Mistérios por Revelar...

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Aqui voçê vai encontrar-se com o insólito!

 Ovnis - Objectos Voadores não Identificados

Tema aqui  informação diversificada sobre UFOS/OVNIS, quer de âmbito nacional quer estrangeiro. Pode observar videos e muito outra informação acerca do assunto que de certo é um tema apaixonante.


  Fantasmas

Quem nos dias de hoje não terá medo de ir sozinho a um cemitério durante a noite ou até mesmo de dia? Porque sucederá isso, se os mortos não fazem mal? Não estará esse medo apavorante relacionado com a alma, segundo conceito geral, estará aí por perto noutro plano? Não será no funda das almas que temos medo?


  Triângulo das Bermudas

O Triângulo das Bermudas é porventura o lugar do mundo onde mais desaparecimentos se deram, quer de pessoas, quer navios ou aeronaves. O desaparecimento do vôo 19 (05Dez1945) será talvez, até hoje, um dos mais interessantes ali verificados, quer pela quantidade simultãnea de aviões  Grumman TBF Avenger desaparecidos (5), quer pela qualidade  técnica dos envolvidos...


 Outros assuntosHistórias de Fantasmas - T2 Ep. Nº 006

Os três tópicos acima referidos, são somente um pouco do muito que por aqui vai encontrar na área do insólito. Se o mistério aguça a sua curiosidade... está no sitio certo! 

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Comandante Júlio Miguel Guerra

Foto enquanto piloto de linha comercial


Local - Perto da Base Aérea Nº2 Ota, a oeste de Montejunto 

Data - 02Nov1982 

Missão - Vôo de treino de Acrobacia

Hora da Observação - 11Horas da manhã 

Tamanho do Objecto - Entre 2 e 3,5 metros

Testemunhas - Piloto Instructor da Força Aérea Portuguesa Tenente Júlio Miguel Guerra e outros dois pilotos os Alferes Carlos Garcês e António Gomes, todos pertencentes à Esquadra 101.



2 de Novembro de 1982. Durante um habitual vôo de treino, o tenente Júlio Guerra, piloto da FAP, entra subitamente em contacto com a Torre de Controlo da Base Aérea da Ota. Assustado, relata estar na presença de um misterioso e inexplicável objecto. Foi aí que observou um objecto que lhe despertou a curiosidade. Ao tentar aproximar-se, o objecto subiu rapidamente até à sua altitude, percebendo aí que se tratava de um objecto discóide, com dois hemisférios, de cor metálica e tom avermelhado na parte inferior.

O Ten. Júlio Miguel Guerra revive o seu longo encontro com um OVNI.



Ele escreve: "Em vários momentos o objecto esteve bastante perto de mim, eu era capaz de observar que era redondo com duas metades em forma de dois skullcaps apertadas. Olhei cuidadosamente olhou para o inferior, que parecia estar algures entre as cores  vermelho e o metálico, com um buraco ou mancha escura no centro.

"Ao centro parecia ter algum tipo de grade, e, possivelmente, algumas luzes, mas era difícil dizer já que o sol era muito brilhante e refletia-se."

O objecto circulou o pequeno avião durante cerca de 15 minutos enquanto  se encontrava a voar ainda sozinho no seu DHC-1 Chipmunk. 

Ele fez este à esquerda no dia seguinte após o encontro e apresentou-o no  relatório que fez e entregou à Força Aérea Portuguêsa.
(Júlio Guerra, CNIFO Case Report)

Júlio Guerra afirma que o objecto "voou a uma velocidade fantástica numa grande órbita elíptica à esquerda, entre 5000 pés para o sul e cerca de 10.000 pés para o Norte, efectuada sempre da esquerda para a direita, repetindo esta várias vezes.

"Eu tentei mantê-lo sempre à vista."

Dois outros oficiais pilotos da Força Aérea e companheiros, (Alferes: Carlos Garcês e António Gomes), voaram para o local, onde também observaram o objecto repetir o dito curso elíptico, passando entre os dois planos em cada retorno, durante cerca de 10 minutos. Foram capazes de estimar o tamanho, dada a sua proximidade com as duas aeronaves: cerca de oito a 10 pés(2/3,5 metros).

No fim da tentativa de interseção por parte do piloto Júlio Guerra, o dito objecto desapareçeu para sudoeste na direcção de Sintra.

No Cockpit de um DHC-1 Chipmunkipmunk

Mais se afirma que nenhuma das aeronaves sofreu qualquer dano estrutural.Após a aterragem (11.45a.m.), os três pilotos efectuaram relatórios detalhados e independentes, entrgues com a Força Aérea Portuguesa. O General José Lemos Ferreira, o então Chefe de Estado Maior da Força Aérea Portuguêsa à época autorizou a consulta de todos os documentos relativos ao caso, a uma equipa de cientistas e especialistas, que realizaram uma investigação científica longa e apurada.

Aéronave Chipmunk
O grupo estimou que o objecto voador não identificado estava voando a mais de 300 MPH verticalmente e sua velocidade quando circula as aeronaves, andaria na ordem das 1.550 MPH (2.500Km/h).

Desde que deixou a Força Aérea em 1990, após 18 anos de serviço, Júlio Guerra foi piloto da Portugália Airlines (TAP), a maior companhia aérea comercial de Portuguesa. Tinha em 2009, 17 mil horas de vôo, e nesse ano recebeu um diploma de Ciência Aeronáutica da Universidade Lusófona do Porto. (Cortesia Júlio Guerra)


Dados sobre a Aeronave DHC-1 Chipmunk 

O De Havilland DHC-1 Chipmunk voou pela primeira vez em 22 de Maio de 1946. O seu sucesso como avião de instrução elementar de pilotagem, é testemunhado pelos 1291 aviões construídos, dos quais 66 sob licença em Portugal pela Oficinas Gerais de Material Aeronáutico (OGMA). É um avião bilugar, de asa baixa, com uma fuselagem de construção metálica e asas e superfícies de controle revestidas com tela pintada.

A versão MK20, resulta da modificação da versão anterior, o MK10. Substituiu-se o motor de Havilland Gypsy Major por um moderno motor Avco Lycoming O-360-A4M-100, com 180 HP com um hélice Sensenich, modificaram-se os freios, instalaram-se rádios novos e equipamento IFF e reforçou-se a estrutura. O Chipmunk, pelos seus atributos e qualidades, é um excelente avião para a aprendizagem inicial da pilotagem.

Dimensões:

Envergadura 10,46 m
Comprimento 7,75 m
Altura 2,13 m

Performances:

Velocidade máxima 287 Km/h
Velocidade cruzeiro 204 Km/h
Alcance máximo 445 Km
Autonomia máxima 2,3 h
Tecto máximo 4.820 m
Peso vazio 647 Kg
Peso máx. decolagem 990 Kg


Informação mais pormenorizada sobre o Chipmunk neste Link 

Quer observar qual é a perspectiva que se pode ter numa missão de acrobacia semelhante áaquela que o piloto Júlio Guerra iria fazer, a fim de poder ter pleno controlo da aéronave?

Vamos então voar ao por do sol!



Mais um exemplo acrobático com o Chipmunk




Aeronave DHC-1 Chipmunk

Para parar e ampliar a imagem click em cima.





Aqui fala-se do Insólito... mas também de outras coisas!   Até música pode ouvir.

 

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