo menos desde os homens de Neandertal.

-Como verificar se as nossas estruturas lógicas assim com as nossas experiências verdadeiramente convincentes são reais?

Penso que só a ciência poderá dar essa resposta. Dito isto o que pode a ciência revelar-nos sobre a vida depois da morte?

-A ciência disse a última palavra?

A ciência moderna refuta até esta altura a convicção da vida depois da morte.

-Quando tais experiências são levadas ao conhecimento de profissionais, podem ser estudadas de uma forma verdadeiramente científica? Não é assim tão simples.


Pode confirmar-se a vida depois da morte?


Segundo a óptica admitida no meio científico, o universo é uma realidade exclusivamente material, cujas componentes (matéria e energia) são conhecidas pela ciência física, o espírito e a consciência não passam de  subprodutos do organismo humano por conseguinte nenhuma existência em si. Claro que a hipótese de que a alma sobrevive á morte do corpo e prossegue a sua existência noutra realidade, nada tem de simples.

Infelizmente a maior parte dos fenómenos relacionados com a morte, só pode ser observada em vida e no momento preciso em que espontaneamente se produzem, sendo impossível estudá-los em laboratório num ambiente controlado, a sua realidade não pode portanto ser estabelecida cientificamente. Logo os casos de quem diz observar fenómenos pós-vida são atirados para os domínios da personalidade humana. 


-O que dizer daqueles casos revelados por médiuns credíveis revelando mensagens que só um restrito grupo de pessoas e o falecido conheciam? E os vários relógios que param exactamente na hora da morte do proprietário? Os quadros que caem da parede constantemente mesmo sem ninguém por perto…

Numerosas pessoas afirmam ter vivido aquilo a que vulgarmente se chama de experiências de desdobramento, sentiram que a sua consciência abandonava o seu corpo, indo para outro lugar. Por vezes permanecia no mesmo quarto outras vezes viajava para outras cidades e países, onde separada do invólucro corporal podia deslocar-se, observar e atá agir, no entanto este fenómeno das projecções extracorporais são bastante raros, mas aconteceu terem sido observadas simultaneamente por várias pessoas.

As visões que precedem a morte sempre nos foram familiares. Encontramo-las nas biografias e nas obras literárias em todas as épocas. Vamos a um caso testemunhado no hospital, por uma médica (DrªBarrett) especializada em cirurgia obstétrica, quando é chamada para assistir a um parto de uma mulher chamada Doris.


 CASO 4

Lady Barrett conta:

Subitamente, fixou o olhar num dos campos do quarto e um sorriso luminoso que se iluminou todos os seus traços.

-“OH como é belo! Como é belo!” disse.

O que é assim tão belo perguntei.

-”O que vejo”

Respondeu ela com um tom grave e exaltado.

O que vê?

-“Uma luz cintilante tão bela… seres maravilhosos!”.

É difícil descrever o fervor com que mergulhava na sua visão e o sentimento de realidade que dali brotava. Depois – como se a sua atenção tivesse subitamente sido atraída para um ponto preciso – lançou uma espécie de grito feliz.

-“ Mas é o papá! Oh, está tão contente por eu ir ter com ele; está tão contente."

-“Como seria formidável que o meu marido pudesse vir também”.

Então trouxeram-lhe o bebé, olho-o atentamente e depois disse:

-“ Acha que deveria ficar para bem do bebé? ”

Finalmente, voltando-se de novo para a visão e disse:

-“ Não posso… não posso ficar, se visse o que eu vejo, saberia que não posso ficar! “.

O que a jovem mulher “via” era provavelmente tão real, tão agradável e tão cativante que estava disposta a sacrificar a vida por isso e mesmo a abandonar o próprio filho!

Voltou-se para o marido que acabava de entrar e disse-lhe:

-“ Não confiarás a criança a alguém que não goste dele não é assim? ”

Depois afastou-o gentilmente dizendo:

-“ Deixa-me ver a bela luz”.

Tratar-se-ia simplesmente da realização de um desejo sob a forma de alucinação?

Barrett estudou a hipótese de alucinação antes de a rejeitar, mas houve um “pequeno grande pormenor” em relação á tese da alucinação: No número de pessoas que Doris referiu ter visto antes da sua morte encontrava-se uma que não esperaria ver: 

A sua irmã que morrera três semanas antes e cuja morte esconderam a Doris dado o seu estado de saúde. Doris ficou, portanto surpreendida com a continuação da sua visão:

Disse ao pai 

-“ Já venho! "

E voltando-se para mim no mesmo momento, acrescentou:

-“ Oh está tão perto de mim “

Olhando de novo para o mesmo ponto disse com ar perplexo:

-“ A minha irmã está junto dele “.

Voltando-se de novo para mim repetiu – “ Aminha irmã está com ele! “.

Em seguida disse:

-“ Queres-me junto de ti, papá? Já vou! “


Notas a reter:

1 - A falecida visualizou, á imagem de casos anteriores, a presença de pessoas que já teriam falecido e que estariam ali para a vir buscar.

2 - Mais, a falecida ficou profundamente admirada pelo facto de ter visto a sua irmã junto do pai, isto porque supostamente estaria viva. Note-se que foi-lhe escondida a morte da sua irmã que falecera três semanas antes.

3 – As visões destas pessoas no leito de morte aconteceram quando os pacientes se encontravam perfeitamente lúcidos. As aparições são sempre recebidas de forma exaltada, quer ainda com serenidade e quietude. Em casos muito raros, o próprio pessoal médico ou familiares presentes partilham também as visões.



 Relatos dos suicidas

Enquanto as almas das pessoas que morreram de forma natural experimentam alívio e até alegria no outro mundo, as almas dos suicidas ao contrário, experimentam inquietação e sofrimento. Um especialista na área de suicídio ilustrou esse facto com uma frase sábia:

 "Se você se despedir da vida com a alma agitada, vai passar para o outro mundo também com alma agitada." Os suicidas matam-se para "acabar com tudo," mas acontece que também para eles, do outro lado, está tudo apenas a começar.

Eis alguns relatos modernos que ilustram o estado dos suicidas no outro mundo:

Um homem que amava ardentemente a sua mulher, tentou suicídio quando ela morre. Ele tinha esperança de unir-se com ela para sempre. No entanto, tudo aconteceu de outra forma. Quando o médico conseguiu reanimá-lo, ele disse: "Eu fui parar noutro lugar, mas não o mesmo que o dela. Era um lugar terrível...  Entendi imediatamente que cometi um enorme erro".
Alguns suicidas na forma tentada e que retornaram à vida descreveram que após a morte, eles foram parar a uma espécie de prisão ou calabouço e sentiam que ficariam lá por um longo período, tinham consciência que isto era um castigo pela violação da lei estabelecida, de acordo com a qual, cada pessoa deve suportar uma determinada carga de sofrimentos. Negando-se a isto por sua própria vontade, eles irão suportar noutro mundo uma carga ainda maior.

Um homem, que passou por morte clínica, conta o seguinte:

"Quando eu me encontrei lá, compreendi que duas coisas são absolutamente proibidas: matar-se e matar alguém. Se eu decidi suicidar-me, é como se eu batesse na face de Deus, e no dom que Ele me concedeu; viver. Ao tirar a vida de outra pessoa - significa interromper o plano que o criador preparou a ela". 
A impressão comum dos médicos que efectuaram reanimações é que o suicídio é punido severamente. Dr. Bruce Greyson, psiquiatra no banco de emergência da Universidade de Connecticut, tendo estudado essa questão, testemunha que ninguém, dentre os que passaram pela morte clínica quer acelerar o fim da sua vida. Apesar do "outro mundo" ser incomparavelmente melhor que o nosso, a nossa vida aqui tem um significado preparatório importantíssimo. Somente o criador decide quando o homem estará em condições de passar à eternidade.

Beverly, de 47 anos, contou como está feliz por estar viva. Desde a sua infância, que sofreu muito nas mãos de pais cruéis que judiavam dela diariamente. Já adulta, ela não podia falar sobre sua infância sem ficar nervosa. Uma vez, quando estava com 7 anos, levada ao desespero pelos pais, atirou-se de cabeça para baixo e quebrou a cabeça no cimento. Durante a sua morte clínica, a sua alma viu outras crianças, suas conhecidas, em volta do seu corpo inerte. De repente, uma luz brilhante apareceu, e uma voz desconhecida disse-lhe: 

"Cometes-te um erro, a tua vida não te pertence e deves voltar." 

Beverly respondeu: 

"Mas ninguém me ama e ninguém quer cuidar de mim." 

A voz disse:

"Isso é verdade! No futuro ninguém vai cuidar de ti. Por isto, aprende a cuidar de ti própria." 

Após estas palavras, Beverly viu uma árvore seca e neve à sua volta. Mas, de alguma forma apareçeu calor, a neve derreteu, os galhos secos da árvore cobriram-se de folhas e de maçãs maduras. Aproximando-se da árvore colheu as maças e comeu-as prazerosamente. Ela entendeu que, assim como na natureza, cada vida tem os seus períodos de inverno e verão, os quais constituem um todo no plano do criador. Quando Beverly regressou começou a encarar a vida de uma forma diferente. Tendo crescido, casou-se com um bom homem, teve filhos e foi feliz.

Estudos Piloto

Os dados aqui lançados foram recolhidos em três estudos piloto.

1 - Em 1959/60 nos EUA, a nível nacional e com o patrocínio da Parapsychology Foundation.

2 – Em 1961/1964 em cinco estados americanos, a saber: Nova Iorque, Nova Jérsia, Connecticut, Rhode Island e Pensilvânia, e denominado “ Deathbed Observations by Physicians and Nurses ”

3 – Em 1972/73 no norte da India.

No ano de 1959 foi efectuado um estudo envolvendo ao acaso 5.000 médicos e 5.000 enfermeiras. A amostragem compreendia 2.000 médicos de clínica geral, 1.000 médicos de Hospitais, 1.000 médicos de apoio domiciliário e por fim 1.000 médicos internos, 2.500 enfermeiras de cuidados gerais e 2.500 enfermeiras privadas. Os questionários incidiam sobre o que essas pessoas terão vivido á cabeceira dos moribundos, não só em relação aos que morreram mas também em relação aqueles que roçaram a morte mas que de alguma forma sobreviveram. Os casos de pacientes que afirmaram, por exemplo, ter visto aparecer um irmão ainda vivo, uma mãe defunta ou uma figura religiosa, foram objecto de análise muito mais aprofundada, bem como os relatos de determinados locais no além como jardins banhados de luz etc.

Finalmente uma questão incidiu sobre os casos de modificação súbita de humor. Foram relatadas 35.540 observações de pacientes no limiar da morte.

- 1.318 Tiveram aparições
- 884 Tiveram visões
- 753 Apresentaram uma súbita mudança de humor pouco tempo antes da morte.

Os moribundos, eram, portanto frequentemente habitados por fenómenos ligados directamente ligados ao conceito de vida depois da morte (visões extra-sensoriais do além).

- 190 Casos foram submetidos a um inquérito mais aprofundado.
- 150 Casos de aparições tiveram análise estatística mais aprofundada.

As entrevistas permitiram explorar cada caso em profundidade. Eis alguns exemplos de perguntas feitas aos observadores:

- Quem figurava na aparição?
- O paciente permaneceu consciente do meio ambiente durante toda a experiência?
- Quais as intenções do “visitante”?
- Como reagiu o paciente á aparição?
- Quanto tempo passou se passou entre a alucinação e a morte do paciente?
Outras perguntas incidiam sobre a ficha médica do paciente, por exemplo, o diagnóstico principal, os antecedentes alucinatórios, a temperatura, os medicamentos ministrados. Finalmente o observador era convidado a fornecer o maior número possível de informações pessoais sobre o paciente como, nome, idade, sexo profissão, escolaridade, crença de vida depois da morte. 

Algumas visões, muito claramente foram atribuídas a causas patológicas (cenas delirantes, divagações, simples alucinações sobre assuntos bem terrenos), mas a maior parte não deram indicações de serem simples alucinações. Com efeito na maioria dos casos os moribundos estavam em todos os aspectos, na posse de todas as suas faculdades mentais e sobretudo lúcidos e senhores de si quando afirmavam que um ser lhe aparecia para os conduzir para um outro mundo. Estas experiências em geral eram de mais curta duração, mais coerentes, mais baseados na morte do paciente e na sua passagem para um outro mundo do que as criações sem nexo oriundas dos espíritos mais perturbados. Os dados recolhidos sobre pacientes em estado terminal revelaram que em 83% dos casos de quem figurava nas alucinações, eram parentes, e que quase todos aqueles (90%) cuja identidade pode ser estabelecida eram parentes próximos: mãe, pai, cônjuge, irmãos. O que contrasta fortemente com as alucinações, pondo em cena, na sua maioria, pessoas estranhos ou personagens bizarras, isto no lote daqueles cujas faculdades mentais estavam perturbadas.

Qual o motivo ou razão pela qual, as pessoas falecidas aparecem em tão grande número aos pacientes em vias de falecer?

Parece que na maioria dos casos a aparição tem a missão de conduzir o paciente ao além, ajudar o sujeito a passar de um modo de existência para outro.Serão estas aparições verdadeiras? Ou seja, emanam elas da PES (Perceção Extra Sensorial) ou não passam de alucinações provocadas por um cérebro perturbado do moribundo? 


Factores como a administração de medicamentos como a morfina ou a febre, não aumentaram a frequência das aparições. A mesma observação aplica-se ao grau de lucidez dos pacientes. Os moribundos perfeitamente lúcidos e suficientemente conscientes do meio ambiente para poderem interagir, têm frequentemente mais aparições do que aqueles cujo espírito está perturbado e cuja aptidão para comunicar é limitada. Além disso as análises demonstraram claramente que o delírio não constitui a base das aparições que precedem a morte e que coincidem com a hipótese de vida depois da morte. Note-se que nenhuma diferença notável foi visível entre os homens e as mulheres, velhos e jovens. Os dois sexos partilham entre si igualmente as aparições. Mais, a personalidade dos pacientes não exerceu qualquer influência sobre as visões, ao passo que, as alucinações estão muito intimamente ligadas a este factor. Com efeito as aparições relatadas parecem provir verdadeiramente do exterior do individuo e não simples projecções de vontades ou desejos insatisfeitos.

As aparições cuja missão parecia ser a de levar o paciente, tiveram influência sobre o próprio processo de morte?

76% daqueles cuja morte se seguiu quase imediatamente (menos de 10 minutos) indicaram que alguém os vinha realmente buscar. Salienta-se que 46% dos pacientes ficaram muito mais calmos com a aparição e acrescenta-se que os sentimentos de calma e quietude que se manifestaram muito mais frequentemente em pacientes lúcidos (66%), do que naqueles cujas faculdades estavam perturbadas.

 Ensino Ortodoxo sobre a vida após a morte

Apesar da experiência diária demonstrar que a morte é o destino imutável de cada um e uma lei da natureza, de acordo com a Bíblia, a finalidade da vinda de Cristo na Terra, foi devolver ao homem a vida eterna que ele perdeu. Aí, não se está a falar da imortalidade da alma, porque ela, pela sua natureza não está sujeita ao aniquilamento, mas sobre a imortalidade do homem como um todo, composto de corpo e alma. A recuperação da unidade da alma com o corpo, deve ocorrer simultaneamente para todas as pessoas durante a ressurreição geral dos mortos.

Algumas religiões e sistemas filosóficos (por exemplo, hinduísmo e estoicismo) pregam a ideia que o principal no homem é a alma, o corpo é apenas um invólucro temporário, no qual a alma se desenvolve. Quando a alma alcança um determinado nível espiritual, o corpo deixa de ter utilidade e deve ser largado, tal qual roupa velha. Livre do corpo, a alma sobe mais um degrau da existência. A religião cristã não compartilha tal entendimento sobre a natureza
 humana. Mesmo dando preferência ao princípio espiritual no homem, ainda assim ela o vê como um ser dual por princípio, constituído por duas partes que se complementam: 

A espiritual e a material. 

Existem seres simples sem corpo físico tais como anjos ou demônios. No entanto, o homem tem uma outra constituição e outra finalidade. Graças ao corpo, a sua natureza não é somente mais complexa, mas também mais rica. A união do corpo e alma determinada por Deus, é uma união eterna.
Quando, após a morte, a alma abandona o corpo, fica em condições estranhas para ela. Realmente, ela não tem vocação para existir como um fantasma, e tem dificuldade em adaptar-se à nova realidade, tão pouco naturais para ela. É para eliminar totalmente todas as consequências destrutivas, é vontade do Criador ressuscitar os homens criados por Ele à sua imagem e semelhança. Isto acontecerá durante a segunda vinda do Salvador, quando pela sua palavra, a
 alma de cada homem voltará ao seu corpo renovado e recuperado. Devemos enfatizar, que ela não entrará numa" nova forma," mas sim reunir-se-á com o corpo que lhe pertenceu antes, renovado e imortal, adequado para as novas condições de vida.
No que se refere ao estado temporário da alma, desde o momento da separação do corpo, até o dia da ressurreição universal, a Sagrada Escritura ensina que a alma continua a viver, sentir e pensar. 

"Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos, já que com Ele todos estão vivos," - disse Cristo. A morte, sendo uma separação temporária do corpo, é citada na Sagrada Escritura ora como partida, ora separação, ora adormecer. É claro que a palavra adormecer (vem de dormir) refere-se não à alma, mas sim ao corpo, que após a morte, é como se repousasse dos seus trabalhos. A alma, ao separar-se do corpo continua a sua vida consciente, como antes.
A justiça dessa afirmação pode-se constatar na parábola do Salvador sobre o homem rico e Lázaro e também do milagre da transfiguração no monte Tabor. Todas estas passagens da Escritura ensinam-
nos a acreditar que realmente a actividade da alma continua, mesmo após a separação com o corpo.

A Escritura ainda ensina que, após a morte, Deus determina um local para a permanência temporária da alma, de acordo com o merecimento alcançado quando vivia no corpo: paraíso ou inferno. Essa determinação é precedida pelo chamado julgamento particular. Este julgamento não deve ser confundido com o chamado julgamento final que ocorrerá quando o mundo acabar. No que diz respeito ao julgamento "particular," a Escritura diz o seguinte: 

"É fácil para o Senhor recompensar o homem pelos seus feitos, no dia da sua morte".

 Continuando:

"O homem deve morrer uma vez, e seguindo-se depois o julgamento" - deve ser individual. 

Há base para supor que, no estágio inicial, após a morte, a alma encontra-se pela primeira vez em condições completamente novas para ela, necessitando da ajuda e da orientação do seu anjo-da-guarda. Assim, por exemplo, na parábola do homem rico e de Lázaro é dito que anjos pegaram a alma de Lázaro e levaram-no para o Céu. De acordo com este ensinamento do Salvador, os anjos cuidam das "pequenas forças" - crianças (nos dois sentidos: o directo e o figurado).

Sobre o estado da alma, antes do Julgamento Final: "Cremos que as almas dos mortos ou sofrem ou regozijam-se de acordo com os seus feitos. Separadas dos corpos, elas passam imediata
mente para a alegria ou para a tristeza e sofrimento. Mas, ainda não são alegria nem sofrimento absolutos, porque estes só os receberá após a ressurreição de todos os mortos quando a alma se reunirá com o corpo na qual viveu na virtude ou no pecado".

Paraíso e Inferno - Segundo os relatos o que vem a ser o Céu? Onde fica?




Na linguagem simples, o Céu fica "em cima" e o inferno "em baixo." As pessoas, que viram durante a sua morte clínica o estado do inferno, descrevem a aproximação ao inferno como descida. Apesar de "em cima" e "em baixo" serem noções relativas, não é correto considerar o Céu e o inferno apenas como estados diferentes; são dois locais diferentes, se bem que não há como descreve-los geograficamente. Anjos e almas dos mortos só podem estar num determinado local:

 Céu


 Inferno


 Terra


Não podemos demarcar o local do mundo espiritual porque ele encontra-se fora das coordenadas do nosso sistema de tempo/espaço. Aquele espaço é de um outro tipo, numa nova dimensão não percebida por nós. Encontram-se fora do nosso espaço tridimensional. A maioria dos relatos modernos de pessoas que sobreviveram à morte clínica, descreve esses locais e estados "próximos" ao nosso mundo, ainda do outro lado da "fronteira." No entanto, também se encontram descrições de locais, que lembram paraíso ou inferno, sobre os quais falam as Sagradas Escrituras.

Notas Soltas


Raymond Moody Jr


Raymond Moody nasceu em. 30 de Junho de 1944 é psiquiatra, psicólogo, parapsicólogo e filósofo natural de Porterdale, Geórgia, Estados Unidos da América. É amplamente conhecido como autor de livros sobre vida depois da morte e experiências de quase-morte, um termo criado pelo próprio em 1975.1 O seu livro mais vendido é: Vida Depois da Vida.

Moody estudou filosofia na Universidade da Virgínia, onde obteve bacharelato em artes em 1961, o mestrado em 1967 e posterior doutoramento em filosofia em 1969. Obteve também doutoramento em psicologia na Universidade da Georgia Ocidental onde se tornou professor nessa área.
Em 1976, foi premiado com um doutoramento em medicina pela Faculdade de Medicina da Geórgia. Em 1998, foi nomeado Mestre em Estudos da Consciência na Universidade de Nevada, Las Vegas. Após a obtenção do seu doutoramento, Moody trabalhou como psiquiatra forense num hospital de máxima segurança do estado da Geórgia.
Casado de terceiras núpcias, vive com a sua esposa Cheryl e um filho adoptivo, de nome Carter em Las Vegas, Nevada.


Projeção da consciência (PC) (ou experiência fora-do-corpo (EFC) é um termo técnico usado para descrever um suposto fenômeno paranormal, que proporcionaria “saída” do corpo humano e consequente manifestação nas dimensões chamadas espirituais ou energéticas. A experiência fora-do-corpo (do inglês out-of-body experience) pode ser caracterizada também como sendo a sensação de saída ou escape do corpo físico, sendo possível observar-se a si próprio e ao mundo afora de uma outra perspectiva.



Definição e conceito de Morte

Morte, óbito, falecimento  passamento, ou ainda desencarne, são sinônimos usados para se referir ao processo irreversível de cessamento das actividades biológicas necessárias à caracterização e manutenção da vida num sistema outrora classificado como vivo. Após o processo de morte o sistema não mais vive; e encontra-se morto. Os processos que seguem-se à morte (pós-mortem) geralmente são os que levam à decomposição do sistema. Sob condições ambientais específicas, processos distintos podem segui-la, a exemplo aqueles que levam à mumificação natural ou a fossilização de organismos.
A morte faz-se notória e ganha destaque especial ao ocorrer em seres humanos. Não há nenhuma evidência científica de que a consciência continue após a morte, no entanto existem várias crenças em diversas culturas e tempos históricos que acreditam em vida após a morte.
Com notórias consequências culturais e suscitando interesse recorrente na Filosofia, existem diversas concepções sobre o destino da consciência após a morte, como as crenças na ressurreição (religiões abraâmicas), na reencarnação (religiões orientais, Doutrina Espírita, etc) ou mesmo o eternal oblivion ("esquecimento eterno"), conceito esse o comum na neuropsicologia e atrelado à ideia de fim permanente da consciência após a morte.
As cerimônias de luto e práticas funerárias são variadas. Os restos mortais de uma pessoa, comumente chamado de cadáver ou corpo, são geralmente enterrados ou cremados. A forma de disposição mortuária pode contudo variar significativamente de cultura para cultura.
Entre os fenômenos que induzem a morte, os mais comuns são: envelhecimento biológico, predação, má-nutrição, doenças, suicídio, assassinato, acidentes e acontecimentos que causam traumatismo físico irrecuperável.


Morte Humana

Momento da Morte

Historicamente, as tentativas de definir o momento exato da morte foram problemáticas. A identificação do momento exacto da morte é importante, entre outros casos, no transplante de órgãos, porque tais órgãos precisam de ser transplantados, cirurgicamente, o mais rápido possível. A Morte já foi anteriormente definida como paragem cardíaca e respiratória mas, com o desenvolvimento da ressuscitação cardiopulmonar e da desfibrilação, surgiu um dilema: 

Ou a definição de morte estava errada, ou técnicas que realmente ressuscitavam uma pessoa foram descobertas.

Os casos, de respiração e pulso  podem ser realmente restabelecidos após cessarem, tendo em conta as novas tecnologias, actualmente a definição médica de morte é conhecida como:

- Morte clínica, 

-Morte cerebral

-Paragem cardíaca irreversível.

A morte cerebral é definida pela cessão de atividade eléctrica no cérebro, mas mesmo aqui há correntes divergentes. Há aqueles que mantêm que apenas a atividade eléctrica do neo-córtex deve ser considerada a fim de se definir a morte. Por padrão, é usada contudo uma definição mais conservadora de morte: a interrupção da atividade elétrica no cérebro como um todo, incluso e sobretudo no tronco encefálico - responsável entre outros pelo controle de atividades vitais essenciais como batimentos cardíacos e respiração - e não apenas no neo-córtex, diretamente associado à consciência. Essa definição - a de morte cerebral - é a adotada, por exemplo, na "Definição Uniforme de Morte" nos Estados Unidos.

Pós-morte

A questão de o que acontece, especialmente com os humanos, durante e após a morte, ou o que acontece "uma vez morto", se pensarmos na morte como um estado permanente, é uma interrogação frequente, literalmente uma questão latente na psique humana.

Tais questões vêm de longa data, e a crença numa vida após a morte com uma posterior reencarnação ou mesmo a passagem para outros mundos. Para muitos, a crença  sobre a vida após a morte resulta da busca por consolação ou mesmo de uma covardia em relação à morte de um ser amado ou à prospecção da inevitabilidade de sua própria morte. 

A crença em vida após a morte pode para esses trazer algum consolo, contudo crenças como o medo do Inferno ou de outras consequências negativas podem tornar a morte algo muito mais temido. A contemplação humana da morte é uma motivação importante para o desenvolvimento de sistemas de crenças e religiões organizadas. Por essa razão, palavra passamento quando dita por um espírita, significa a morte do corpo. A passagem da vida corpórea para a vida espiritual.
Apesar desse ser conceito comum a muitas crenças, ela normalmente segue padrões diferentes de definição de acordo com cada filosofia. Várias religiões creem que após a morte o ser vivo ficaria junto do seu criador, para os cristãos, Deus.

Muitos antropólogos sentem que os enterros fúnebres atribuídos ao Homem de Neanderthal / Homo neanderthalensis, onde corpos ornamentados estão em covas cuidadosamente escavadas, decoradas com flores e outros motivos simbólicos, é evidência de antiga crença na vida após a morte.
Do ponto de vista científico, não se confirma a idéia de uma vida após a morte. Embora grande parte da comunidade científica sustente que isso não é um assunto que caiba à ciência resolver, e que cientificamente não há evidências que corroborem a existência de espíritos ou algo com função similar que sobreviva após a morte. Muitos pesquisadores ainda tentam entrar nesse campo estudando por exemplo as chamadas "experiências de quase-morte". 

Continua no sentido indicado










As descrições do Céu são sempre jubilosas e radiantes. Assim, por exemplo, Tomé, afogou-se na piscina, quando tinha 5 anos. Felizmente, um de seus parentes reparou, tirou-o da água e levou-o para o hospital. Quando os parentes se reuniram-se no hospital, o médico anunciou-lhes que Tomé reviveu. 


"Quando eu estava debaixo da água, - contava Tomé, - senti que estava voando através de um túnel longo. Do outro lado do túnel, eu vi a Luz, era tão brilhante, que era possível senti-la. Lá eu vi Deus, sentado no trono, e em baixo, pessoas ou provavelmente anjos em volta do trono. Quando eu me aproximei de Deus, Ele disse-me que a minha hora ainda não havia chegado. Eu teria adorado de ficar lá... Mas, de repente, estava de novo no meu corpo." 


Tomé afirma que esta visão ajudou-o a encontrar o caminho de via correcto. Ele quis tornar-se cientista, para conseguir entender com mais profundidade o mundo criado por Deus. Sem dúvida, ele alcançou grande sucesso nessa direção.


Betty Maltz descreveu no seu livro "Eu vi a eternidade" publicado em 1977, imediatamente após a sua morte, ela encontrou-se numa colina verde estava surpresa com o facto de caminhar livremente e sem dores apesar de ter três cicatrizes da cirurgia. Sobre ela - o céu azul. Não havia sol, mas a luz estava em todos os lugares, sob os seus pés descalços - a relva de um verde tão intenso, como nunca havia visto na Terra; cada planta parecia viva. A colina era íngreme, mas as pernas moviam-se com facilidade, sem esforço. Flores coloridas, arbustos, árvores. À sua esquerda - uma figura masculina, com um manto. Betty pensou:

"Será que é um anjo?" 

Eles caminhavam calados, mas ela entendeu que ele não era um estranho e que se conheciam. Ela sentia-se jovem, saudável e feliz. 

Eu sentia que:

- tinha tudo o que algum dia tinha desejado, 

- era tudo, o que algum dia quis ser, 

- caminhava em direção ao lugar, onde sempre sonhei estar.

Depois, toda a sua vida passou perante o seu olhar. Ela viu todo o seu egoísmo, e ficou envergonhada, mas sentia amor e proteção em torno dela. Ela e o seu companheiro chegaram a um maravilhoso palácio prateado, "mas sem torres." 

Ela ouve então a palavra "Jesus." 

Parede de pedras preciosas, portões de pérolas. Quando os portões se entreabriram por um instante, ela viu uma rua iluminada por luz dourada. Não viu ninguém nessa luz, mas entendeu que era Jesus. Ela quis entrar no palácio, mas lembrou-se do pai e voltou ao corpo. Essa experiência fez com que ficasse mais perto de Deus. 


Outra visão extraordinária do Céu, foi descrita pelo Santo André, um eslavo, que morou em Constantinopla no século IX. Uma vez, durante um inverno rigoroso, o Santo André estava deitado na rua, morrendo de frio. De repente, sentiu um calor incomum e viu um belo jovem com o rosto, radiante como o sol. Esse jovem levou-o ao paraíso. Eis o que relatou, ao voltar à terra:

"Eu permaneci durante duas semanas, graças à vontade de Deus, num local maravilhoso... Eu percebi que estaria no paraíso e maravilhado com a beleza desse local divino. Havia muitos pomares, com árvores altas, as quais balançavam o seu topo, alegravam a minha vista, e um perfume agradável emanava de seus galhos. É impossível comparar em beleza destas árvores com alguma árvore terrena. Nesses pomares, havia infinitos pássaros com asas douradas, brancos e multicoloridas. Esses pássaros estavam posados nos galhos das árvores do paraíso e cantavam tão lindamente que eu me esqueci de mim mesmo. Após isso, pareceu-me estar em pé acima da (crosta) do Céu, na minha frente um jovem com a face, radiante como sol, vestido num manto vermelho... Quando o segui, vi uma cruz grande e bela, semelhante ao arco-íris e em volta - cantores semelhantes ao fogo, que contavam e glorificavam o Senhor, crucificado por nós. O jovem que ia na minha frente, aproximou-se da cruz, beijou-a e fez o sinal para eu fazer o mesmo... Tendo beijado a cruz enchi-me de júbilo indescritível e senti o aroma mais forte ainda.

Seguindo adiante, olhei para baixo e foi como se visse a profundeza do mar. O jovem, virando-se para mim, disse: 

"Não tema, devemos subir mais ainda" - e deu-me a sua mão. 

Quando eu me agarrei nela, já estávamos acima da segunda "crosta." Lá eu vi homens divinos, a sua alegria nem dá para transmitir em palavras... E aí subimos acima do terceiro Céu, onde vi muitas forças celestes, cantando e glorificando a Deus. Aproximamo-nos de uma cortina brilhante, como um raio, na frente do qual estavam jovens com aspecto flamejante... E o jovem que me guiava disse:

"Quando a cortina se abrir, você vai ver Cristo. Você deve curvar-se perante o trono da glória Dele..". 

Eis que uma mão flamejante abriu a cortina e eu, tal qual profeta Isaías, vi o Senhor sentado no trono alto e serafins voando ao redor Dele. Ele vestia roupa vermelha; o rosto Dele era radiante e Ele fitava-me com amor. Tendo visto isso, caí de joelhos perante Ele, reverenciando-O e ao trono de sua glória. Não dá para exprimir com palavras a alegria que senti ao ver a sua face. Até mesmo agora, lembrando-me dessa visão, sinto-me pleno de indescritível alegria. Tremendo estava eu, deitado perante o Senhor. Após isso, toda a tropa celeste entoou uma melodia divina, nem sei como, poderia estar eu no paraíso .

É interessante notar que, quando Santo André, não vendo a Virgem Maria, perguntou onde Ela estava e o Anjo respondeu:

"Você esperava ver a Rainha? Ela não está aqui. Ela descendeu ao mundo desarranjado para ajudar as pessoas e consolar os angustiados. Eu até te mostraria o Seu Santo Lugar, se tivéssemos mais tempo, mas agora, você precisa voltar."

E assim, segundo relatos a alma vai para o céu, depois de abandonar este mundo e de atravessar o espaço entre este mundo e o Céu. Não raramente, essa travessia é acompanhada entidades maléficas. Além disso, a alma é sempre levada pelos Anjos ao Céu, ela
 nunca vai para lá por sua própria iniciativa. 

Evidentemente, os relatos modernos sobre a Luz e locais de beleza divina transmitem não a visita real desses locais, mas apenas "visões" deles à distância.

A visita real ao Céu é sempre acompanhada de sinais evidentes da graça divina: às vezes, aroma divino, juntamente com o fortalecimento milagroso de todas as forças do homem. A experiência profunda da visita ao Céu é acompanhada de sentimento de respeito perante a magnificência de Deus e do reconhecimento da sua própria insignificância. Além disso, a experiência pessoal deste visita é impossível descrever porque:

"Os olhos não viram, os ouvidos não ouviram e a mente não pensou naquilo que Deus preparou par aqueles que O amam" 


 O que vêem os Moribundos?

As visões que precedem a morte, pela vivência dos moribundos, vão ser abordadas no que têem de mais profundo mas tendo sempre em mente separar o real do imaginário. Antes no entanto tomemos em primeiro lugar contacto com as experiências vividas pelos moribundos examinando alguns casos de visões tiradas do inquérito americano e indiano.

Seria falso pretender que haja aparição sempre que o paciente “vê” qualquer coisa que permanece invisível aos olhos do médico. Existem com efeito muitas alucinações incoerentes durante as quais estão numa espécie de sonho desperto coisas que não fazem sentido para o investigador e que ficam fora dos casos estudados. Mesmo as visões mais coerente que foram relatadas, nem todas se centravam explicitamente na morte do paciente. Grande parte destes casos as alucinações prendem-se com pessoas vivas e relatados assuntos mundanos. Não foram ainda levados em linha de conta aqueles casos em que nitidamente se verificava que as faculdades mentais dos pacientes pareciam enfraquecer progressivamente à medida que cessavam suas funções fisiológicas. Diga-se ainda que na triagem efectuada, não foram rejeitados automaticamente os casos de alucinações coerentes que incidiam sobre temas mundanos, de facto serviram para efeitos de comparação. Como mais para a frente iremos ver, existem diferenças abismais entre as alucinações de casos mundanos e as descrições sobre o além ou envolvendo pessoas já mortas. Cerca de metade dos casos recolhidos vêem de pacientes em fase terminal, falecidos pouco tempo depois de terem “visto” pessoas que permaneceram invisíveis aos olhos dos presentes. São numerosos os pacientes perfeitamente lúcidos cujas alucinações pareciam ser “uma vista de olhos lançada ao outro mundo”.

Assim aquela jovem americana de 16 anos que acabava exactamente de sair do coma, estava perfeitamente consciente de quando disse ao observador junto de si:

“ - Não consigo levantar-me!”

E eis que abriu os olhos. Ergui-a um pouco da cama e disse-me:

“- Vejo-o, Vejo-o… já aí vou!”

Expirou imediatamente a seguir, com o rosto iluminado por uma espécie de exaltação.

O que tornou tão irradiante e exaltada essa jovem de 16 anos que acabava de entrar na vida? A juventude da paciente parece não ter qualquer importância. Esse fascínio inexplicável exercido por um invisível “desconhecido” reproduziu-se muitas vezes aos olhos do pessoal médico que acompanhou as experiências. Como pode este “factor” atingir pacientes em fase terminal cheios de dor e sofrimento, infelizes e angustiados, que os deixa de um momento para o outro, irradiantes e exaltados?

Veja-se o caso de um paciente indiano de 65 anos com cancro no estômago:

Estava perfeitamente lúcido quando começou a olhar para longe, apareceram-lhe coisas que se assemelharam às mais reais. Voltou a olhar para uma parede quando os seus olhos e rosto se iluminaram como se visse alguém. Falou de luz, de luz cintilante e viu pessoas que para ele eram muito reais e disse:

Notas Soltas



Conceitos na Igreja Ortodoxa 

É uma igreja cristã, considerada, com uma doutrina semelhante à da Igreja Católica, mas possui uma doutrina mais recta, mais rígida.
Segundo os ortodoxos, a ortodoxia é a corrente doutrinal que declara que representa a visão correta, fundada em princípios sistemáticos (metafísicos) e científicos.


-Desde a sua fundação até os dias de hoje a maior autoridade na Igreja Ortodoxa é o Santo Sínodo Ecumênico,

-Na Igreja Ortodoxa, os padres podem casar-se, desde que este tenha ocorrido antes da sua conversão.

-Apenas os bispos são obrigados a manter o celibato.

-Os cristãos ortodoxos não aceitam os dogmas católicos, e nem consideram válidos os sacramentos.

-Para os cristãos ortodoxos, como são chamados, não existe purgatório.

-Não acreditam na virgindade de Maria após a concepção. 

-Não reconhecerem o Papa como autoridade.

-A Igreja Ortodoxa vê-se como a verdadeira igreja criada por Jesus Cristo

-O contrário da ortodoxia é a heterodoxia.


Igreja Ortodoxa Russa

(Patriarcado de Moscovo)

História

Os cristãos ortodoxos, por força da denominação, são os que professam a doutrina da fé cristã de acordo com o magistério da Igreja. Apoderaram-se, porém, da designação da Igreja bizantina depois do incidências que os opôs a Roma (nos séculos IX e XI) ao se arvorarem em depositários da fé verdadeira em oposição à Igreja latina. Ficaram, por isso, a ser denominados ortodoxos os cristãos da Europa Oriental, que se mantêm separados até aos dias de hoje da Igreja Católica Romana.

No século XI, no ano de 1054, houve um cisão entre as Igrejas Cristãs, dividindo-as entre o Catolicismo, e Igreja Ortodoxa.

As igrejas ortodoxas mais importantes são a Igreja Ortodoxa Grega e  Russa.


Igreja Ortodoxa Grega



Conceitos na  Igreja Católica


A Igreja Católica, também conhecida como Igreja Católica Apostólica Romana é uma igreja fundada de acordo com os ensinamentos de Jesus Cristo e que tem o apóstolo Pedro como figura de destaque, pois foi através dele que a Igreja começou a ser edificada (Mateus 16:18).




A Igreja Católica considera-se a única Igreja de Cristo. É constituída por dioceses, sendo cada uma destas confiada a um bispo.

Para a Igreja Católica o Papa, Bispo de Roma que reside no Vaticano, é o representante de Cristo na terra e a cabeça visível da Igreja. Como sucessor do chefe dos apóstolos, Pedro, o Papa é o legítimo detentor da suprema autoridade hierárquica da Igreja.

Sinal visível da união de Deus com os homens, a Igreja Católica é um organismo visível, instituído, portanto como sociedade governada pelo sucessor de Pedro e pelos bispos. Eles têm uma tríplice missão ou múnus: sacerdotal, profética (de magistério) e pastoral.

A Igreja Católica, devido aos ritos litúrgicos e à disciplina eclesiástica, é dividida em Igreja latina e Igreja oriental.


Notas Soltas

Continuação


Ao fim, consideram-se em essência três hipóteses:

- A consciência existe unicamente como resultado de correlações materiais. Essa hipótese é a que encontra corroboração científica actualmente, e se for verdadeira, a vida cessa de existir no momento da morte.
A consciência não tem origem física e sim transcendente à matéria, usando o corpo físico apenas como instrumento para se expressar. Se esta hipótese for verdadeira, certamente há uma existência de consciência após a morte e não obstante também antes da vida física, o que leva diretamente às tentativas de validação da reencarnação. É a adoptada na Doutrina Espírita; sendo igualmente utilizada por várias outras doutrinas espiritualistas para validar os acontecimentos por eles presenciados e assumidos como transcendentais; bem como para se explicarem os êxtases verificados nos moribundos.
-A consciência tem uma origem física e encontra-se atrelada ao cérebro, mas há uma distinção entre os estados físicos da matéria (massa encefálica) e os pensamentos que deles derivam. Nessa linha de pensamento há alguns que vão adiante e alegam que a consciência atrela-se a algum tipo de matéria imponderável que, embora relacionada à matéria ordinária, não se decompõe como a primeira quando da morte. 

-A hipótese também é, neste caso, compatível com a reencarnação e com a filosofia das doutrinas espiritualistas.


Perrsonificação da morte.



Personificação da morte é a Iconografia da representação da Morte.
A morte como entidade sensível é um conceito que existe em muitas sociedades desde o início da história. A morte também é representada por uma figura mitológica em várias culturas. Na iconografia ocidental ela é usualmente representada como uma figura esquelética vestida de manta negra com capuz e portando uma foice/gadanha. É representada nas cartas do Tarot e frequentemente ilustrada na literatura e nas artes.


A associação da imagem com o ceifador está relacionada ao trigo, que na Bíblia simboliza a vida. Em inglês, é geralmente dado à morte o nome de "Grim Reaper". Também é dado o nome de Anjo da Morte (em hebraico: מַלְאַךְ הַמָּוֶת Malach HaMavet), decorrente da Bíblia.
A morte também é uma figura mitológica que tem existido na mitologia e na cultura popular desde o surgimento dos contadores de histórias. 
O ceifador também aparece nas cartas de tarô e em vários trabalhos televisivos e cinematográficos.

A morte na literatura 

A morte é considerada através de várias perspectivas na literatura de todo o mundo. Encaramos a morte, lidamos com o falecimento de entes queridos e desconhecidos, discutimos o seu significado religioso, filosófico, social, e tudo o mais em documentos escritos que podem imbuir-se de mero valor artístico até valor dogmático e mesmo legal.
Muitos autores usaram-na como via para expressar o que há depois da vida, sob a perspectiva de várias teorias. As três mais divulgadas e preponderantes são:


- A teoria da "Extinção Absoluta" e permanente da vida ao ocorrer a morte física, ou teoria Materialista (monista).

-A teoria do "Céu e Inferno" numa vida eterna para além da física e determinada pela conduta na vida física, ou teoria Teológica.

-A teoria da reencarnação através de renascimentos sucessivos em corpos físicos e com diferentes experiências de vida para alcançar a expansão de consciência e perfeição espiritual, ou teoria do Renascimento (dualista).


A morte na ciência

A morte, no ramo das ciências, é estudada pela tanatologia. Nesse sentido são estudados causas, circunstâncias, fenômenos e repercussões jurídico-sociais, sendo amplamente utilizados na medicina legal. Alguns estudos da ciência abordam as experiências de quase morte no sentido de entender os fenômenos correlacionados na quase morte.

Morte e consciência

Devido a dicotomia mente-corpo — monismo ou dualismo — muitos debates cercam a questão sobre o que acontece com a consciência quando o corpo morre. A crença na vida após a morte baseia-se em relatos, experiências, revelações divinas e exercícios lógicos, sendo um conceito primordial de praticamente todas as religiões. Para os que não acreditam que exista continuidade após a morte e rejeitam a veracidade dos indícios contrários (por não serem científicos), a consciência e personalidade é apenas o produto de um cérebro em funcionamento.

 Sendo assim, o cessamento da atividade cerebral significaria o final da existência do individuo, não havendo nada após isso. A visão monista é a científicamente suportada em virtude primeiro da ausência factual científica necessária ao suporte da visão dualista; e em segundo devido a considerações levantadas quanto se busca definir de forma rigorosa o que é "consciência"; sobretudo diante da perspectiva dos avanços em biotecnologia, onde a possibilidade de se construir uma máquina com consciência não pode ser mais tratada como mera ficção científica.


Experiência de quase morte


Um dos ramos da ciência relatados através de vários casos de quase morte estuda os sentimentos declarados de pacientes que recuperaram as suas funções vitais depois de uma intervenção médica. 

São comuns relatos de pessoas que dizem ter visto uma luz, um túnel iluminado e, às vezes, vendo-se a si mesmo, fora do próprio corpo, a exemplo durante uma cirurgia. 

Esses relatos dividem opiniões de especialistas que defendem as causas religiosas no sentido de que a "luz" vivenciada pelos pacientes de quase morte era a luz que indicava o caminho para o mundo pós-morte.


Até o momento a visão suportada cientificamente sobre esse fenômeno é a monista, a de que são alterações químicas e funcionais no cérebro - agravadas se há falta de oxigenação adequada aos tecidos, algo comum em cirurgias graves - que fazem o paciente ter alucinações durante a ocorrência das anormalidades. 

Os avanços das técnicas de mapeamento cerebral e de mecanismos excitatórios cerebrais contribuíram significativamente para a compreensão da Experiência de Quase-Morte. A exemplo, o estímulo direto dos lobos temporais pode induzir a sensacão de uma presença invisível ou "divina": um capacete construído pelo médico Michal Persinger e por ele denominado "Capacete de Deus" induz experiências "espirituais" em 80% daqueles que o experimentam. 


Continua no sentido indicado


Notas Soltas

Céu

Céu é o nome pelo qual se conhece o panorama obtido a partir da Terra ou da superfície de outro astro celeste qualquer quando se olha para o universo que os rodeia.

Inferno


Inferno é um termo usado por diferentes religiões, mitologias e filosofias, representando a morada dos mortos, ou lugar de grande sofrimento e de condenação. A origem do termo é latina: infernum, que significa "as profundezas" ou o "mundo inferior".

Terra


A Terra é o terceiro planeta mais próximo do Sol, o mais denso e o quinto maior dos oito planetas do Sistema Solar. É também o maior dos quatro planetas telúricos. É por vezes designada como Mundo ou Planeta Azul. 
Raio:6.371 km

Massa:5,972E24 kg

Distância do Sol: 149.600.000 km 

Idade:4,54 bilhões de anos
População: 7,046 bilhões (2012) 


Betty Maltz


My Glympse of Eternity


Jesus




Santo André




Conceito de DEUS PAI

Em muitas religiões, atribui-se o título Deus Pai supremo. No judaísmo, Deus é chamado Pai porque é o criador, o governador e o protetor. O cristianismo herdou esta concepção, dando ênfase à relação Pai-Filho revelada em Jesus Cristo.
Deus, como Primeira Pessoa da Trindade, é agente responsável pela Criação do Universo, mas a Bíblia diz que ele não é o único, também tiveram parte nesse processo:

-O Divino Espírito Santo 

(Gênesis 1:2) 

- Jesus  Cristo

(João 1:1), 

Os três criando assim, por dizer, os reinos vegetal e animal. O segundo, tanto racional como irracional. Por ser o Primeiro, Ele é o Detentor de toda a criação, e reina sobre toda ela, tendo participação (principalmente) na criação humana: "façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança" 

(Gn. 1:26).


“ Bom dia! eis a minha mãe!”

Quando isto acabou fechou os olhos e pareceu apaziguado. Fez uns gestos com os braços estendidos. Antes da experiência estava muito doente e tinha náuseas, depois mostrou-se tranquilo e sereno.


Outro caso:

Homem de 70 anos que sofria de perturbações cardiovasculares. Estava lúcido, não tinha febre e não lhe tinham administrado qualquer droga (Pormenor importante, o paciente morreu em casa).

Olhou para além e chamou-a (a esposa defunta):

“ Mary!”

E disse, “ Importas-te de ir á varanda, ali atrás buscar-me um tomate fresco?”

Quando a conversa com a mulher acabou, voltou-se para mim e disse:

“Julga sem dúvida que estou louco porque falava à minha falecida mulher mas via de verdade sabe!”

Tudo lhe parecia tão real e convincente. Os pacientes duvidarão muito raramente da realidade deste tipo de aparição. Pelo contrário, a aparição provocará por vezes uma grande surpresa:

Um homem de 50 anos, sofrendo de doença coronária viu um velho amigo falecido há algum tempo:

“ Mas que fazes tu aqui? – Dizendo o nome daquele que interpelava. Foram as últimas palavras que pronunciou antes de expirar.

Esta “visita” foi aparentemente muito inesperada.

No caso seguinte, as previsões de morte realizaram-se a despeito do prognóstico optimista do médico.

Passou-se em Deli.

Uma garota de 3 ou 4 anos foi levada pelos pais ao hospital, a quem repetia há três dias que Deus se preparava para a chamar para junto de si. A miúda tinha medo e estava muito angustiada. Os pais perturbados pelo comportamento da filha tinham decidido consultar um médico apesar de não se queixar de qualquer dor. O médico relatou que a criança estava de boa saúde. Todavia não parava de gritar “ Deus chama-me, vou morrer”, quando era distraída, mais tarde voltava ao mesmo. A não ser esta ideia fixa, parecia aparentemente normal. Parecia ver e ouvir qualquer coisa, que contudo, não descrevia. Os pais insistiram muito e a criança ficou no hospital. No dia seguinte o médico ficou muito surpreendido ao saber pelo médico de serviço, que a miúda tinha falecido devido a um colapso circulatório gradual sem causa aparente.

Este caso pode explicar-se de dois modos:

- A garota recebeu efectivamente uma mensagem de morte por percepção extra-sensorial e de uma fonte exterior a ela.

-Morreu por espécie de autossugestão

Mas como pode uma miúda autossugestionar-se com a morte se não a conhecia? Pelo contrário se a “mensagem” provinha de uma fonte exterior a ciência ficaria muito abalada ao tentar explicar a identidade do “mensageiro”.

Por que razão a garota atribuiu a voz autoritária a Deus e não a um outro personagem qualquer como por exemplo um avô falecido? 

Com efeito grande parte dos pacientes viu um homem vestido de branco e com uma auréola que trouxe serenidade e quietude inexplicáveis e que julgaram reconhecer como Jesus ou Deus.


Notas Soltas

Continuação

Modificações induzidas no funcionamento dos lobos parietais simulam experiências extrassensoriais, entre elas corporificações e a sensação de se "sair do corpo". 
Em experiências realizadas nos aceleradores centrípetos, que visam a compreender as reações psicofisiológicas humanas em presença de enormes acelerações, após momentaneamente desmaiarem dada a incapacidade circulatória, as pessoas submetidas ao teste relatam quase sempre alucinações análogas às apresentadas pelas pessoas que passaram por experiências de quase-morte, incluso a experiência de se ver fora do corpo; muito embora, nesses experimentos controlados, as pessoas em testes sejam seguramente mantidas longe do limite entre a vida e a morte. 

A compreensão das reações humanas à bruscas acelerações mostra-se importante a exemplo na aviação militar, onde facilmente os pilotos encontrar-se-ão submetidos a enormes acelerações, usualmente medida via múltiplo da aceleração da gravidade, ou de seu próprio peso, mediante a chamada força G.


O psiquiatra e parapsicólogo Dr. Raymond Moody popularizou termo "Experiência de Quase-morte" no seu livro,"Vida Depois da Vida" escrito em 1975. Esta publicação ganhou atenção do público em geral para o conceito de Experiência de Quase-Morte. 

Entretanto, relatos dessas experiências sempre ocorreram na história. A obra "A República" (Livro X), de Platão, escrita no século IV a.C., contém a lenda de um soldado chamado Er que teve uma experiência semelhante depois de ter sido ferido em combate. Er descreveu sua alma deixando seu corpo e, do céu, viu-a sendo julgada junto com outras almas.
As "Experiência de Quase-Morte" caracterizam-se, em sua quase totalidade, pelas seguintes percepções:


Sensações de tranquilidade que  incluem normalmente:

Paz, 

Aceitação da morte, 

Conforto físico e emocional,

Luz radiante,pura e intensa - é uma luz que muitas vezes preenche o quarto. Em vários casos o indivíduo associa-a ao Céu e a Deus.


Experiências fora do corpo - a pessoa sente que deixou seu corpo. 

Em vários casos o indivíduo afirma que vê seu corpo e descreve com precisão o actos dos médicos trabalhando nele.


Entrando em outra realidade ou dimensão.

Dependendo da crença religiosa da pessoa ela pode sentir-se a entrar num portal de novas dimensões.


Seres espirituais 

A pessoa encontra "seres de luz" ou de outras representações de entidades espirituais. Ela identifica esses seres como entes queridos que morreram, Anjos, Santos ou Jesus e até mesmo Deus.

Morte quanto à realidade
 

Real

Segundo a fé cristã, Jesus foi o único a vencer a morte.
O conceito de morte, interessando a áreas tão diversas como as ciências biológicas, jurídicas, sociais e à religião, está longe de ter um consenso quanto ao momento real de sua ocorrência. Observada do ponto de vista biológico, e atentando-se para o corpo como um todo, a morte não é facto único e instantâneo, antes o resultado de uma série de processos, de uma transição gradual.
Levando-se em consideração as diferentes resistências vitais à privação de oxigênio das células, tecidos, órgãos e sistemas que integram o corpo, pode admitir-se que a morte é um verdadeiro "processo incoativo", que passa por diversos estágios.
Cada campo do conhecimento e
cada ramo da medicina acabaram por tomar um momento desse processo, adoptando-o como critério definidor de morte. A Medicina Legal teve de adoptar uma determinada etapa do citado processo como o seu critério de morte e, para tanto, optou pela etapa da morte clínica.

Até não há muito tempo, uma das grandes questões era poder determinar se uma pessoa realmente estava morta, ou se encontrava em um estado de morte aparente visando evitar o enterro precipitado, que seria fatal nesta última situação. 

O facto assumiu tal importância que chegou a influenciar os legisladores, que acabaram por colocar, na legislação adjetiva civil, prazos mínimos para a implementação de certos procedimentos como a necropsia e o sepultamento.
O aparecimento de modernas técnicas de ressuscitação cardiopulmonar e de manutenção artificial de algumas funções vitais, como a respiração - respiradores mecânicos, oxigenadores - e a circulação - bomba de circulação extracorpórea - mesmo na vigência da perda total e irreversível da actividade encefálica, criou a necessidade de rever os critérios definição de morte.

Atividade neurológica

A atividade neurológica é a única das funções vitais que, até ao presente momento, não teve condições, de forma a que se possam pesar os avanços tecnológicos, ser suplementada nem de ter suas funções mantidas por qualquer meio artificial. Daí que a sua irrecuperabilidade ou a sua extinção possam ser considerados sinônimos da própria extinção da vida.

Mas é a nível neurológico que ocorrem os mais variados e subtis estados intermediários entre a vida e a morte, denominados "estados fronteiriços".
Alguns desses "estados fronteiriços" que se encontram mais próximos da morte, como os "comas ultrapassados" com desaparecimento da vida ou mesmo conservação da vida vegetativa, tornam-se crônicos ou
irreversíveis. 
Outras encontram-se mais próximas da vida, como os denominados estados de "morte aparente".


Morte Aparente

A morte aparente pode ser definida como um estado transitório em que as funções vitais "aparentemente" são abolidas, em consequências de uma doença ou entidade mórbida que simula a morte. Nesses casos, que também podem ser provocados por acidentes ou pelo uso abusivo de substâncias depressoras do sistema nervoso central, a temperatura corporal pode cair e ocorre um enfraquecimento das funções cardiorrespiratórias com tal envergadura que permitem, ao simples exame clínico, aparência de morte real.
É incontestável que, neste quadro, a vida continua, sem que, contudo, se manifestem sinais externos .

Os batimentos cardíacos são imperceptíveis, os movimentos respiratórios não são perceptiveis, não se verificam elementos de motricidade ou sensibilidade cutânea.

Assim, a denominada tríade de Thoinot define, clinicamente, o estado de morte aparente:

- Imobilidade,
- Ausência aparente da respiração - Ausência de circulação.

A duração desse estado foi um dos elementos que mais aguçaram a curiosidade dos pesquisadores. Historicamente, surgiram opiniões das mais variadas, indo desde alguns minutos até dias de morte aparente.


Sincopal

É a mais frequente das causas, resultando, em geral, de uma perturbação cardiovascular central ou periférica, bem como por perturbação encefálica ou metabólica.


Morte porHisteria (letargia e catalepsia)

As crises histéricas ocupam o segundo lugar em frequência na produção de estados de morte aparente. O termo genérico letargia designa todos os estados de torpor de longa duração, acompanhados de perda de movimentos, sensibilidade e consciência, que podem ser confundidos com a morte real.

Morte Asfíctica


É também uma das causas frequentes de morte aparente. 

Manifesta-se sob duas formas:

- Mmecânica: quer com via aérea livre, quer com a via obstruída, 

- Não mecânica: asfixia de utilização ou histótóxica (absorção de CO, cianuretos e venenos metemoglobinizantes).

MorteTóxica

Compreenda a anestesia e a utilização de morfina ou outros alcalóides do ópio (heroína) em doses tóxicas.

Morte Apoplética

É causada pela congestão (ingurgitação) e hemorragia no território de uma artéria encefálica (em geral, a lentículo-estriatal). É mais frequente em pacientes com antecedentes de hipertensão arterial essencial, mas também pode observar-se noutros quadros.

Morte Traumática

Que ocorre em casos em que se produzem outros efeitos gerais simultâneos, como:

- Elétrica (por eletropressão ou fulguração)
Pode observar-se nos atingidos por descargas de eletricidade comercial e que sobrevivem, quedando num estado de morte aparente. Pode ser vista também em pessoas afetadas pela indução de descargas de eletricidade natural - fulguração - em uma área de 30 a 60 m de diâmetro, em torno do ponto da faísca.

- Térmica

A morte aparente, nesses casos, sobrevém quando falham os mecanismos de regulação da temperatura corporal decorrente de um desequilíbrio no nível de combustão intra-orgânica. As termopatias ocorrem nos casos de "golpes de calor" hipertérmicos ou de hiperirexia, com retenção calórica. É uma ocorrência mais frequente no verão ou em regiões com altas temperaturas e elevada taxa de humidade relativa, em pessoas com patologias preexistentes ou sem elas, idosos e crianças, mais sensíveis ao calor.

- Criopatia

A morte aparente por criopatia ocorre quando há hipotermia global aguda. Observa-se, com frequência, em pessoas que dormem ao relento nos quais a vasodilatação periférica aumenta a perda calórica, facilitando a hiportermia. Também nas crianças desabrigadas no Invernal; nos acidentes com queda ao mar (pilotos, marinheiros, náufragos); e até por causas iatrogênicas (transfusões de sangue frio). O estado de morte aparente pode instalar-se quando a temperatura central chegue abaixo dos 32 °C.


Causas gerais

A morte aparente pode observar-se em algumas formas terminais de cólera, durante o período comatoso, e em alguns casos de epilepsia.


Quanto à rapidez


- Morte rápida

Denomina-se morte rápida ou súbita aquela que, pela brevidade de instalação do processo - em questão de segundos - não possibilita que seja realizada uma pesquisa profunda e uma observação acurada dos sintomas clínicos, ou sequer qualquer  diagnóstico seguro, nem instituir um tratamento adequado, e muitas vezes, sequer tentar perceber se houve ou não violência.


Morte lenta

Recebe o nome de morte lenta ou agônica aquela que, em geral, vem de forma esperada, devagar, significando a culminação de um estado mórbido, isto é, de uma doença ou da evolução de um tratamento.
Afora as características e dados que eventualmente aflorem do exame perinecroscópico, alguns dos quais podem apontar para morte rápida - exemplo do espasmo cadavérico - outros também podem orientar no sentido de uma morte lenta, demorada, o ponto final de uma longa agonia.







Conclusões:

A imortalidade da alma, a existência do "outro mundo" parece ser real e a vida após a morte - pelos milhares de relatos recolhidos, verificamos que o homem é mais do que a combinação de elementos químicos, e que além do corpo, ele tem a alma, a qual no momento da morte não morre, mas continua a viver e desenvolver-se em novas condições.

Em dois mil anos de cristianismo criou-se uma ampla literatura sobre o mundo após a morte. Em alguns casos, é permitido às almas dos mortos aparecerem aos seus parentes ou conhecidos, para preveni-los sobre o que os aguarda no outro mundo. 
No último quarto de século, foram documentados muitos relatos de pessoas que sobreviveram à morte clínica. Uma percentagem significativa desses relatos inclui a descrição do que as pessoas viram nos locais por onde andaram enquanto seres no estado de "próximos da morte com vislumbres sobre o além". Na maioria dos casos, as almas dessas pessoas não tiveram tempo para entrar no paraíso ou no inferno, ainda que por vezes contemplassem parte desses estados.

Tanto os relatos mais antigos da literatura religiosa, como as modernas pesquisas médicas, confirmam, sobre o este assunto, que após a morte do corpo, alguma parte do homem (chame-se como se quiser - "ser," "consciência," "Eu," "alma", "essência"...) continua a existir, ainda que em condições completamente novas. Essa existência não é estática, porque o ser continua a ver, pensar, sentir, desejar, etc... - com profundas semelhanças ao que fazia durante a sua vida terrena. O entendimento dessa experiência é extremamente importante para construir correctamente a sua vida posteriormente. Grande parte das pessoas altera completamente os seus comportamentos tidos até a essa altura.


O valor principal das pesquisas modernas nas questões da vida pós-morte, é o de que, se confirma a tendência, ainda que imparcial e científica, da forte possibilidade da existência da viagem da alma para um outro mundo.

Os relatos modernos sobre a vida pós-morte são valiosos porque nos dão a conhecer, em quase todos os casos anotados pelos médicos que reanimaram pacientes próximos da morte, que a alma mesmo após a morte continua a reconhecer-se como a mesma que vivia no corpo antes da morte e se ela voltou a este mundo de novo, de livre vontade ou obrigada, (os relatos variam muito), todos no entanto são unanimes em reconhecer que o fizeram somente para concluir uma missão inacabada. Encontrando as almas dos parentes e amigos falecidos, a alma do "temporariamente morto", reconhece neles, as pessoas vivas que eram anteriormente, estas por sua vez também reconhecem o "falecido". Resumindo, em todos os casos, as almas dos mortos conservaram o seu "EU" integralmente.

 De acordo com o cristianismo, o homem pode aperfeiçoar-se constantemente, pode entrar em contato com Deus e evoluir na direção Dele. O homem não é produto das esferas inferiores da vida cósmica - ele foi criado por Deus e de forma semelhante a Ele. É sob esta visão que o homem está predestinado para a vida eterna consciente. 

O corpo, onde a alma vai encarnar, é determinado pelo "Karma" - actos bons ou maus que a pessoa cometeu em vida ou vidas anteriores. O processo de reencarnação repete-se até que a alma se liberte completamente do "Karma", até que ela se una ao absoluto (Brahma) ou (de acordo com o budismo) se dissolve no Nirvana. A conclusão lógica que se pode retirar é que, se o homem peca numa vida, na sua próxima encarnação ele poderá reparar o mal feito anteriormente, evoluindo desta forma rumo á perfeição (ou o mais próximo possível dela). Após um número ilimitado necessário de ciclos de reencarnação, cada homem alcança finalmente o fim da evolução terrena, dando-se então a união com o absoluto. A diferença está apenas no número de ciclos.
Apesar de existirem várias versões sobre o assunto da reencarnação, no ocidente, é popular a versão "humanizada," da coisa. Desta forma a alma do homem só reencarna em corpo humano, e nunca em formas "inferiores" de vida. De acordo com a "versão" hindu  desse ensinamento, a alma, após a morte, vai temporariamente para o plano astral, de onde ela volta a habitar um outro corpo - planta, inseto, animal ou até mesmo noutro ser humano. O homem começou por evoluir de entes inferiores, (plantas ou peixes) e vai evoluir até um ser supremo. Por isso, a sua condição actual é de ser transitório. 

O que é que reencarna após a morte do homem? 

O nosso "eu" é reconhecido como um ser único e ininterrupto durante todas as nossas vidas. O nosso "eu" cresce em conhecimento, mau ou bom, adquire experiência, desenvolve o talento.
Quem sabe se, posteriormente a este processo evolutivo, um dia também nós, á imagem de Jesus Cristo ressuscitaremos e com os corpos e a alma renovados, para sempre fiquemos na Boaventura da vida eterna. Por enquanto não o sabemos.




Aqui fala-se do Insólito... mas também de outras coisas!   Até música pode ouvir.

 

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Actualizado a 01Dez2014) 

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